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O ex-deputado André Vargas (ex-PT) não deve aparecer entre os investigados no STF. Como teve o mandato cassado em dezembro e perdeu o direito a foro privilegiado, o inquérito da Lava Jato que cita seu envolvimento no esquema voltou à 13ª Vara Federal de Curitiba, aos cuidados do juiz Sérgio Moro. Com informações da Gazeta do Povo.

O juiz deu prazo de 15 dias para o Ministério Público Federal se manifestar sobre a denúncia contra o ex-deputado. Moro quer saber do MPF se são necessárias mais investigações ou se existem elementos para apresentar a denúncia contra o ex-petista.

Foto: Grizar Júnior / Futura Press
casal nardoni

Do Globo:

Passados seis anos da morte da menina Isabella Nardoni, de 5 anos, uma funcionária do sistema prisional de São Paulo, que diz ter conversado com Anna Carolina Jatobá, madrasta da menina, prestou depoimento ao Ministério Público (MP) na última terça-feira. Segundo reportagem neste domingo pelo “Fantástico”, a testemunha contou detalhes de conversas que teve com Anna Jatobá, em que ela teria afirmado que o sogro, Antônio Nardoni, também teve envolvimento no crime. E que não o denunciou porque ele sustenta a família e manda presentes para ela na cadeia.

— Ela falou que o sogro mandou, orientou os dois a simular um acidente. Eu ouvi da boca dela, olho no olho — disse a funcionária, que teve sigilo garantido pelo MP.

virginia evangélico

Da Gazeta do Povo:

A médica Virgínia Soares de Souza e outros sete ex-funcionários do Hospital Evangélico não devem ser ouvidos pela Justiça neste ano. O motivo é que o estado do Paraná não quis pagar R$ 220 mil de uma perícia solicitada pela 2ª Vara do Júri de Curitiba, responsável pelo caso. Desse valor, R$ 200 mil seriam para um especialista em medicina intensiva e os R$ 20 mil restantes para um anestesiologista. Nesta circunstância, quem deve arcar com as custas é o tesouro estadual. A necessidade da perícia foi aceita por todas as partes no processo.

Virgínia e os ex-funcionários do hospital são acusados de envolvimento em uma série de mortes de pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Evangélico ocorridas entre 2006 e janeiro do ano passado. Com esse entrave, o final do caso fica mais longe. É provável a definição se os réus irão a júri popular ou não ocorra só em 2015.