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O Globo

Após o dólar perder força em escala global na quarta-feira, a moeda voltou operar em baixa nesta quinta no mercado brasileiro. Às 9h04 o dólar comercial era cotado a R$ 3,856 para a compra e a R$ 3,858 para a venda, queda de 1,58% ante o real. No dia anterior, a moeda americana fechou cotada a R$ 3,920 na compra e a R$ 3,920 na venda, recuo de 1,70% ante o real, alcançando o menor patamar de fechamento desde 29 de dezembro passado. Com isso, o dólar não só zerou os ganhos acumulados no ano até o momento como passou a cair 0,97%.

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do UOL:

O dólar comercial fechou em alta de 2,56%, a R$ 3,297 na venda nesta quinta-feira (19), maior valor desde 1º de abril de 2003, quando valia R$ 3,304. Com isso, a moeda interrompeu uma sequência de três quedas seguidas.

A valorização do dólar acompanhou a tendência do mundo todo, mas, por aqui, pesaram também as tensões políticas.

O avanço se intensificou depois que a presidente Dilma Rousseff (PT) informou que não vai fazer uma reforma ministerial em seu governo.

O operador de câmbio de um importante banco nacional disse à agência de notícias Reuters que a declaração frustrou a expectativa dos investidores, que era a de que mudanças no Executivo poderiam atenuar a rebeldia no Congresso.

Os atritos entre o governo e seus aliados no Congresso podem dificultar ainda mais a aprovação de medidas para ajustar as contas públicas.

“O custo político de fazer o ajuste (fiscal) está cada vez mais alto e o mercado não gosta disso”, disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira, à Reuters.

Na véspera, papéis da petrolífera haviam entrado em leilão por conta de queda intensa.

de Rennan Setti, O Globo:

Após despencarem mais de 9% na véspera por ter adiado pela segunda vez a divulgação do seu balanço financeiro, as ações da Petrobras operam em forte instabilidade nesta terça-feira. Se ontem as ações sofreram intervenção automática da Bolsa para serem negociadas em leilão por causa de forte queda, hoje o motivo da interrupção é uma alta repentina que fez as ações oscilarem mais de 10% na comparação com o valor de abertura. Os papéis preferenciais (PN, sem voto) entraram em leilão por volta das 11h20m e agora sobem 5,01%, cotadas a R$ 9,63. As ações ordinárias (ON, com direito a voto) tiveram a negociação interrompida para o leilão por volta das 11h25m e agora sobem 2,11%, a R$ 8,69. Com a instabilidade da petrolífera, o índice de referência da Bolsa brasileira, o Ibovespa, também oscila e registrava às 11h31m queda de 0,65%, aos 46.715 pontos.