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A APP-Sindicato, em nota aos professores, se colocou contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) e ataca as investigações levado a cabo pela Operação Lava Jato que apura os casos de corrupção no governo federal envolvendo políticos e agentes públicos. “Não é hora de se curvar. (…) é preciso ter coragem para denunciar… o conservadorismo e fascismo que insiste (sic) em se instalar no País”, diz a APP em convocação para a assembleia da categoria.

A APP-Sindicato diz não aceitar “a seletividade e a espetacularização midiática do atual processo de investigações que, no aparente combate à corrupção no setor público, esconde a essência da intencionalidade (sic) dos que detêm o poder econômico de frear os avanços conquistados pela classe trabalhadora na última década”.

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O chefe da Casa Civil Valdir Rossoni recebeu a direção da APP-Sindicato na noite de terça-feira, 22, no Palácio Iguaçu. O sindicato apresentou as principais demandas do magistério estadual. “Há uma pauta extensa que precisamos avaliar com muita responsabilidade. Importante é que o diálogo foi retomado”, disse Rossoni.

“Queremos manter esta proximidade para que as questões que influenciam a qualidade da educação tenham o melhor encaminhamento possível”, completou Rossoni, destacando que um novo encontro vai acontecer em breve.

O pagamento em folha complementar dos salários de professores contratados pelo processo seletivo simplificado (PSS) será efetuado na próxima quarta-feira (16). A informação foi confirmada pelo líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli, após reunião com o governador Beto Richa. “Foi uma decisão obtida através do entendimento e do diálogo que tivemos entre a Liderança do Governo, a Casa Civil e a APP Sindicato. Esses funcionários iniciaram o trabalho em fevereiro e necessitam do pagamento para dar prosseguimento às suas atividades”, disse Romanelli.

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Nesta segunda-feira (29) o confronto entre policiais e professores no Centro Cívico de Curitiba, que deixou mais de 200 feridos, completa dois meses. O momento é ideal para uma análise sem paixões dos atos e fatos que levaram aquela fatídica tarde e o que veio depois. Na avaliação de uma professora, com trânsito livre na Assembleia Legislativa, faltou cabeça fria e sobrou tró-ló-ló e engôdo.

“Primeiro os dirigentes da APP-Sindicato, orientados por deputados da Oposição e militantes petistas e da CUT, se insuflaram contra o projeto da Paraná Previdência, que havia sido amplamente discutido com a categoria e técnicos, como o economista Renato Follador, que disseram ser a mudança possível proposta pelo governo”, lembrou. “Depois emendaram uma greve pela data base, inflando o ego dos professores que ainda estavam com as feridas abertas após o confronto, forçados por eles mesmos”, lembrou a professora.

O que veio depois, segundo análise dela, é que o projeto da Paraná Previdência foi aprovado e nada mudou, como foi amplamente defendido e o reajuste do funcionalismo, que num primeiro momento o governo se dispôs a conceder 5% este ano, acabou reduzido para 3,45% a ser pago no distante mês de novembro. “Nos dois casos o que aconteceu é que a categoria e o funcionalismo em geral, se deixou levar pela má fé de sindicalistas muito mais preocupados em desgastar a imagem do governador”, concluiu.

Em vídeo postado nas redes sociais, o governo respondeu a vídeo agressivo da APP-Sindicato em que culpa o Estado pela greve dos professores estaduais que deixou os estudantes sem aulas por 60 dias. “A greve dos professores foi julgada ilegal e abusiva pela Justiça. Mesmo assim, a APP-Sindicato manteve a paralisação por 44 dias, desafiando a lei e desrespeitando pais e alunos. Mas nunca é demais lembrar: nos últimos quatro anos, os professores do Paraná tiveram um aumento acumulado de 60% nos salários. O salário médio do professor paranaense é hoje de R$ 4.700,00, um dos maiores do Brasil e bem acima do que é pago nas escolas particulares”, diz o vídeo.

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Um surto de demagogia tomou conta de setores da Assembleia nesta quarta-feira (10) e colocou sob ameaça um acordo construído a duras penas entre os deputados de situação, de oposição, governo do estado e APP Sindicato que levou ao fim da greve de mais 45 dias dos professores da rede estadual.

