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Foto: Gustavo Lima – Câmara dos Deputados sessao maioridade - foto gustavolima - camara3

do Painel, Folha de S. Paulo:

A tese da candidatura própria do PMDB à Presidência num momento de aguda crise política foi um ato calculado. Se a Lava Jato deixar, Eduardo Cunha tentará pavimentar seu caminho ao Palácio do Planalto. Ele promove desgastes ao governo e preside a Câmara de olho nas pesquisas de opinião. Mas há colegas no páreo, o vice Michel Temer e o prefeito Eduardo Paes. “Maquiavel ensinava: dividir o adversário é a primeira estratégia para governar”, brinca o presidenciável Aécio Neves.

Sem refresco – Apesar de o governo contar com a pausa do Legislativo para esfriar a temperatura da crise, o grupo de Cunha articula surpresas desagradáveis no recesso.

traianooo

Deputados que apoiam a candidatura do tucano Ademar Traiano à presidência da Assembleia começam a compreender que a vitória é cada vez mais difícil diante da natural neutralidade do governador Beto Richa, que não se sente a vontade para apoiar um dos dois candidatos de sua base de apoio. Apoiar Traiano contra Ratinho Jr seria, além de injusto, uma arriscada aventura para quem não tem e não precisa de oposição organizada. Diante disso, acreditam que Traiano deve desistir da postulação agora e fazer um acordo para ser o próximo presidente, dentro de dois anos, como lhe foi proposto.

psdb - veja
Da Veja:

Depois de anunciar que acionarão a Justiça por uma investigação rigorosa sobre indícios da utilização dos Correios em benefício da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e o candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de candidatura da petista e do candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel.

maluf fora

O TSE considerou, por 4 votos a 3, o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) um “ficha-suja” e negou nesta terça (23) o registro de sua candidatura à reeleição para a Câmara dos Deputados. Apesar da decisão tomada pela última instância da Justiça Eleitoral, o deputado ainda pode apresentar recursos ao STF para seguir realizando sua campanha nas ruas e na propaganda de rádio e TV. O advogado de Maluf, Eduardo Nobre, já disse nesta terça-feira que irá recorrer contra a decisão do TSE. As informações são da Folha de S. Paulo.

Para a maioria dos ministros, os critérios da Lei da Ficha Limpa impedem que Maluf seja candidato em razão de sua condenação por improbidade administrativa relacionada ao superfaturamento das obras do túnel Ayton Senna durante sua gestão à frente da Prefeitura de São Paulo, entre 1993 e 1996. Durante o julgamento desta terça-feira, os debates foram acalorados. O presidente da corte, Dias Toffoli, e os ministros Gilmar Mendes e João Otávio Noronha, argumentaram que a condenação de Maluf por improbidade não o torna um “ficha-suja”.

maluf ficha suja

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) impugnou nesta segunda-feira a candidatura do deputado federal Paulo Maluf (PP), enquadrado na Lei da Ficha Limpa. A corte cassou o registro de Maluf por voto do presidente, o desembargador Antônio Carlos Mathias Coltro, já que na última sessão houve empate, por três votos a três, entre os demais magistrados. Maluf informou que recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Laura Beal Bordin, Gazeta do Povo:

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) finalizou, nesta quinta-feira (21), o julgamento de todos os pedidos de registro de candidatura do estado. O órgão julgou 1.205 processos, com 1.036 pedidos deferidos e 113 candidaturas barradas. De acordo com o Tribunal, a principal causa para o indeferimento foi a falta da documentação exigida para se candidatar. Houve, ainda, 56 renúncias. Confira a lista de candidatos barrados ou renunciantes.

Entre as candidaturas indeferidas, a maioria corresponde a pleiteantes às vagas de deputado estadual: 78. Dos candidatos a deputados federais, 32 tiveram a candidatura indeferida. Houve também o indeferimento de um candidato a senador, um a suplente de senador e de um postulante à vaga de vice-governador.

Entre os que renunciaram à candidatura, 35 concorriam a uma vaga na Assembleia Legislativa e 17, à Câmara Federal. Também renunciaram dois candidatos a segundo-suplentes de senador, um a primeiro-suplente e um a vice-governador.

Trinta e um casos analisados pelo tribunal foram fruto de ações de impugnação: nove foram consideradas procedentes e 18 improcedentes. Quatro candidatos, nessa situação, renunciaram à disputa.

Dos candidatos que tiveram as candidaturas impugnadas após ações, três disputariam o cargo de deputado federal – entre eles o ex-prefeito de Paranaguá, José Baka Filho (PDT); e seis concorreriam a uma vaga de deputado estadual, como o candidato à reeleição Roberto Aciolli (PV). Ambos prometeram decorrer da decisão do tribunal.

Veja a lista.