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O Ministério Público Federal apresentou ao juiz Sergio Moro pedido para que o deputado cassado André Vargas (ex-PT-PR), ex-1º vice-presidente da Câmara, seja novamente condenado em um processo relacionado à Operação Lava Jato, desta vez por ter utilizado dinheiro sujo de propinas para comprar um imóvel de luxo em Londrina. Vargas já foi condenado por Moro a 14 anos e quatro meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. As informações são de Veja.

O juiz federal Sergio Moro se irritou nesta segunda-feira (27) com os advogados do ex-deputado petista André Vargas. Em uma tentativa de sustentar que as interceptações telefônicas nas quais Vargas foi flagrado em negociatas com o doleiro Alberto Youssef foram ilegais, os defensores arrolaram como testemunha o delegado da Polícia Federal Sérgio de Arruda Macedo, que atuou no processo. Diante de perguntas repetidas sobre o funcionamento das interceptações e outras certamente inócuas para a investigação – como o nome completo de um determinado delegado de polícia -, Moro reagiu: “É muito longo esse depoimento sobre BlackBerry? Sinceramente a paciência do juízo, olha… eu tenho outros casos”, disse o juiz, após 25 minutos de audiência. A defesa continuou os questionamentos até Moro ter de interferir novamente: “Ele já respondeu isso, doutora. Eu vou indeferir a pergunta”. A oitiva, em seguida, foi encerrada. As informações são de Veja.

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O juiz federal Sérgio Moro vai tomar o depoimento na próxima quarta-feira, 22, do ex-prefeito de Londrina Nedson Micheleti (PT) entre 2001 a 2008. Nedson, servidor da Caixa Econômica Federal, foi arrolado como testemunha de defesa do ex-deputado André Vargas (ex-PT) e vai prestar depoimento por meio de videoconferência com a Justiça Federal em Brasília. As informações são da coluna Informe da Folha de Londrina.

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Nesta quarta-feira,1º de julho, o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância, está ouvindo oito testemunhas de acusação do o ex-deputado André Vargas, preso na 11ª fase da operação, deflagrada em abril deste ano. Vargas está preso no Complexo Médico-Legal em Pinhais. As informações são do Bem Paraná.

Seis das oito testemunhas participam através de videoconferência com a Justiça Federal de São Paulo e outras duas por Londrina e Caruaru, em Pernambuco.

Vargas responde desde maio deste ano a uma denúncia de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa que envolve contratos da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Saúde.

Segundo o MPF, o crime ocorria através da agência de publicidade Borghi Lowe e da empresa Labogen. No mesmo processo, também respondem pelos mesmos crimes os irmãos dele Leon Vargas e Milton Vargas, além do publicitário Ricardo Hoffmann.

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O juiz Sérgio Moro acatou a segunda denúncia contra o ex-deputado André Vargas (ex-PT) dentro das investigações da Operação Lava Jato. Vargas, preso no Complexo Médico Penal em Pinhais, agora vai responder por lavagem de dinheiro e sonegação fiscal por meio da compra de um imóvel de luxo. No mesmo processo também são réus sua mulher Edilaira Soares Gomes e seu irmão Leon Ilário Vargas. As informações são da Folha de Londrina.

Segundo as investigações do MPF e PF, Vargas adquiriu um imóvel de luxo em Londrina pelo seu valor de mercado, contudo registrou no contrato, na escritura pública e na declaração de imposto de renda um valor bastante inferior ao preço real de aquisição, pagando a diferença informalmente. “Para isto, contou com a ajuda do irmão Leon (que negociou o valor com a imobiliária), e sua companheira Eidilaira (que emprestou seu nome para a aquisição do bem)”, destacaram os investigadores na apresentação da denúncia à Justiça.

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O Ministério Público Federal propôs ontem nova denúncia contra o ex-deputado André Vargas (ex-PT), dentro das investigações da Operação Lava Jato. Ele já é réu em outro processo que tramita na Justiça Federal do Paraná, em Curitiba, e agora foi denunciado por lavagem de dinheiro por meio da ocultação de bens. Sua mulher, Edilaira Soares e seu irmão, Leon Vargas, também são citados no procedimento. As informações são da Folha de Londrina.

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O ex-diretor de marketing da Caixa Econômica Federal Clauir Luiz dos Santos afirmou em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato que há uma orientação do banco para que se faça atendimento de parlamentares. Os investigadores apuram se Clauir era o elo do ex-deputado federal André Vargas (ex-PT/PR), preso em abril pela Lava Jato, com um esquema de corrupção em contratos de publicidade que rendia 10% de propina, via subcontratos no setor. As informações são do Estadão.

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Da coluna Brasil Confidencial, da revista IstoÉ:

Preso na Operação Lava-Jato, o ex-deputado André Vargas também será investigado pelo Ministério Público por suspeita de cobrança de propina para direcionar mais de 5 mil unidades do programa Minha Casa Minha Vida para municípios do Paraná. Vargas de fato tem grande intimidade com o assunto. Quando o projeto preferido pela presidente Dilma Rousseff tramitou na Câmara, em 2011, Vargas foi o relator.

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O ex-deputado André Vargas (ex-PT) arrolou como testemunha de defesa o ex-prefeito de Londrina Nedson Luiz Micheleti (PT), assessor da Caixa Econômica Federal. Vargas é réu em ação penal da Operação Lava Jato que apura crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. O Ministério Público Federal aponta que Vargas utilizou duas empresas de fachadas, que estavam em seu nome e nos nomes de seus irmãos, para receber dinheiro desviado de contratos da agência Borgui/Lowe justamente com a Caixa e com o Ministério da Saúde. Estes valores, segundo o MPF, chegam a princípio a R$ 1,1 milhão. As informações são da Folha de Londrina.

do Claudio Humberto:

A Polícia Federal apreendeu no computador pessoal do ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR) uma planilha com as empresas suspeitas de pagar propina ao político desde dezembro de 2011, durante seu mandato, e até 28 de março de 2014, onze dias depois da Operação Lava Jato. No total, 193 empresas pagaram à LSI Solução em Serviços Empresariais Ltda, de Vargas, um total de R$ 3,170.292,02.