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Com a crise solapando o país, os estados das dez maiores economias do Brasil anunciaram contingenciamentos de R$ 16 bilhões ao longo deste ano. Na maioria dos casos, os cortes são no custeio da máquina pública, redução no número de cargos comissionados, diminuição de concursos públicos e contratações além do recuo em programas de incentivo fiscal a partir de redução ou isenção de impostos.

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O fundo FI-FGTS, que utiliza uma fatia de recursos do FGTS do conjunto de trabalhadores, tem mais de R$ 11 bilhões aplicados em empresas citadas na operação Lava Jato. É mais de um terço do total de R$ 32 bilhões de recursos do fundo, que foi criado para investir em projetos de infraestrutura. “A maioria das empresas desse setor [infraestrutura] estão na operação Lava Jato; é natural que seus projetos façam parte de um fundo com foco em infraestrutura”, disse Marcos Vasconcellos, vice-presidente da Caixa. O banco é responsável pela gestão do FGTS e do FI-FGTS. As informações são da Folha de S. Paulo.

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do Rogério Galindo, Gazeta do Povo:

O senador Roberto Requião (PMDB) andou reclamando em público do Blog Caixa Zero por ter afirmado que já no governo dele foram se acumulando dívidas do Executivo com o ParanáPrevidência. A afirmação estava em um post que criticava a decisão de Beto Richa (PSDB) de desmontar a poupança que vinha sendo feita pelo estado para reduzir, no futuro, a pressão do pagamento dos aposentados sobre o caixa do estado (leia aqui a análise).

Entre 2011 e 2014, o Coaf – Conselho de Controle de Atividades Financeiras – produziu nada menos do que 108 relatórios com alertas de possíveis irregularidades nas movimentações financeiras do doleiro Alberto Youssef, do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costas e das empreiteiras acusadas de fraudes em contratos com a estatal. No total, somavam R$ 23,7 bilhões. E não houve nenhuma providência por parte da estatal e do próprio governo.

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O presidente do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), Antonio Gustavo Rodrigues, disse nesta quarta (19) que a instituição detectou mais de 4.000 pessoas e igual volume de empresas com transações suspeitas entre 2011 e este ano. No período, o Coaf (unidade de inteligência do governo federal) identificou “movimentações financeiras atípicas” do grupo totalizando R$ 23,7 bilhões, dos quais quase R$ 900 milhões em dinheiro. A informação foi dada nesta quarta pelo jornal O Globo.