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fruet-14.07.15

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) culpou a comunicação pelo seu mau desempenho nas pesquisas (16,1%) e a alta rejeição (62%) junto à população curitibana. Desde ontem, demitiu oito jornalistas da Secretaria de Comunicação na redação, fotografia, rádio e vídeo. Hoje, outra leva de profissionais será desligada. O sindicato dos jornalistas deve marcar uma audiência com o secretário Paulo Vítola.

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da Gazeta do Povo:

A aprovação da gestão Gustavo Fruet (PDT) em Curitiba melhorou um pouco em relação à última pesquisa de opinião, realizada em março. Subiu de 29,6% para 33,5%, praticamente dentro da margem de erro do levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, que é de 3,5 pontos porcentuais. Os números mostram uma leve inversão entre os porcentuais de aprovação e reprovação de abril de 2013 até agora. A aprovação de Fruet em abril de 2013 era de 65,8%, índice próximo ao da reprovação em junho de 2015 (62,2%). O Paraná Pesquisas ouviu 830 eleitores entre os dias 27 de junho e 4° de julho de 2015. O grau de confiança é de 95% e a margem de erro é 3,5%.

d’O Globo:

A desaprovação ao governo da presidente Dilma Rousseff saltou de 64% para 68% e o índice dos que a aprovam baixou a menos de 10%. De acordo com a pesquisa CNI-Ibope, divulgada nesta quarta-feira, apenas 9% consideram que ela faz um governo ótimo ou bom. Em março deste ano, quando foi feito o levantamento anterior, esse índice era de 12%. Para 21%, o governo da petista é regular.

Segundo a série histórica da avaliação, feita desde março de 1986, na gestão de José Sarney, o governo da petista só não tem desempenho pior que o próprio Sarney — em junho e julho de 1989 ele tinha aprovação de 7% da população. Dilma está no mesmo patamar em que o ex-presidente se encontrava em novembro de 1989, com os mesmos 9%. Dilma teve uma avaliação pior até mesmo que o ex-presidente Fernando Collor em seu pior momento, em agosto de 1992, às vésperas do impeachment. Na ocasião, a popularidade dele era de 12%.

do Painel, Folha de S. Paulo:

O governo reagiu com resignação ao novo recorde de rejeição a Dilma Rousseff captado pelo Datafolha e espera que ele caia abaixo dos dois dígitos no início do segundo semestre. Sem muita margem para mudar o quadro, o Planalto empacota uma série de ações para tentar impulsionar a economia. As iniciativas, nem todas novas, incluem o plano de agricultura familiar, a fase 3 do Minha Casa, Minha Vida —que em 2015 quase não teve novos contratos— e o plano de banda larga.

Chegou lá – Os segmentos de renda mais baixa são as que mais reclamam que sua situação econômica piorou nos últimos meses: o índice é de 55% entre quem ganha até 2 salários mínimos por mês.

Andar de cima – Na classe média, de 2 a 5 salários mínimos, a taxa de quem sentiu a piora na pele é de 51%. Entre os mais ricos, tradicionalmente refratários a Dilma, o percentual cai para 41%.

pr pesquisas - campolargo jun.

O Paraná Pesquisas acaba de divulgar uma pesquisa em que verificou como anda o humor do eleitor de Campo Largo. Além de sondar a situação da disputa pela prefeitura em 2016, projetando cinco cenários, o Instituto também verificou a aprovação das administrações municipal, estadual e federal na região. Beto Richa e Dilma Rousseff têm aprovação inferior a 12%.

Confira a pesquisa completa:

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De acordo com o instituto, 23% consideram o governo ‘regular’ e 64% ‘ruim ou péssimo’

d’O Globo:

BRASÍLIA – Apenas 12% consideram o governo Dilma Rousseff “ótimo ou bom”, segundo pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quarta-feira. De acordo com o instituto, 23% consideram o governo “regular” e 64% “ruim ou péssimo”.

Na pesquisa de dezembro, 40% consideravam o governo “ótimo ou bom”, o que representa uma queda de 28 pontos. Também na pesquisa anterior, 32% consideravam o governo “regular” e 27% de “ruim ou péssimo”.

O levantamento foi realizado entre os dias 21 e 25 deste de março, com 2.002 pessoas em 142 municípios.

MANEIRA DE GOVERNAR

De acordo com o mesmo levantamento divulgado nesta quarta-feira, 19% dos brasileiros disseram aprovar a maneira de governar da presidente Dilma. Em dezembro, 52% da população aprovavam a maneira de governar de Dilma. O resultado de hoje mostra uma queda uma queda de 33 pontos.

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Com menos de três meses cumpridos de seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff atingiu a mais alta taxa de reprovação de um mandatário desde setembro de 1992, véspera do impeachment do então presidente Fernando Collor. Conforme pesquisa Datafolha feita entre segunda e terça, 62% dos brasileiros classificam sua gestão como ruim ou péssima. Há 22 anos, quando Collor estava prestes a cair, sua reprovação era de 68%. As informações são da Folha de S. Paulo.

gráfico - dilma aprovação 18.03 (Infográfico: Folha de S. Paulo);

Com indicadores de expectativa econômica batendo recordes negativos, a reprovação de Dilma subiu 18 pontos desde fevereiro.

A pesquisa foi feita com 2.842 eleitores logo após as manifestações de domingo, atos contra Dilma que levaram milhares às ruas.

Confira, a seguir, a avaliação por segmento e o índice do pior momento de cada presidente.

Foto: Marcos Lemgruber/Band Curitiba fruet - band

Gustavo Fruet tem pouco mais de 1 ano e meio para tentar reverter a opinião dos dos curitibanos (65%) que desaprovam sua administração e dos que a avaliam como pior do que esperavam (58%) se quiser ter alguma chance de se reeleger em 2016. A situação dramática do prefeito aparece em pesquisa divulgada hoje (10) pelo jornal Gazeta do Povo, que contratou uma sondagem da Paraná Pesquisas para verificar a avaliação de Fruet.

O prefeito de Curitiba sofre as consequências de uma gestão pouco inspirada e que recebe avaliação negativa em setores como políticas sociais, educação, saúde e transporte. O drama maior de Fruet decorre do fato que suas possibilidades de recuperação são reduzidas porque a conjuntura econômica prevista para os próximos dois anos é a pior possível. Juros altos, inflação elevada, desemprego e redução da atividade econômica, prenunciam um período muito difícil para o país e para a capital, justamente no prazo em que o prefeito deveria reverter a percepção negativa sobre sua administração.