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O juiz federal Sérgio Moro vai tomar o depoimento na próxima quarta-feira, 22, do ex-prefeito de Londrina Nedson Micheleti (PT) entre 2001 a 2008. Nedson, servidor da Caixa Econômica Federal, foi arrolado como testemunha de defesa do ex-deputado André Vargas (ex-PT) e vai prestar depoimento por meio de videoconferência com a Justiça Federal em Brasília. As informações são da coluna Informe da Folha de Londrina.

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do Lauro Jardim

Na entrevista que dá ao excelente Roberto D’Avila Entrevista que vai ao ar amanhã na Globonews, Nelson Jobim aproveitou não só para confirmar a frase que resultou em sua demissão do Ministério da Defesa no primeiro ano do governo Dilma, como para tripudiar.

Em 2011, Jobim desdenhou suas colegas de ministério Ideli Salvatti e Gleisi Hoffmann. Ideli por ser “muito fraquinha” e Gleisi por que “nem sequer conhece Brasília”.

Agora, cinco anos depois, Jobim volta ao ataque:

– Os fatos me deram razão….

De fato, Jobim não exagerou um milímetro.

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O ex-deputado André Vargas (ex-PT) arrolou como testemunha de defesa o ex-prefeito de Londrina Nedson Luiz Micheleti (PT), assessor da Caixa Econômica Federal. Vargas é réu em ação penal da Operação Lava Jato que apura crimes de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. O Ministério Público Federal aponta que Vargas utilizou duas empresas de fachadas, que estavam em seu nome e nos nomes de seus irmãos, para receber dinheiro desviado de contratos da agência Borgui/Lowe justamente com a Caixa e com o Ministério da Saúde. Estes valores, segundo o MPF, chegam a princípio a R$ 1,1 milhão. As informações são da Folha de Londrina.

Foto: Gustavo Miranda – Arquivo O Globo jaques wagner - gustavo miranda-arquivo o globo

de Elisa Clavery, O Globo:

O ministro da Defesa Jaques Wagner afirmou, na manhã dessa quarta-feira, no Rio de Janeiro, que não vê motivos para que o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso nessa manhã, pela investigação da Operação Lava-jato, se afastasse das funções ou do partido político. Ele afirmou que não é favorável à tese de que basta uma denúncia para se afastar as pessoas.

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O juiz Sérgio Moro autorizou o depoimento de seis políticos – entre eles, o ministro de Defesa, Jaques Wagner (PT) – indicados pela defesa do presidente da UTC, Ricardo Pessoa, na ação que corre na Justiça Federal de Curitiba. Além de Wagner, foram arrolados os deputados federais Jorge Tadeu Mudalen (DEM), Arlindo Chinaglia (PT), Paulinho da Força (SD) e Jutahy Magalhães Júnior (PSDB); e o secretário de Agricultura de São Paulo, Arnaldo Jardim. Apesar autorizar os depoimentos, Moro criticou a intimação das autoridades. “A oitiva (…) é sempre demorada e difícil (…). Além disso, tais agentes públicos servem à comunidade e não se afigura correto dispender o seu tempo, além do desse juízo, ouvindo-os sem que haja real necessidade”, diz um trecho do seu despacho. Com informações da Gazeta do Povo.

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do Painel, Folha de S. Paulo:

Jaques Wagner (Defesa) usou metáforas automobilísticas para analisar, no Twitter, as dificuldades do governo em política e economia: “Numa corrida de muitas voltas, não basta o piloto ser bom. Precisa ter uma estratégia para vencer”.

“Agora precisamos fazer um pit stop e acertar a máquina para arrancar de novo. Isso é o ajuste fiscal e assim precisa ser compreendido por todos”, concluiu o ministro na rede social.

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O empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, preso desde 14 de novembro na sede da Polícia Federal, em Curitiba (PR), base da Operação Lava Jato, chamou o ex-ministro da Comunicações, Paulo Bernardo, para ser sua testemunha. Em resposta à acusação feita pela Procuradoria, juntado aos autos da Lava Jato nesta quinta-feira, 29, executivo arrolou também o ex-ministro das Defesa, Jaques Wagner,, o candidato à presidência da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT) entre outros deputado. As informações são do Estadão.

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Em ofício enviado ao ministro do STF, Teori Zavascki, o juiz Sérgio Moro, que conduz todas ações da Operação Lava Jato, negou haver ‘tortura psicológica’ a empreiteiros presos. Moro atribui versão da defesa a ‘meros arroubos retóricos’. O juiz afirmou ainda que as prisões não tem como objetivo ‘obter confissões involuntárias’. “Já a equiparação da prisão à “tortura psicológica”, não vislumbro sentido nela salvo se então admitido que todos os presos brasileiros sejam também considerados “torturados psicológicos””, afirmou Moro. As informações são do Estadão.