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d’O Globo:

Bovespa fecha em alta de 3,35%, a maior do ano; dólar recua e encerra o dia a R$ 3,60. Correção em Bolsas americanas ajudam Ibovespa; moeda americana renova máxima em 12 anos, mas recua ao final do pregão. Em um pregão de forte volatilidade, o dólar comercial reverteu a tendência na última hora de negociação e fechou em leve queda, após três pregões consecutivos de alta. A moeda americana terminou o pregão cotada a R$ 3,598 na compra e a R$ 3,600 na venda, pequena desvalorização de 0,16% ante o real.

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do UOL:

O dólar comercial fechou em alta de 2,56%, a R$ 3,297 na venda nesta quinta-feira (19), maior valor desde 1º de abril de 2003, quando valia R$ 3,304. Com isso, a moeda interrompeu uma sequência de três quedas seguidas.

A valorização do dólar acompanhou a tendência do mundo todo, mas, por aqui, pesaram também as tensões políticas.

O avanço se intensificou depois que a presidente Dilma Rousseff (PT) informou que não vai fazer uma reforma ministerial em seu governo.

O operador de câmbio de um importante banco nacional disse à agência de notícias Reuters que a declaração frustrou a expectativa dos investidores, que era a de que mudanças no Executivo poderiam atenuar a rebeldia no Congresso.

Os atritos entre o governo e seus aliados no Congresso podem dificultar ainda mais a aprovação de medidas para ajustar as contas públicas.

“O custo político de fazer o ajuste (fiscal) está cada vez mais alto e o mercado não gosta disso”, disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira, à Reuters.

Do G1:

O dólar opera em alta nesta quinta-feira (11), ainda à espera das decisões da nova equipe econômica e de sinais sobre o futuro das atuações diárias do Banco Central no câmbio.

Por volta das 15h18, a moeda norte-americana subia 1,24%, a R$ 2,6448.

Mais cedo, o Banco Central informou, por meio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que a inflação segue pressionada, mas entrará em um “longo período de declínio” no ano que vem.

Fruet

A prefeitura apresentou em novembro um projeto que altera a planta genérica de valores imobiliários do município – uma medida impopular que implica no aumento do IPTU. O prefeito Gustavo Fruet, autor do projeto, procura repassar a responsabilidade aos prefeitos anteriores, ao dizer que foram irresponsáveis e que lhe deixaram uma situação de quase falência. Ora, os prefeitos anteriores são Beto Richa e seu vice, Luciano Ducci, que assumiu por dois anos.

Perguntado sobre os reflexos políticos da alta do IPTU, Fruet disse: “Mas por que ninguém fez isso em dez anos? Nesse período, Curitiba passou dos 1.400 equipamentos urbanos. Por exemplo: Hospital do Idoso é um projeto maravilhoso, mas não deixaram dinheiro para o custeio. Havia Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) inaugurados sem janela, como o CMEI do Parolin. Estava lá a placa do prefeito anterior. Eu pedi para deixarem: é a “placa da vergonha”; inauguraram sem concluir, sem contratar ninguém. Um CMEI custa R$ 2 milhões para construir e R$ 2 milhões por ano para manter. Uma UPA [Unidade de Pronto-Atendimento] custa R$ 1,5 milhão por mês. Em dez anos, aumentou o número de equipamentos e reduziu a receita. O IPTU já foi a principal fonte de receitas de Curitiba. Hoje é a quarta.”

YOUSSEF -

Do Bem Paraná:

O doleiro Alberto Youssef, internado desde sábado (25) na UTI caronariana do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, recebeu alta e retornou para a sede da Polícia Federal (PF) por volta das 8h30 desta quarta-feira (29). Ele está preso desde março deste ano, acusado de chefiar um esquema de desvio e lavagem de dinheiro, estimado em R$ 10 bilhões, apurado pela Operação Lava Jato da Polícia Federal. Ele e os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) entraram em um acordo de delação premiada.

Após a reeleição de Dilma Rousseff (PT), o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, opera em forte queda nesta segunda-feira (27). Às 10h47, o índice caía 5,09%. Analistas já avaliam a possibilidade da Bolsa cair 10% na primeira hora. Já o dólar sobe 3,4% R$ 2,54, chegando a superar R$ 2,56, atingindo a máxima de 2008.

As ações que mais sofrem desvalorização neste momento são as de empresas públicas ou de capital misto ligadas ao governo. A Petrobras amarga perda de 12,45%, Eletrobras de 12,66% e Banco do Brasil despenca 12%.

O susto do mercado financeiro com o avanço da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, nas últimas pesquisas derrubou a Bolsa de Valores e fez o dólar subir nesta segunda (29). O mercado de ações caiu mais de 4% – a maior baixa num único dia em três anos. O dólar subiu mais de 10%. Do início do mês para cá, saltou de R$ 2,20 para R$ 2,44, a maior cotação desde dezembro de 2008, no auge da crise financeira global. As informações são da Folha de S. paulo desta terça-feira (30).