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Os casos de corrupção na Receita Estadual de Londrina iniciaram em 2005, durante o governo de Roberto Requião (PMDB). As informações foram apuradas pelo Ministério Público, através de depoimentos de empresários. A quadrilha formada por auditores fiscais atuou durante anos. Recebia propinas para não multar as empresas ou reduzir os impostos. No entanto, somente agora o Gaeco tem estrutura policial para investigar e prender os auditores acusados, como acontece em mais uma operação nesta quinta (03).

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da Banda B:

Fernanda Richa tem sido uma das vítimas que mais sofrem com a campanha que tenta destruir a imagem do governo Beto Richa e da sua adminstração. Os adversários não se impõem limites. Ela decidiu desabafar. Falou sobre todos os temas mais candentes neste momento na vida política paranaense. Não deixou de responder a nenhuma pergunta. Após mais um boato de que seu casamento como o governador Beto Richa estaria prestes acabar, após 30 anos, a primeira-dama Fernanda Richa falou à Banda B sobre o tema.

“Em algumas eleições, arranjaram várias mulheres pro Beto e vários filhos. Agora falam que o meu casamento está acabando e estamos só esperando as coisas melhorarem para se separar”, disse Fernanda em um dos trechos do Programa Rádio Banda B Debate, que vai ao ar neste domingo, ao meio-dia.

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O governo vai pedir o ressarcimento dos recursos desviados pelas fraudes ocorridas na Receita Estadual. O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, afirmou que o governo tem realizado uma investigação paralela à da Justiça e que todas as pessoas envolvidas – empresários, contadores, auditores – terão que ressarcir os cofres públicos. Com informações do Paraná Portal.

“Já estamos fazendo essa investigação, juntamente com a Corregedoria e a Justiça e iniciaremos os processos de exoneração, quando for o caso (ligados ao governo), e vamos pedir o ressarcimento de todos, sejam empresários, corruptos e corruptores, e as empresas terão que pagar suas dívidas com os juros e as correções que forem necessárias”, disse.

O secretário disse não ter algum número que possa mensurar o valor do prejuízo, haja vista, que as fraudes, conforme nota oficial do governo, “ocorrem há 30 anos”. “O que falaram (R$ 500 milhões) é chute, esse número está sendo levantado e não há um período específico, sabe como é investigação, ela começa e vamos dar toda a continuidade que precisar”, comentou. Já o Gaeco estima que os valores desviados possam ter atingido R$ 38 milhões.

da Gazeta do Povo:

Todos os auditores fiscais que ocuparam o cargo de inspetor geral de fiscalização na Receita Estadual durante o primeiro mandato do governador Beto Richa (PSDB) foram presos, nesta quarta-feira (10), pelo Gaeco, em Londrina ou em Curitiba, na segunda fase da Operação Publicano.

Confira o nome e a profissão de todas as pessoas presas até o momento:

Foto: Fabio Calsavara/Jornal de Londrina foto - JL - gaeco

do Jornal de Londrina:

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre na manhã desta sexta-feira 20 novos mandados de prisão em Londrina e região. Por volta das 8h50, 17 pessoas haviam sido presas, entre funcionários da Receita Estadual (RE), policial civil e empresários. A operação é um desdobramento do escândalo de corrupção na Receita Estadual na cidade e conta com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil.

Foto: Jose Roberto Custódio/ Jornal de Londrina
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de Fábio Silveira e Fábio Calsavara, do Jornal de Londrina:

A investigação de crimes sexuais praticados por servidores estaduais de Londrina abriu uma nova frente. Agora, o alvo é um suposto esquema de corrupção envolvendo auditores da Delegacia da Receita Estadual em Londrina que extorquia empresários provocando um prejuízo ainda não calculado aos cofres públicos, em impostos que deixaram de ser recolhidos. Em pelo menos dois casos já identificados pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, os auditores da Receita teriam cobrado propina para dar baixa em dívidas milionárias de empresas. Para isso, eles teriam recebido R$ 200 mil de cada empresário.Os empresários que se aproveitaram do esquema para “saldar” suas dívidas com o Fisco serão investigados.

Do ZÉ BETO:

Auditores que participam de 32º Encontro Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Enafit) realizado de 23 a 28 de novembro em Curitiba, realizam na manhã desta quinta-feira, às 11h30, uma passeata em protesto às interferências políticas do Superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego, Neivo Beraldin, na fiscalização, além de perseguição a servidores na Superintendência.

O problema acontece há cerca de três anos e vêm se agravando. O superintendente está impedindo Auditores-Fiscais do Trabalho de realizar embargos de obras e interdições de máquinas e equipamentos, colocando em risco a vida dos trabalhadores.