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de Rogério Galindo, Caixa Zero, Gazeta do Povo:

O parecer que pode decidir o futuro do deputado Nelson Justus (DEM) na Assembleia Legislativa foi encomendado para um dos principais criminalistas do país. José Roberto Batochio foi procurado pelo deputado Missionário Ricardo Arruda, sorteado como relator do caso de Justus na Comissão de Ética da Assembleia.

Batochio não é um completo estranho ao caso. Ele foi um dos responsáveis pela defesa de Abib Miguel, o Bibinho, quando estourou o caso dos Diários Secretos – escândalo “irmão” das atuais denúncias contra Justus.

Pelo que se sabe, o parecer absolve Justus. Pelo menos do ponto de vista do processo interno na Assembleia. O processo criminal que tramita na Justiça é outra coisa. No documento, o advogado defenderia que não há fatos novos desde que o caso de Justus foi analisado, e que não se pode punir o deputado por algo cometido em mandato anterior.

Justus é acusado de contratar mais de duzentos funcionários comissionados para seu gabinete na época em que foi presidente da Assembleia Legislativa. Além de o número ser dez vezes o permitido, desconfia-se que vários dos servidores na verdade eram fantasmas. O caso está sendo analisado no Judiciário e na Comissão de Ética.

(Colaborou o repórter Euclides Lucas Garcia).

de Katia Brembatt, da Gazeta do Povo:

A 2.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) decidiu nesta quinta-feira (5) anular duas condenações criminais de Abib Miguel, ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná. Conhecido como Bibinho, ele é acusado pelo Ministério Público (MP) de ser um dos mentores de um esquema de desvio de recursos públicos mostrado pela série Diários Secretos, divulgada pela Gazeta do Povo e pela RPC em 2010.

Foto: Jonathan Campos/Arquivo Gazeta do Povo
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A prisão preventiva do ex-diretor Abib Miguel foi decretada pelo Tribunal de Justiça, com base em dois processos a que ele respondeu na 9.ª Vara Criminal de Curitiba.

Da Gazeta do Povo:

O ex-diretor geral da Assembleia Legislativa do Paraná, Abib Miguel, 74 anos, foi preso novamente nesta sexta-feira (12) na casa dele, em Curitiba. Conhecido como Bibinho, ele é acusado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) de ser o mentor de um esquema de desvio de recursos públicos do Legislativo estadual. A prisão preventiva de Bibinho foi decretada pelo desembargador José Maurício Pinto de Almeida, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), com base em dois processos a que ele respondeu na 9.ª Vara Criminal de Curitiba. Condenado em ambos a penas que passam de 37 anos de prisão, o ex-diretor recorreu das decisões. Os recursos tramitam na 2.ª Câmara Criminal do TJ, sob relatoria do próprio Pinto de Almeida.

Jonathan Campos / Agência de Notícias Gazeta do Povo
bibinho - Jonathan Campos - Agência de Notícias Gazeta do Povo

bibinho031141 Da Gazeta do Povo:

O ex-diretor geral da Assembleia Legislativa do Paraná, Abib Miguel, 74 anos – conhecido como Bibinho – foi preso quando recebia aproximadamente 70 mil reais em uma mala no Aeroporto Presidente Juscelino Kubitschek de Brasília (foto), no final da manhã desta sexta-feira (28). A prisão faz parte da operação “Argonauta”, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Paraná. Ele foi detido por força de um mandado de prisão temporária.

Foram presos também os dois filhos dele: Luciana de Lara Abib, 30 anos, e Eduardo Miguel Abib, 32, em Curitiba. Outros suspeitos, Edivan Bataglin e Sandro Bataglin, também foram detidos. Edivan é o homem que entregava o dinheiro a Bibinho no aeroporto. A operação está cumprindo mandados 14 mandados de busca e apreensão, além de cinco de prisão temporária, no Paraná, Amapá, Rio Grande do Sul e Goiás com apoio dos Gaecos locais.