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A vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, está em Brasília em reuniões no Ministério do Planejamento e na Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para tratar dos empréstimos internacionais ao Estado. A vice-governadora também participará da reunião da bancada paranaense que vai discutir emendas e novos investimentos. E ainda comandará uma das mesas redondas do V Seminário Internacional da 1ª Infância no Senado.

Amanhã, acompanhada do presidente da Sanepar Mounir Chaowiche, Cida Borghetti tem audiência com o presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi.

(Foto: Jonas Oliveira/AENPr)

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O deputado Valdir Rossoni (PSDB-PR) disse que é inaceitável a decisão do ministro Teori Zavascki, do STF, que concedeu liminar a um deputado do PT na manhã desta terça-feira invalidando o rito definido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no caso de haver o arquivamento de um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. “É absurdo tomar uma decisão antecipada sobre algo que ainda nem aconteceu. Parece que estamos na Venezuela, onde há a interferência do poder em tudo que pode atrapalhar o governo”, desabafou Rossoni.

A decisão do ministro aconteceu ao mesmo tempo que, numa reunião entre lideranças da oposição e o presidente da Câmara, fecharam acordo para que o pedido de impeachment feito pelo ex-petista Helio Bicudo e o ex-ministro da Justiça Miguel Reale sejam apreciados pelo plenário apenas na próxima semana. “Parece que o Judiciário está com o mesmo temor que o Executivo federal e ambos não estão olhando a situação caótica do país causada pela administração petista”, disse Rossoni.

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Em nota oficial, o governo confirmou que a vice-governadora Cida Borghetti mantém as funções de coordenação política do Escritório de Representação do Paraná em Brasília. As funções administrativas e burocráticas, no entanto, serão exercidas por outro servidor público a ser nomeado nos próximos dias.

“Como vice-governadora, tenho sob minha responsabilidade a articulação direta dos projetos e programas do governo do Paraná junto ao governo federal. Isso implica em reuniões semanais com a bancada federal, os ministérios e instituições em Brasília. É um trabalho político e de relacionamento”, afirma Cida Borghetti. “Ao mesmo tempo, tenho funções constitucionais como vice-governadora aqui no Paraná. Vou continuar dividindo meu tempo entre Brasília e Curitiba”, explica.

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A vice-governadora Cida Borghetti se reuniu, nesta quarta-feira (20), com o vice-presidente Michel Temer e deputados federais do Paraná. A revisão do processo de estadualização de rodovias federais (MP 82), que pode transferir mil quilômetros de vias da União para o Estado, foi uma das demandas do Estado apresentada por Cida Borghetti ao vice-presidente. A transferência teria de R$ 200 milhões ao ano para o Paraná.

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O deputado federal João Arruda (PMDB-PR) acompanhou nesta terça-feira (12) a vice-governadora Cida Borghetti e o secretário de Estado de Saúde, Michele Caputo Neto numa audiência com o ministro da Saúde Arthur Chioro. Em pauta, a dívida do governo federal com o Paraná.

Foi definido que a bancada, em parceria com o governo do Estado, criará um grupo de trabalho para auxiliar o Paraná.

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O trabalho de Cida Borghetti em Brasília vai contar com o apoio direto da Casa Civil, secretaria do Planejamento e Procuradoria-Geral do Estado. A vice-governadora vai coordenar um grupo de trabalho envolvendo os órgãos e o próprio Escritório de Representação do Paraná. A formação do grupo foi publicada nesta quinta-feira (7) no Diário Oficial.

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O governador Beto Richa indicou nesta segunda-feira (4) a vice-governadora, Cida Borghetti, para assumir as funções de chefe do Escritório de Representação do Paraná em Brasília. Cida, que foi deputada federal na última legislatura, esteve à frente do órgão entre 1998 e 2.000. “O Paraná conta com a experiência e o bom trânsito em Brasília da vice-governadora para estreitar o relacionamento com o governo federal, senadores, deputados federais e com os demais poderes”, disse Richa.

Cida Borghetti também coordenará um grupo de trabalho formado por secretários e técnicos da Vice-governadoria, Casa Civil, Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral, Procuradoria Geral e do próprio Escritório de Representação do Paraná em Brasília.

Foto: Henry Milleo – Gazeta do Povo fruet - henry milleo - gazeta

de André Gonçalves, Conexão Brasília, Gazeta do Povo:

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), passou a quarta e quinta-feira passadas em Brasília. Foi uma das raras viagens à capital federal desde que encerrou o terceiro mandato como deputado federal, em 2010. “Olha, eu me desconectei completamente disso aqui”, confessou, em entrevista logo após se reunir para tratar do metrô com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab.

Fruet não mencionou saudades dos tempos de Câmara, quando foi apontado por oito anos consecutivos como um dos 100 nomes mais influentes do Congresso Nacional, em avaliação do Diap. Preferiu frisar o “orgulho” de administrar Curitiba, mesmo cercado de baixos índices de aprovação e em dificuldades nas pesquisas sobre a sucessão municipal, que acontece em 18 meses.

“Fico muito feliz de ser prefeito. Nunca consegui ter tanto equilíbrio e responsabilidade para saber absorver provocações de toda natureza. É uma honra, mas também tenho clareza: esse é o pior momento para estar no cargo”, disse.

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Ontem à tarde na Câmara dos Deputados em Brasília, os secretários Silvio Barros (Planejamento), Mauro Ricardo (Fazenda), Eduardo Sciarra (Casa Civil), mais Mounir Chaowiche (Sanepar) e Luiz Fernando Vianna (Copel) se reuniram com o líder da bancada paranaense no Congresso Nacional, deputado João Arruda (PMDB), e os parlamentares do Estado. Na pauta, a situação econômica do Paraná, os ajustes propostos pelo governo, os projetos e empréstimos que dependem de aval e recursos do governo federal, as dívidas da União com a saúde estadual (R$ 540 milhões) e com os municípios paranaenses (R$ 1 bilhão) e novo indexador das dívidas dos estados e municípios.