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O Congresso Nacional pode autorizar o governo federal a fazer um déficit primário (resultado de gastos maiores que as receitas, sem contar o pagamento dos juros da dívida) de até R$ 117,9 bilhões este ano, o equivalente a 2,05% do PIB. O número foi apresentado ontem pelo deputado Hugo Leal (Pros­-RJ), relator do projeto de lei que altera, mais uma vez, a meta fiscal deste ano. As informações são do Estadão.

Estado volta a ser grande exportador de matérias-primas enquanto a venda de manufaturados segue em queda

O saldo da balança comercial paranaense (diferença entre as exportações e as importações) acumulou um déficit de US$ 211 milhões de janeiro a março de 2015. O resultado significa que, em valores, o Estado importou mais do que exportou. As exportações no período totalizaram US$ 3,003 bilhões e o total importado chegou US$ 3,215 bilhões. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). De acordo com análise do departamento econômico da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) o déficit em grande parte se deve à diferença de valor entre o que é exportado e o que é importado. É que o Paraná voltou a ser um exportador de matérias-primas enquanto a exportação de produtos manufaturados e semimanufaturados segue em queda.

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Do Lauro Jardim:

A conta-petróleo do Brasil (ou seja, a exportação de petróleo e derivados menos importação de petróleo, derivados e gás natural) entre janeiro e setembro registrou um déficit de 12,5 bilhões de dólares. Um estrago e tanto na balança comercial.

No governo Dilma, esse vermelho já alcança 44 bilhões de dólares – um volume 68% maior que o déficit acumulado nos oito anos do período Lula, aquele em que se festejou a autossuficiência do petróleo.

Da Folha de S.Paulo:

O governo Dilma Rousseff gastou além de sua arrecadação pelo quinto mês consecutivo, e o Tesouro Nacional agora acumula até setembro um deficit inédito em duas décadas.

No mês passado, as despesas com pessoal, programas sociais, investimentos e custeio superaram as receitas em R$ 20,4 bilhões, o maior valor em vermelho já contabilizado em um mês. Com isso, o resultado do ano passou de um saldo fraco para um rombo de R$ 15,7 bilhões.

Em outras palavras, o governo federal teve, de janeiro a setembro, deficit primário, ou seja, precisou se endividar para fazer os pagamentos rotineiros e as obras de infraestrutura.