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Depois da condenação de Marcelo Odebrecht a 19 anos de cadeia, um atento ao mundo político lembrou da frase do pai Emílio Odebrecht, pouco antes do filho ser encarcerado pela Lava Jato. Em tom ameaçador, a patriarca dos Odebrecht afirmou que caso o filho fosse condenado á prisão, iria denunciar os esquemas de corrupção do governo e sentenciou: “Terão que construir mais três celas: para mim, Lula e Dilma”.

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O Globo

O juiz Sérgio Moro condenou a 19 anos de prisão o empresário Marcelo Odebrecht e outros dois ex-executivos da empresa, Márcio Faria e Rogério Araújo, pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Outros dois ex-executivos do grupo foram condenados a penas um pouco menores. Alexandrino Alencar foi condenado a 15 anos, sete meses e dez dias de reclusão e César Ramos Rocha a 9 anos, dez meses e 20 dias por corrupção e de associação criminosa.

A maior pena dos condenados na Lava-Jato é a do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, da área de Engenharia e Serviços, com 20 anos, três meses e dez dias de reclusão.

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O Ministério Público Federal apresentou ao juiz Sergio Moro pedido para que o deputado cassado André Vargas (ex-PT-PR), ex-1º vice-presidente da Câmara, seja novamente condenado em um processo relacionado à Operação Lava Jato, desta vez por ter utilizado dinheiro sujo de propinas para comprar um imóvel de luxo em Londrina. Vargas já foi condenado por Moro a 14 anos e quatro meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. As informações são de Veja.

A segunda turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou ontem a anulação de condenação contra a Copel, na qual a elétrica paranaense deveria pagar cerca de R$ 540 milhões à Ivaí Engenharia, relativa à execução de obras de derivação do rio Jordão (PR), para a construção da hidrelétrica, nos anos 1990. Na sessão de ontem do tribunal, a ministra Assusete Magalhães acompanhou o voto do relator e, por três votos a dois, os ministros acataram o embargo de declaração impetrado pela estatal. As informações são de Rodrigo Polito/Valor Econômico.

Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, foi condenado a 7 anos e seis meses de prisão. Ele cumprirá a pena em prisão domiciliar.

de Kelli Kadanus, Gazeta do Povo:

A ação penal resultante da Operação Lava Jato que tratava de irregularidades nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, terminou com oito réus condenados. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo caso, condenou o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, a 18 anos e oito meses de prisão. Já o ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, foi condenado a sete anos e seis meses.

Por causa do acordo de delação premiada, Youssef vai cumprir apenas três anos da pena em regime fechado e, em seguida, segue para o regime semiaberto. Paulo Roberto Costa cumprirá prisão domiciliar até o dia 1º de outubro de 2015 e, em seguida, cumprirá o regime semiaberto por mais um ano. O restante da pena será cumprida pelo ex-diretor em regime aberto.

de Katia Brembatt, da Gazeta do Povo:

A 2.ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) decidiu nesta quinta-feira (5) anular duas condenações criminais de Abib Miguel, ex-diretor-geral da Assembleia Legislativa do Paraná. Conhecido como Bibinho, ele é acusado pelo Ministério Público (MP) de ser um dos mentores de um esquema de desvio de recursos públicos mostrado pela série Diários Secretos, divulgada pela Gazeta do Povo e pela RPC em 2010.

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de Luiz Carlos da Cruz, Gazeta do Povo:

O ex-prefeito de Realeza, Eduardo André Gaievski, que também foi assessor da Casa Civil na época em que Gleisi Hoffmann (PT) era titular da pasta, foi condenado pela quinta vez por estupro de vulnerável. A sentença de 12 anos, 10 meses e sete dias foi proferida pelo juiz Luiz Fernando Montini, da comarca de Realeza. Desta vez, o caso é de uma vítima que teria sido abusada quatro vezes pelo ex-prefeito que oferecia vantagens e cargos públicos para familiares de menores de 14 anos com quem ele mantinha relações sexuais.

dilma, gleisi, gaievski

Em mais uma sentença, o ex-prefeito de Realeza e ex-assessor da Casa Civil durante a gestão de Gleisi Hoffmann (PT) à frente da pasta, Eduardo André Gaievski (PT) foi condenado nesta terça-feira, 4, a mais 10 anos e seis meses de prisão. Gaievski responde a 17 processos por estupro de vulnerável. Somada a sentença anterior proferida pela juíza Janaina Monique Zanellato Albino, de 15 de setembro, as penas de Gaievski já somam 28 anos e sete meses de reclusão em regime fechado.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

O relatório final da Comissão da Verdade defenderá a responsabilização criminal de agentes da ditadura militar (1964-85) acusados de torturar e matar presos políticos. A decisão foi tomada em reunião fechada, por cinco votos a um. O advogado José Paulo Cavalcanti foi o único contrário à ideia. Agora a comissão definirá se pede abertamente a revogação da Lei da Anistia, que protege os acusados de violar diretos humanos, ou se deixa a tarefa para partidos e movimentos sociais.