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da Banda B:

O Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc) entrou com uma representação no Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra o prefeito Gustavo Fruet (PDT) devido a medidas que teriam trazido prejuízo financeiro aos servidores. Segundo a entidade, o pedido de investigação foi protocolado para o procurador geral de Justiça do Paraná Gilberto Giacóia. No pedido, o sindicato argumenta que o Decreto 1385/2014 promoveu uma onda de calotes nos pagamentos dos servidores municipais.

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O prefeito Gustavo Fruet (PDT) está com atraso de nove meses nos repasses dos subsídios municipais ao Fundo de Urbanização de Curitiba. O fundo é utilizado para o pagamento das empresas de ônibus das 13 cidades da região metropolitana que compõem a Rede Integrada de Transportes. O atraso já passa dos R$ 40,5 milhões e ainda não há previsão de quando será regularizado. Fruet, sua equipe e a Urbs estudam ainda um novo reajuste da tarifa de ônibus, o segundo em menos de três meses, para fevereiro.

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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já pode passar o “reveilon” na Praia das Astúrias, no Guarujá, área nobre do litoral Sul de São Paulo. De sua ampla sacada, poderá ver a queima de fogos, que acontece na orla bem defronte do seu prédio, feito pela OAS, empresa investigada pela Operação Lava-Jato. É que na semana passada terminaram as obras de reforma do apartamento triplex no Edifício Solaris, que ele e dona Marisa Letícia, sua mulher, compraram por meio da Bancoop — a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo —, ainda na planta, em 2006. Acusada de irregularidades e em crise financeira, a Bancoop deixou três mil famílias sem receber os sonhados apartamentos.

Por isso, o então presidente da cooperativa, João Vaccari Neto, tesoureiro do PT e investigado na Lava-Jato pela suspeita de operar parte do esquema de corrupção na Petrobras, precisou contratar a OAS para terminar pelo menos cinco prédios da Bancoop. Um deles foi o prédio onde Lula tem o triplex.

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Trabalhadores da coleta vegetal, roçadores e do Horto Florestal e Passeio Público protestaram nesta segunda-feira (10) em frente à Prefeitura de Curitiba contra o calote para com as empresas, o que causou o não pagamento de salários dos últimos meses. Segundo a Banda B, as empresas alegam não ter mais condições de cumprir com suas obrigações por causa da falta de pagamento da Prefeitura e da falta de previsão para regularização. A dívida, que já vem desde julho, ultrapassa os 3 milhões segundo o sindicato da categoria.

“Os salários deveriam ter sido pagos dia 06, hoje já é dia 10 e as empresas não têm previsão de pagamento para os seus quase 300 funcionários”, afirmou Manasses de Oliveira, presidente do Siemaco. O sindicalista reclamou diretamente do prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT). “Fez um monte de promessas e não cumpriu. Agora só vamos liberar as ruas quando a situação for regularizada. Os trabalhadores estão cansados e nervosos”, concluiu.

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O superintendente da Secretaria das Finanças de Curitiba, José Carlos Marucci, auxiliar da secretária da Fazenda Eleonora Fruet, em reunião com membros da equipe da prefeitura disse que os fornecedores que não receberam nos últimos meses vão receber somente em fevereiro na reabertura do orçamento de 2015.

A prioridade dos Fruet, Gustavo e Eleonora, é raspar o caixa para pagar salarios e o 13º salário.

requião comite - trabalhadores

Mais de 50 pessoas que trabalharam nas campanhas de Roberto Requião (PMDB), Requião Filho (PMDB) e de Marcelo Almeida (PMDB) se reuniram ontem em frente a um comitê desativado na Rua Fernandes de Barros, no bairro Jardim Social, em Curitiba, para cobrar o pagamento de salários atrasados. Desde o dia 6 de outubro, data marcada para o pagamento dos salários, os trabalhadores têm ido ao local com frequência para tentar receber. A iniciativa até agora não teve sucesso. As informações são da Gazeta do Povo.

“Prometeram que iam pagar dois dias depois da eleição, mas não deu. Daí era para ser sábado [dia 11] e não deu. No domingo [12], disseram para virmos aqui no dia 6 depois das 14 horas”, conta o motorista Valmir Almeida, que durante 20 dias foi responsável pelo transporte de cavaletes dos candidatos. Conforme os presentes no local, todos assinaram contratos de prestação de serviço, mas nem todos tinham recebido cópias do documento. O valor devido a cada um varia de acordo com o tempo e o tipo de serviço prestado.