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O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, afirmou nesta quinta-feira (23) que o governo da presidente afastada Dilma Rousseff “jamais apoiou institucionalmente” a operação Lava Jato, que investiga um esquema de corrupção envolvendo desvios da Petrobras.

A Lava Jato teve início em 2014, durante a gestão da presidente Dilma, e levou à prisão dirigentes do PT, como o ex-tesoureiro João Vaccari Neto. Petistas criticavam o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por não controlar a Polícia Federal na Lava Jato.

Painel, Folha de S. Paulo

Pegou muito mal no Instituto Lula o bate-boca de Dilma Rousseff com o chefe da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Para interlocutores do petista, a frase “meu governo não está envolvido em escândalo de corrupção”, proferida pela presidente da República em resposta ao peemedebista, soou como indireta à gestão de seu antecessor. As irritações de Lula com sua sucessora há muito deixaram de ser segredo. Mas o episódio tende a ampliar a fissura na relação entre criador e criatura.

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Agora, até a mídia mais subserviente aos interesses do casal Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo, aí incluída a rede de apoio do PT na internet, admite que a senadora está enrolada até o pescoço na Lava Jato desde que o Ministério Público Federal apreendeu documentos, planilhas, controles no escritório do advogado Guilherme “Pixuleco” Gonçalves, na 18.ª fase da operação. Pois, pois, os documentos mostram repasses da empresa Consist, beneficiária de maracutaia no Ministério do Planejamento à época em que Paulo Bernardo era ministro, com pagamentos de honorários de campanhas da petista. Agora, Gleisi faz esforços para que o esquema petista no Judiciário bloqueie uma investigação contra ela. É o STF que vai decidir se Gleisi será ou não investigada, pois a loira tem foro privilegiado. Já o marido, Paulo Bernardo, não pode assumir a direção de Itaipu porque não tem ficha de bons antecedentes na Lava Jato.

Para relembrar: O envolvimento da senadora apareceu depois da Operação Pixuleco II, da Polícia Federal (PF), que teve como alvo contratos de crédito consignado firmados pelo Ministério do Planejamento em 2010 – último ano da gestão do marido de Gleisi, Paulo Bernardo, na pasta.

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Ontem, a população de Bom Jardim protestou. Quer a prisão da prefeita. Enfim, a loira do Maranhão perdeu. A prefeita Lidiane Leite, 25 anos, do PP, investigada por desvio de dinheiro das escolas municipais, fugiu da cidade. Escafedeu-se antes da Polícia Federal chegar. Ela é muito conhecida na área, famosa por publicar nas redes sociais fotos nas quais exibe seus predicados físicos e a fortuna que lhe permite usar objetos de luxo. Foram presos Beto Rocha, marido da prefeita foragida e ex-secretário de Assuntos Políticos, e o também ex-secretário Antônio Cesarino, da Agricultura.

Lidiane foi eleita prefeita aos 22 anos em 2012, quando seu marido na época, Beto Rocha, teve a candidatura impugnada pela Lei da Ficha Limpa.Ela assumiu a disputa no lugar de Rocha e foi eleita. Ela foi afastada da Prefeitura mais de uma vez, mas obteve rápido apoio judicial, que também é investigado.

GC
O guru de Gleisi Hoffmann, um australiano que descobriu um ótimo negócio na venda de assistência espiritual com toques orientais, acompanhada de receitas de auto-ajuda, aposta na recuperação da loira depois do dia 6 de setembro, quando ela completa 50 anos. Mas a loira guardou uma dose de bom-senso além da filosofia de meia confecção do budista australiano. Sabe que seu destino depende menos da conjunção dos astros que das investigações da Lava Jato. Depende mais de Sergio Moro que de Buda. Aliás, Buda em sânscrito significa Desperto. Que sirva de inspiração à loira, que precisa ficar muito desperta neste momento .

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De O Globo
O operador Milton Pascowitch, delator da Lava-Jato, afirmou ter pago uma série de serviços pessoais ao ex-ministro José Dirceu e seus familiares como forma de repassar propina das empresas que ele representava. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o dinheiro de Pascowitch foi utilizado para pagar parte de um jatinho, despesas de táxi aéreo e reformas em imóveis do ex-ministro, do seu irmão e até para a compra de um apartamento para a filha de Dirceu. O delator teria gasto pelo menos R$ 4,5 milhões com Dirceu. Além disso, a Jamp Engenheiros, de Pascowitch, pagou R$ 1,4 milhão a Dirceu a titulo de “consultoria” em 2011.

O delator afirmou que contratou a Construtora Halembeck Engenharia para reformar o imóvel do irmão de Dirceu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva. O serviço, em um apartamento na Rua Estado de Israel, na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, custou de R$ 1 milhão a R$ 1,2 milhão. Durante as obras, Pascowitch telefonou 62 vezes a Marcelo Amaral Halembeck, dono da construtora.

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Sergio Moro causa um terremoto na Justiça brasileira. Para além do uso exemplar da prisão preventiva, da coleta de depoimentos que não deixam margem a chicanas e dos acordos de delação premiada, a rapidez com que julga e condena está assustando os empreiteiros e operadores presos.

Ontem, Marcelo Odebrecht e outras sete pessoas foram indiciadas pela PF por fraude em licitação, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e formação de cartel. Os agentes federais encontraram indícios de irregularidades em seis obras que a Odebrecht fez para a Petrobras nos últimos anos.

Além de Marcelo Odebrecht, consta da lista da PF Alexandrino Alencar, o homem que bancava as despesas de Lula em suas viagens.

O time da Andrade Gutierrez teve o mesmo destino. Os grandes empreiteiros do país só podem ser encontrados nas celas da Polícia Federal em Curitiba.

Tudo bem, como dizem as almas parvas, só não está bem para Lula et caterva. A Lava Jato se aproxima rapidamente dele, que agora é investigado também em Portugal, a pedido do juiz Sérgio Moro.

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d’O Globo:

Telegramas diplomáticos trocados entre chefes de postos brasileiros no exterior e o Ministério das Relações Exteriores, entre 2011 e 2014, indicam que as atividades do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor do grupo Odebrecht no exterior foram além da contratação para proferir palestras, contrariando o que o petista e a construtora têm sustentado. Os documentos apontam que Lula, já fora do cargo, atuou em pelo menos duas ocasiões para beneficiar a Odebrecht — uma delas, com pedido expresso para que o primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, desse atenção aos interesses da companhia num processo de privatização naquele país. Outro telegrama revela que Lula abriu as portas do BNDES ao governo do Zimbábue, país africano governado pelo ditador Robert Mugabe.

da Folha de S. Paulo:

A Justiça dos Estados Unidos acredita que o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, está envolvido no esquema de corrupção no futebol revelado na semana passada.

É o que informa o “The New York Times”. De acordo com o jornal, funcionários do governo norte-americano, falando sob condição de anonimato, apontaram o francês Valcke como o responsável pela transferência de US$ 10 milhões (cerca de R$ 32 milhões) usados para o pagamento de propinas.