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“Se banalizarmos o impeachment da forma como alguns querem, o país não terá mais estabilidade jurídica, porque qualquer governo que possa passar por uma crise econômica ou de popularidade terá o impeachment como ameaça permanente”.

Declaração do ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, à Folha de S. Paulo desta segunda-feira (11). Confira aqui a entrevista completa.

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O Globo

BRASÍLIA – Após ser empossado nesta quinta-feira na Advocacia-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo afirmou que o senador Delcídio Amaral (PT-MS) “não tem credibilidade” e “não tem primado por dizer a verdade”. Segundo Cardozo, a delação do ex-líder do governo no Senado seria uma retaliação.

— Vou ler primeiro, mas vamos ser francos. Primeiro, não sei se há uma delação premiada. Se houver, o senador Delcídio, com quem sempre tive excelentes relações, não tem primado por dizer a verdade. Ele não disse a verdade naquela fita, que todos conheceram — disse Cardozo, que acrescentou: — Eu não sei dizer se há delação premiada, mas se efetivamente houve, há forte possibilidade de ser retaliação, até porque isso foi anunciado previamente. Se o governo não fizesse nada, ele retaliaria. Independe de tudo o que foi dito, o senador Delcídio lamentavelmente não tem credibilidade pra fazer nenhuma afirmação.

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O Globo

O ministro da Justiça José Eduardo Cardozo deve oficializar ainda nesta segunda-feira sua saída do cargo. Ele participa logo mais da reunião da coordenação política com a presidente Dilma Rousseff, com quem já conversou neste fim de semana sobre sua situação no governo. Cardozo vem sendo muito cobrado pelo seu partido e pelo ex-presidente Lula por não controlar a Polícia Federal e acabar permitindo investigações que afetam o PT e, especialmente, o ex-presidente.

A reunião do Diretório Nacional do PT, no último fim de semana no Rio, teria sido a gota d´água para a decisão de Cardozo, na qual foi muito criticado e aumentou o seu desejo de deixar o Ministério da Justiça.

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d’O Globo:

Nesta quarta-feira (15), em depoimento na CPI da Petrobrás, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, fez uma defesa da “honestidade” e da “correção” da presidente Dilma Rousseff e a comparou à ex-prefeita de São Paulo e deputada federal Luiza Erundina (PSB). Afirmou que as duas pagam preço em suas administrações por essas qualidades.

— Sempre tive honra de ser dirigido por mulheres. A primeira prefeita de São Paulo, Erundina, e a primeira presidente, Dilma. Aprendi com essas duas mulheres, honestíssimas, que quando você acredita em princípios vá até o final por eles. Erundina pagou um preço alto pela sua honestidade. Acho que da mesma forma a presidente Dilma paga o preço por sua correção e sua honestidade — disse, completando:

— Conheço a presidente há muitos anos. É uma pessoa de honestidade inatacável. Todas as pessoas tem defeitos e virtudes. Não está entre os defeitos da presidente Dilma Rousseff a desonestidade. Seus próprios adversários reconhecem. Tenho certeza que nenhum fato relativo a corrução, desvio de dinheiro público ou improbidade chegará perto da presidente — disse o ministro.

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A CPI da Petrobras aprovou nesta quinta-feira (9) a convocação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e de delegados da Operação Lava Jato para explicarem suspeitas sobre a ilegalidade da escuta encontrada na cela do doleiro Alberto Youssef. As informações são da Folha de S. Paulo.

Após intensa pressão do PSOL desde o início da CPI, também foram aprovados requerimentos para convocar personagens que podem implicar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no esquema de corrupção da Petrobras: Julio Camargo, delator da Lava Jato, e Jayme Oliveira, policial que disse ter entregado dinheiro destinado a Cunha.

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Trinta e três deputados do PT assinaram um manifesto que, entre outros pontos, reconhece erros cometidos pela legenda, pede a revisão da política de alianças e a renovação da direção do partido. O documento é encabeçado por parlamentares da corrente Mensagem ao Partido, da qual fazem parte o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Apesar disso, o deputado Paulo Teixeira (SP) afirmou que também há signatários de outras cinco tendências: Articulação de Esquerda, Movimento PT, Militância PT, Construindo um Novo Brasil (CNB) e Esquerda Popular Socialista (EPS). As informações são do Estadão.

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
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Nem a velhinha de Taubaté, que personificava a credulidade que não se abate nem mesmo diante das mais rombudas evidências, endossaria a versão do ministro.

Aloysio Nunes Ferreira, via blog do Noblat

Tempos estranhos estamos vivendo: enquanto escasseiam notícias sobre ações positivas do ministro da Justiça para enfrentar as pesadíssimas atribuições de sua pasta, sua agenda de audiências ocupa o centro das atenções de todos, exigindo do ministro esfalfar-se em explicações e entrevistas. O mal do Dr. Cardozo é que quanto mais se explica, mais se complica.

do Painel, Folha de S. Paulo:

José Eduardo Cardozo (Justiça) não foi o único ministro de Dilma Rousseff a ter encontros com representantes das empreiteiras investigadas na Lava-Jato. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, recebeu advogados nos últimos meses para discutir os termos dos acordos de leniência que o governo tenta firmar com as empresas. Segundo o ministro, por ser um mecanismo novo e haver uma sobreposição de leis sobre o tema, há muita dúvida por parte das construtoras.

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Cotado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, virou alvo de líderes do PMDB no Congresso, que trabalham para barrar sua indicação para a vaga aberta com a aposentadoria de Joaquim Barbosa. Os senadores José Sarney (AP), Eunício Oliveira (CE), Lobão Filho (MA) e seu pai, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, ficaram incomodados com ações da Polícia Federal que atingiram líderes do partido durante a campanha eleitoral deste ano. As informações são da Folha de S. Paulo.