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Vera Magalhães, Veja

A Operação Custo Brasil, deflagrada nesta quinta-feira e que resultou na prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, não atingiu sua mulher, Gleisi Hoffmann, mas a senadora petista não escapará de responder a acusações igualmente complicadas. Isso porque a origem da operação, a delação premiada do ex-vereador do PT Alexandre Romano, o Chambinho, atinge Gleisi em cheio.

Além do contrato da empresas Consist para operar crédito consignado do Ministério do Planejamento, que teve parte da propina destinada ao advogado eleitoral da senadora, Chambinho afirmou que outro contrato fraudulento, desta vez com os Correios, irrigou o caixa dois na campanha de Gleisi.

Na noite de ontem (24), os trabalhadores nos Correios do Paraná votaram pela adesão à greve nacional, que agora soma 19 bases sindicais paralisadas, incluindo as maiores, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. A decisão vale para todo o estado e a paralisação segue por tempo indeterminado.

A categoria protesta contra a inclusão, no Acordo Coletivo de Trabalho, de uma nova modalidade de plano de saúde, que prevê cobrança de mensalidade de até 12,98% sobre o salário bruto e exclusão de dependentes. Os trabalhadores reivindicam também a incorporação da Gratificação de Incentivo à Produtividade – GIP, no valor de R$200; correção linear de 12% da GIP; reajuste das perdas salariais desde 1994, no valor de 22,72%; aumento salarial de R$300; correção automática de salários e piso salarial de R$3.377,62, conforme cálculos do DIEESE.

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Calma, gente. O juiz Sérgio Moro não faz campanha contra o álcool. Nem tem nada contra quem gosta de vinho. Acontece que a Operação Lava Jato passou a rondar os membros do famoso Clube do Vinho, que se reunia no Restaurante Madero de Curitiba para degustar botellas que custam acima dos 4 mil reais, dos vinhos mais simples. Membros do “board directors” do clube: Angelo Vanhoni (PT), o advogado Guilherme “Pixuleco” Gonçalves, o empresário Edmilson Rossi, o diretor dos Correios Areovaldo Figueiredo, o advogados Luiz Fernando Delazari, o ex-ministro Paulo Bernardo, Zeno Minuzo, o advogado Luiz Carlos Rocha, o ex-prefeito de SJP Ivan Rodrigues, O empresário de telecomunicações mui amigo de Paulo Bernardo, Ademar Monteiro, empresários da área de telecomunicações, entre outros convidados apreciadores de vinho. Por razões que só o juiz Sergio Moro pode explicar, essa turma não quer mais se encontrar em público.

Já estavam na lista de faltosos o ex-deputado André Vargas e o publicitário Ricardo Hoffmann, recolhidos à cadeia da Polícia Federal

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O corte de 25,98% nos contracheques, definido num primeiro momento, será reavaliado a cada ano a partir do retorno dos investimentos e da expectativa de vida dos participantes.

Uma grande batalha foi travada na Justiça por funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) para tentar evitar que os participantes do Postalis, fundo de pensão da estatal, tenham redução de um quarto nos seus salários a partir de abril de 2015 pelo período de 15 anos e meio. A conta é resultado de um déficit atuarial de R$ 5,6 bilhões no Postalis, controlado pelo PT e PMDB, provocado por investimentos suspeitos, pouco rentáveis ou que não tiveram ainda rendimento repassado ao fundo. Também sob influência dos dois partidos políticos, o Funcef, dos empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), e a Petros, da Petrobrás, contabilizam prejuízos bilionários. As informações são do Estadão.

Da Gazeta do Povo:

Um dos maiores empregadores do país, os Correios decidiram alterar a data de pagamento dos salários dos seus 125 mil funcionários no mês de dezembro.

A segunda parte do 13º salário também só será paga no dia 19 e não mais no primeiro dia de dezembro, como ocorre tradicionalmente. Funcionários da empresa disseram que há pelo menos 20 anos os Correios fazem a antecipação salarial e do benefício no período do Natal.

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Os Correios e seu fundo de pensão, o Postalis, apostaram mais de R$ 300 milhões em transações imobiliárias suspeitas.

Filipe Coutinho e Murilo Ramos, Época:

A Nova Zelândia, a 12.000 quilômetros do Brasil, é um dos países mais transparentes do mundo, um exemplo de excelência em serviços públicos e prestação de contas à população. De Wellington, capital do país, saiu um empreendimento comercial obscuro, que desafia o entendimento no Brasil. No dia 10 de janeiro de 2012, uma empresa de fachada chamada Latam Real Estate New Zealand foi aberta em Wellington, fixada por seus criadores no mesmo prédio ocupado pela Embaixada do Brasil na Nova Zelândia. No dia 5 de março, com menos de dois meses de vida, a Latam abriu em São Paulo uma filial e, 15 dias depois, comprou um terreno de 220.000 metros quadrados em Cajamar, a 45 quilômetros de São Paulo. Em 25 de maio, vendeu o imóvel ao Postalis, o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, por R$ 194 milhões. A Latam atravessou o mundo para dar uma ágil jogada imobiliária no Brasil.

Do Lauro Jardim:

Não bastassem as denúncias contra a Petrobras, outra estatal tem um dirigente derrubado após delações premiadas. Caiu na sexta-feira o número um dos Correios no Rio de Janeiro, Omar de Assis Moreira.

Moreira foi citado em uma investigação da Polícia Federal sobre desvios milionários envolvendo planos de saúde da estatal.


O envolvimento de um dos principais órgãos do Ministério das Comunicações no escândalo enreda ainda mais o ministro Paulo Bernardo.

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Da Veja:

Depois de anunciar que acionarão a Justiça por uma investigação rigorosa sobre indícios da utilização dos Correios em benefício da campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff, o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e o candidato tucano ao governo de Minas Gerais, Pimenta da Veiga, começaram a reunir provas para pedir a cassação dos registros de candidatura da petista e do candidato do PT ao governo de Minas, Fernando Pimentel.

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Do Globo:

O PSDB anunciou que vai entrar na segunda-feira com ação por abuso de poder político no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, pelo uso dos Correios para a distribuição de panfletos eleitorais. Nesta sexta-feira, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) fez uma representação na Procuradoria da República do Distrito Federal contra Dilma, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, e o diretor regional da empresa no interior paulista, Divinomar Oliveira da Silva. O tucano quer que os três sejam processados na Justiça comum por improbidade administrativa.

Segundo reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, foram entregues em São Paulo 4,8 milhões de panfletos sem a chancela dos Correios. Segundo Sampaio, a atitude de Dilma e dos dirigentes dos Correios fere os princípios constitucionais da moralidade e da impessoalidade. Para o deputado, a quantidade postada é muito alta e tem o potencial para afetar a legitimidade das eleições. Conforme a análise do tucano, cada panfleto foi entregue em um endereço e, portanto, deverá ser lido por mais de uma pessoa.