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Alvo da Operação Custo Brasil, o ex-ministro Paulo Bernardo (Planejamento/Governo Lula) declarou à Polícia Federal em São Paulo nesta terça-feira, 19, que não recebeu propinas de R$ 7,1 milhões do esquema Consist.

A Consist é uma empresa de software que fez acordo com entidades contratadas pelo Planejamento na gestão de Paulo Bernardo, em 2010. Cabia à Consist gerenciar o dinheiro emprestado a milhões de servidores públicos. O esquema teria desviado R$ 100 milhões de empréstimos consignados entre 2010 e 2015 por meio da cobrança de taxas altas.

Questionado sobre anotações encontradas no escritório do advogado Guilherme Gonçalves, de Curitiba, que indicam supostos repasses de valores em seu favor, Paulo Bernardo negou ter sido beneficiário. Ele sugeriu que Gonçalves pode ter ficado com o dinheiro. As informações são do Estadão.

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Ricardo Noblat

Partido roubou R$ 100 milhões do salário de servidores públicos.

Por obra e graça da Lava-Jato, saem de cena, por ora pelo menos, o PMDB e suas falcatruas. Entram novamente o PT e a corrupção nos governos Lula e Dilma.

O presidente interino Michel Temer agradece comovido.

Ele não poderia ter ganhado presente melhor a dois meses do desfecho no Senado do processo de impeachment da presidente afastada.

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“Queremos saber como esse dinheiro era desviado e informações sobre os milhões em contratos que essa empresa, a Consist, tinha em vários ministérios do governo petista”, disse Francischini.

Fernando Francischini (SD-PR) apresentou dois requerimentos na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados para ouvir a senadora Gleisi Hoffman (PT/PR); os ex-ministros Paulo Bernardo e Carlos Gabas; e o ex-presidente do Serpro, Marcos Mazoni, para que prestem esclarecimentos sobre os esquemas de propinas que desencadeou a Operação Custo Brasil, deflagrada nessa quinta-feira (23) pela Polícia Federal.

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Através de crédito consignado, empréstimo popular entre os servidores públicos, o grupo de Paulo Bernardo conseguiu desviar R$ 100 milhões cobrando R$ 1 indevidamente de dezenas de milhares de funcionários.

Milhares de servidores públicos que usaram o crédito consignado, entre 2010 e 2015, em contratos ligados ao Ministério do Planejamento, “bancaram propina” ao grupo do ex-ministro Paulo Bernardo, que comandou a Pasta até 2011. Os funcionários que tomaram empréstimo deveriam ter pago no máximo R$ 0,30, mensalmente, por um serviço de gerenciamento e controle feito pela empresa Consist Software Limitada, mas acabaram arcando com R$ 1,25, valor quatro vezes maior ao que deveria ser descontado em folha. As informações são d’O Estado de S. Paulo.