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d’O Globo:

O doleiro Alberto Youssef passou mal na carceragem da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira e foi encaminhado ao Hospital Santa Cruz, em Curitiba. De acordo com o advogado Tracy Reinaldet, Youssef desmaiou enquanto fazia exercícios de fisioterapia pela manhã. O doleiro também reclamou de dores no peito.

Ainda segundo o advogado, como fazia tempo que Youssef não se submetia a exames cardiológicos, ele foi encaminhado ao hospital e retornou à carceragem no mesmo dia.

De acordo com o hospital, Youssef deu entrada por volta das 9h30m e fez um check-up. Ele foi liberado antes das 12h. A Polícia Federal também confirmou a saída de Youssef ao hospital para fazer exames rotineiros.

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do Lauro Jardim:

João Vaccari Neto enfrentará a partir de hoje uma nova rotina na carceragem de Curitiba, onde permanecem detidos Nestor Cerveró, Alberto Youssef, Renato Duque e ainda poucos acusados pela operação Lava-Jato. Outros doze presos ocupam o Complexo Médico-Penal, em Pinhais – entre eles, Adir Assad, Fernando Baiano e Leo Pinheiro, da OAS.

Em fevereiro, os presos de Curitiba foram impedidos de falar com os seus defensores em salas privadas depois de atos de indisciplina de Ricardo Pessoa (UTC) e Gerson Almada (Engevix). Pessoa, por exemplo, foi punido por tentar escrever uma mensagem para os seus advogados, temendo estar sendo grampeado na sala de visitas (Leia mais aqui).

Recentemente, até uma simples barra de cereais foi motivo para presos receberem bronca. Mario Góes, um dos operadores do esquema do Petrolão, foi duramente repreendido por ser flagrado comendo escondido a barra que alguma visita lhe forneceu.

do Lauro Jardim:

Boatos ventilados nos últimos dias acerca da mudança no rumo das investigações da Operação Lava-Jato depois do Carnaval não passam de… boatos.

Na verdade, a situação dos empreiteiros presos em Curitiba pela Lava Jato deve piorar nos próximos dias.

O Ministério Público Federal apresenta em breve as ações de improbidade contra as empreiteiras que estão no centro das investigações.

Até hoje, o que há são cinco denúncias feitas pelo Ministério Público contra os executivos e empresários presos. Denúncias como pessoa física, portanto.

O que virá agora é uma nova etapa: as ações do MPF atingirão as empreiteiras.

A cobrança para o ressarcimento aos cofres públicos que será feita às empresas é de fazer o queixo cair. Coisa de gente grande.

Foto: Geraldo Magela/ Estadão youssefgeraldomagelaae60030012006

de Ricardo Brandt e Fausto Macedo, Estadão:

A perspicácia dos agentes de plantão na Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR) levaram à descoberta de um episódio insólito da famosa Operação Lava Jato. Alberto Youssef, alvo central do escândalo de corrupção na Petrobrás, e outro preso, o advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, apontado como um dos laranjas do doleiro, teriam feito uso de maconha na carceragem da Superintendência da PF.