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André Vargas

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de Fernando Castro, G1:

A Polícia Federal (PF) revistou a cela onde o ex-deputado federal André Vargas está preso em Curitiba, após o perfil dele no Twitter postar uma mensagem onde se lia: “Olá,”. Foram feitas duas revistas na segunda-feira (18) para tentar localizar algum celular ou dispositivo, mas, conforme a PF, nada foi encontrado.

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Imagem: Reprodução

A mensagem foi postada na manhã de segunda, mesmo dia em que a Justiça Federal aceitou uma denúncia contra ele. Vargas está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 10 de abril, e responde pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, e organização criminosa. Conforme o Ministério Público Federal, enquanto era deputado, Vargas recebeu em nome de empresas valores desviados de contratos do Ministério da Saúde e da Caixa Econômica Federal.

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André Vargas (ex-PT), Luiz Argôlo (SD), Pedro Corrêa (PP) e sua filha Aline receberam dinheiro do doleiro Youssef.

Pela primeira vez desde o início da Operação Lava Jato, quatro políticos foram acusados formalmente de corrupção e desvio de recursos da Petrobras pelo Ministério Público Federal no Paraná. Os ex-deputados federais André Vargas (ex-PT-PR), Luiz Argôlo (SD-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE), além de sua filha, a ex-deputada Aline Corrêa (PP-SP), foram denunciados à Justiça Federal do Paraná nesta quinta (14) pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e peculato. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Os negócios sob suspeita entre a Caixa Econômica Federal e a IT7 Sistemas, de um irmão do ex­-deputado André Vargas (ex-PT), somam quase R$ 90 milhões. Segundo investigações da Operação Lava Jato, a empresa de tecnologia contratada pelo banco público era usada pelo ex­-parlamentar como duto de propinas. As informações são do Estadão.

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O publicitário Ricardo Hoffmann, preso sob suspeita de ter pago propina ao ex-deputado André Vargas (ex-PT) para conseguir contratos com órgãos do governo como o Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal, decidiu fazer acordo de delação premiada para ter pena menor. As informações são da Folha de S. Paulo.

O acordo deve ser assinado nos próximos dias, de acordo com três profissionais que participam das negociações. Hoffmann é acusado de usar fornecedores da agência da qual era vice-presidente em Brasília, a Borghi Lowe, para fazer repasses de R$ 3,17 milhões para uma empresa controlada pelo ex-deputado, que deixou o PT no ano passado e está sem partido.

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O deputado federal Zeca Dirceu (PT), filho do ex-ministro José Dirceu apontado como um dos articuladores do mensalão no governo Luiz Inácio Lula da Silva, tem uma visão otimista do partido e parece não estar informado das denúncias de corrupção interna de setores do governo federal. “Denúncia em muitos casos não quer dizer nada. Até porque as denúncias aparecem, mas podem ser infundadas. Acompanho o PT desde que nasci e nos últimos anos com muito mais afinco e vejo que o partido está cada vez mais ativo no Paraná”, apostou. As informações são de Luciana Pombo no Bem Paraná.

Para Zeca Dirceu, nenhuma denúncia vai atingir a popularidade do partido no Estado. Prova disto estaria na reorganização partidária. Dos 399 diretórios municipais e comissões provisórias do Estado, 38 ainda estariam desorganizadas. “É só fazer uma peneira e ver. Menos de 40 não se organizaram, não se motivaram ou tiveram erros na organização partidária. Isso nos faz ter a certeza que o PT é mais forte do que qualquer crise ou denúncia. Com fé, coragem e apesar de todos os pesares, estou animado”, disse.

Foto: Albari Rosa – Gazeta do Povo vargas - albari rosa gazeta

Na Compagás, o acordo foi firmado em 2010 durante a gestão de Stênio Jacob, conhecido por ser aliado do ex-governador Roberto Requião (PMDB). Jacob foi diretor da Sanepar durante toda a gestão do peemedebista no governo.

de Amanda Audi, Gazeta do Povo:

A Receita Estadual do Paraná, a Celepar e a Compagás, ligadas ao governo do estado, firmaram pelo menos sete contratos com a empresa de tecnologia It7 Services, que, segundo investigações da Lava Jato, seria usada pelo ex-deputado federal André Vargas (ex-PT) e seu irmão Leon Vargas para receber propina. Agora, a força-tarefa do Ministério Público Federal está investigando se Vargas, ou algum outro político, teria exercido influência ou obtido vantagem nestes contratos – que somam mais de R$ 18 milhões e foram fechados nos últimos cinco anos.

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Causam calafrios no PT e no PMDB as primeiras declarações do publicitário Ricardo Hoffmann, do time da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) sobre o desdobramento da Lava Jato que atinge agências e contas milionárias da Caixa e do Ministério da Saúde. Hoffmann não tem poupado o antigo aliado, o ex-deputado André Vargas (ex-PT), ex-coordenador das campanhas de Gleisi, ex-ministra da Casa Civil da Dilma.

Ele tenta jogar a culpa em Vargas, transformando-o numa espécie de achacador que prometia clientes do governo e não cumpria. Também o senador Roberto Requião, do PMDB, está assustado: Hoffmann comandou duas campanhas dele ao governo do Paraná.

– Vai feder, é o que mais se ouve nos arraiais petistas.

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O publicitário Ricardo Hoffmann, preso desde sexta-feira (10) pela Operação Lava Jato sob acusação de pagar propina em contratos da agência Borghi Lowe com a Caixa e o Ministério da Saúde, disse à Polícia Federal que repasses que empresas do setor fizeram ao ex-deputado André Vargas (ex-PT) eram uma comissão por um serviço que nunca foi prestado. Os pagamentos eram uma recompensa para Vargas conseguir clientela privada para a agência, mas ele não conseguiu “angariar cliente algum”. As informações são do Estadão.

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Registro de visitas obtido pela Lava Jato mostra que ex-deputado preso e dois irmãos estiveram em empresas de Alberto Youssef entre 2011 e 2014 O ex-deputado federal André Vargas (ex-PT) e dois de seus irmãos estiveram 28 vezes em escritórios do doleiro Alberto Youssef – peça central da Operação Lava Jato ­, em São Paulo, entre junho de 2011 e fevereiro de 2014. As informações são do Estadão.

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O ex-deputado federal do PT, André Vargas, foi preso hoje pela manhá em um condomínio residencial em Londrina, onde mora com a família. Sua prisão aproxima as investigações sobre desvios de dinheiro da Petrobras ao PT do Paraná. Vargas era figura central na vida política do PT, nas campanhas majoritárias da senadora Gleisi Hoffamann, e na artuculação com o PMDB de Requião, de quem é amigo.

Também foram presos o ex-deputado federal Luiz Argôlo (SD-BA), o irmão de André Vargas, Leoon Vargas, Pedro Correia, que já cumpre prisão pelo mensalão do PT, Ivan Mernon da Silva Torres, Élia Santos da Hora, secretária de Argôlo e Ricardo Hoffmann, que é diretor de uma agência de publicidade. Todos os presos serão trazidos para a superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.