Os oposicionistas que ajudaram a construir o acordo, e que louvaram a busca pelo entendimento, passaram a dizer que não vão votar a favor do projeto. A compulsão por faturar falou mais alto que a palavra solenemente empenhada.

O líder do governo, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), fez um discurso duríssimo condenando o jogo duplo e o rompimento da palavra dada. Ressalvou as deputadas, que mantém uma postura impecável, e condenou os homens que “não honram as calças que vestem”.

Apesar do clima pesado, a constitucionalidade do projeto que estabelece o aumento dos servidores foi votado e aprovado hoje, por 30 a 16 votos. Na segunda-feira (15), no entanto a nova votação vai ocorrer sob um clima de incerteza, por conta da virada de casaca de parlamentares da oposição.

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O deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB), líder do Governo na Assembleia, acaba de anunciar na tribuna da Assembleia Legislativa, que um substitutivo ao projeto de lei da data base será enviado pelo Executivo ainda nesta segunda-feira (08) à Casa de Leis.

O texto, segundo Romanelli, terá como base a proposta elaborada na última semana com participação de deputados de situação e oposição, acatado pelos servidores públicos estaduais e posteriormente o governador Beto Richa (PSDB).

“Penso que amanhã, na assembleia da APP-Sindicato, será feito um debate franco da proposta negociada e que possibilite o fim da greve”, disse o líder do Governo.

do blog Caixa Zero:

O juiz Marcel Luiz Hoffmann, do 2.º Juizado Especial de Curitiba, determinou o arquivamento do termo circunstanciado que investigava manifestantes que participaram dos protestos de 29 de abril no Centro Cívico. Na prática, isso significa que os detidos pela polícia naquele dia foram inocentados por falta de provas contra eles.

Durante a manifestação, a polícia militar fez várias prisões de manifestantes alegando que eles atuaram de maneira violenta e incitaram a violência. O governador Beto Richa (PSDB) falou repetidas vezes em agitadores e black blocs. Foi apresentada uma série de “materiais” que serviriam para confronto com a PM (paus, pedras, coquetéis molotov).

Logo na semana seguinte ao confronto, a OAB e a Defensoria Pública disseram que os detidos não tinham nenhum material perigoso – os paus e pedras não pertenciam a nenhum deles, aparentemente, e ninguém sabe de onde surgiram. Todos, além disso, eram estudantes, professores ou servidores.

Agora, o juiz determina o arquivamento do caso por falta de materialidade.

“Nada consta do caderno investigatório acerca dos elementos informativos do que consistiria a execução do ato dito legal. Tampouco explicitadas estão, de forma individualizada como necessário, quais seriam as condutas dos noticiados quando se opuseram à ordem de prisão.

Nada há de registro material quanto a suposta violência ou grave ameaça empregadas, elementos do tipo, a configurar o delito de resistência. O que se descreveu sumariamente foi que os noticiados resistiram “a ação legítima dos agentes, sendo necessária a utilização de força moderada para contê-los” (evento 12.1, fl. 14), mas nada há acerca da espécie de violência praticada em resistência por parte dos noticiados.”

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“A Assembleia, os deputados de oposição e da situação se uniram para produzir a melhor proposta possível para os professores”, disse hoje o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), ao ser questionado sobre a tramitação de uma mensagem do governo propondo o reajuste do funcionalismo que prevê reajuste de 3,5% em outubro e o IPCA em janeiro. “A bola agora está com a APP”, disse o deputado, numa referência a assembleia que os professores devem realizar nesta terça-feira (9), para decidir os destinos da greve. Na eventualidade de uma resposta negativa, pela manutenção da greve, Traiano disse que teria de reunir os deputados, tanto da bancada do governo quanto da oposição, para decidir o que fazer. O presidente da Assembleia lembrou que todas as forças se somaram em busca da proposta que fosse viável e, ao mesmo tempo, a mais vantajosa possível para os servidores. “A Assembleia se dispôs a abrir mão de R$ 87 milhões para viabilizar esse acordo. A expectativa geral é de uma resposta positiva para que comecemos a normalizar a vida escolar dos filhos dos paranaenses”, finalizou.