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O deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF) começou a apresentar na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) seu relatório que defende a anulação da votação da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no processo de cassação do Conselho de Ética, apontando violações no devido processo legal. As informações são da Folha de S. Paulo.

gilmar e toffoli

O TSE escolheu o ministro Gilmar Mendes para presidir a corte nos próximos dois anos. Mendes substituirá o atual presidente Dias Toffoli. A posse será em maio. Mendes será responsável pelo julgamento final da ação de impugnação do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seu vice, Michel Temer (PMDB). Já Toffoli é esperado no dia 12, em Curitiba, para a posse do novo presidente do TRE-PR, o desembargador Luiz Fernando Tomazi Keppen. Com informações da coluna Informe da Folha de Londrina.

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Guilherme Amado, O Globo

Chico Alencar e Clarissa Garotinho vão anexar ao processo de cassação de Eduardo Cunha os vídeos da delação de Fernando Baiano, em que o lobista relata as visitas à casa de Cunha na Barra da Tijuca, no Rio.

Na CPI da Petrobras, em março do ano passado, Cunha afirmou que Baiano não frequentava sua casa.

Chico Alencar pedirá hoje que seja recuperado o que Cunha falou na CPI sobre Baiano.

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Lauro Jardim, O Globo

Para que o mundo não lhe caísse ontem sobre a cabeça bastava que Dilma Rousseff virasse o voto de dois petistas do baixo clero no Conselho de Ética. Dilma não teve esse capacidade.

Se o fizesse, Eduardo Cunha teria os votos que precisava para garantir o seu mandato — e não terminaria o dia sacando o impeachment do seu saco de maldades. Agora, Dilma tentará a via judicial para acabar com o processo. Recorrerá ao Supremo.

Se não for bem sucedida, terá uma tarefa mais ingrata: conquistar um terço do Congresso para tentar manter-se no Palácio do Planalto. O cenário de depressão econômica torna a missão da presidente ainda mais penosa.

Uma série de questões de ordem apresentadas por aliados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adiou mais uma vez a votação do parecer do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) pelo seguimento da ação contra o peemedebista. Depois de segurar a reunião por mais de uma hora discutindo uma suposta “furada de fila”, os parlamentares tentaram afastar a deputada Eliziane Gama (Rede-MA), favorável à continuidade do processo por quebra de decoro parlamentar, que pode culminar com a cassação de Cunha. As informações são do Estadão.

A sessão foi interrompida às 20h31, quase seis horas depois do início, e será retomada nesta quarta-feira, 2, para votação do relatório contra o peemedebista. Antes da sessão, aliados de Cunha apostavam que o placar seria 12 a oito a favor do peemedebista. Sem chegar a um consenso durante a reunião que fizeram no início da tarde, os três deputados petistas conversaram durante toda a sessão. Em alguns momentos, foram procurados pelos deputados André Moura (PSC-SE) e Paulinho da Força (SD-SP), líderes da “tropa de choque” de Eduardo Cunha.

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Vera Magalhães, Radar TVeja

Uma pesquisa do instituto Paraná Pesquisas ajuda a explicar por que o PSDB retirou o apoio a Eduardo Cunha e o PT ameaça fazer o mesmo.

Nada menos que 83% da população acreditam que o presidente da Câmara se beneficiou da corrupção na Petrobras.

Os dados foram levantados pelo instituto entre os dias 17 e 22, em entrevistas com 2020 pessoas em todas as regiões.

As más notícias para Cunha não param por aí: 70,8% dos entrevistados dizem que ele deveria ser afastado da presidência da Câmara. Outros 13,8% opinaram que ele deveria renunciar ao posto, e só 5,6% acham que ele tem condições de continuar presidindo a Casa.

FOLHAPRESS:

O deputado Fausto Pinato (PRB-SP), 38 anos, foi confirmado nesta quinta-feira (5) como o relator no Conselho de Ética do processo de cassação contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na entrevista coletiva após o anúncio, Pinato afirmou que muito possivelmente deve aceitar a denúncia contra o peemedebista –afastando a possibilidade regimental de arquivamento prévio– e que Cunha será julgado como qualquer um dos outros deputados. “O senhor Eduardo Cunha vai ser julgado como um deputado comum, não como presidente da Câmara. A partir desse momento eu me torno um juiz. E, como um juiz, tenho que ter imparcialidade e julgar conforme a prova dos autos”, afirmou.