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Foto – Chico Camargo/CMC
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de Ivan Santos, Bem Paraná:

A Comissão de Economia, Finanças da Câmara Municipal de Curitiba aprovou, em reunião extraordinária, ontem à noite, por 5 votos favoráveis e 3 contrários, o projeto do prefeito Gustavo Fruet que aumenta de de 2,4 para 2,9% a alíquota do ITBI (Imposto de Transmissão Intervivos de Bens Imóveis) sobre o valor dos imóveis. Agora o projeto segue para a análise do plenário, em primeiro turno, amanhã. Também recebeu parecer favorável e vai para votação, com 7 votos favoráveis e 1 contrário, o projeto do prefeito que reajusta a planta genérica que serve de base para o cálculo do IPTU.

Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo
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de Euclides Lucas Garcia, Gazeta do Povo:

Mesmo pressionado, o governador Beto Richa (PSDB) decidiu manter o aumento de 12% para 18% ou 25% da alíquota do ICMS sobre uma extensa lista de produtos, que pode atingir até 95 mil itens de consumo popular, como medicamentos, produtos de higiene e eletrodomésticos. Também está mantida a elevação de 40% na alíquota do IPVA e de um ponto porcentual na do ICMS da gasolina. O projeto será votado hoje no plenário da Assembleia Legislativa na base do “tratoraço”, em regime de comissão geral e com sessões em sequência para concluir toda a tramitação nesta terça-feira.

Do Celso Nascimento, Gazeta do Povo:

Escolhido pelo governador Beto Richa para ocupar a Secretaria da Fazenda na próxima gestão, o economista Mauro Ricardo Costa só aceitou deixar posto igual na prefeitura de Salvador (BA) sob a garantia de que, aqui, vai poder contar com a fartura dos cofres estaduais. Administrar sob regime de penúria não é com ele. Não quer passar pelos mesmos sofrimentos de seus três antecessores imediatos – Luiz Carlos Hauly nos três primeiros anos da gestão; Jozélia Nogueira num intervalo de poucos meses; e, nos últimos tempos, Luiz Eduardo Sebastiani.

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Este é Mauro Ricardo Costa, o secretário da Fazenda formado em São Paulo na linha impositiva de José Serra e tido como restaurador de caixas públicos através da derrama fiscal. Importado para melhorar o caixa do governo do Paraná, se fez anteceder pelo tarifaço que será votado na Assembleia nestes dias. E conhecido como fanático da arrecadação, acusado de não medir consequências políticas e sociais. Prometeu adicionar R$ 1,5 bi ao caixa e foi contratado. Substitui Luiz Eduardo Sebastiani, que nada tem a ver com o peixe.

Foto: Agência Fiep
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Do G1-PR:

Assembleia Legislativa volta a analisar projetos de lei nesta segunda (8). Para reverter crise, Governo do Paraná quer aumentar impostos.

O presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Luiz Campagnolo, avaliou como uma irresponsabilidade o pacote de reajustes tributários proposto pelo governador Beto Richa (PSDB). Nesta segunda-feira (8), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa volta a analisar os projetos de lei que foram apresentados pelo Executivo como um mecanismo para alavancar o caixa do estado.

O aumento de impostos encaminhado em mensagem à Assembleia pelo governador Beto Richa, do PSDB, vai pesar imediatamente no bolso dos motoristas e donos de automóveis. Aumenta em 40% a alíquota do IPVA e reduz de 5% para 3% o desconto para quem pagar o imposto à vista até abril. O desconto de 10% para o pagamento em parcela única até janeiro deixa de valer.

Mas isso não é tudo. Há mais no pacote de notícias amargas. O governo encaminha proposta para aumentar a alíquota do ICMS sobre a gasolina de 28% para 29%. Esperem o impacto no preço dos combustíveis.

Com essa e outras, mais os cortes de despesas, Beto Richa pretende obter um acréscimo de R$ 1,5 bi nos cofres públicos.

Da Gazeta do Povo:

A prefeitura de Curitiba propôs à Câmara Municipal um projeto para fazer a primeira correção real no valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) desde 2003. Caso o projeto seja aprovado, o imposto de imóveis edificados em 2015 terá um reajuste de 5%, mais o IPCA acumulado em 2014. Imóveis não edificados teriam correção de 8%, mais IPCA.

De Rodrigo Batista, na Gazeta do Povo:

Integrantes da Frente de Luta pelo Transporte de Curitiba, organização que reúne movimentos sociais que buscam a redução no preço da passagem de ônibus, protocolaram na manhã desta terça-feira (11) um pedido de audiência com o prefeito de Curitiba Gustavo Fruet. Os integrantes querem explicações sobre o aumento na tarifa cobrada do usuário da Rede Integrada de Transporte, que subiu de R$ 2,70 para R$ 2,85.