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O senador Roberto Requião (PMDB-PR) afirmou que a versão de um delator que o acusou de liderar um esquema de desvios no Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais, que julga questões tributárias no Paraná, são “vingança” contra ele. As acusações do delator, o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, foram reveladas pela Folha em 4 de julho. A reportagem já contemplava a versão do governador, de que ele teria combatido a corrupção praticada por fiscais da Secretaria da Fazenda. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Leandro Loyola, Época

A delação da Odebrecht também tem itens de menor potência. Entre os cerca de 90 temas que os advogados negociam com os procuradores, consta um capítulo sobre pagamentos aos blogs que faziam a defesa dos governos Lula e Dilma Rousseff e do PT. Além de verbas públicas, a turma também recebia das empresas envolvidas na Operação Lava Jato.

(foto: arquivo/google)

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A PGR trabalha para que os inquéritos cheguem ao gabinete do relator da Lava Jato no Supremo, ministro Teori Zavascki, antes do recesso do Judiciário, que começa no dia 1.º de julho.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, planeja enviar ao Supremo Tribunal Federal, até o fim desta semana, os pedidos de abertura de inquérito dos políticos citados na delação premiada do ex-­presidente da Transpetro Sérgio Machado. As informações são de Isadora Peron e Gustavo Aguiar no Estadão.

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A Operação Lava Jato que investiga situação e oposição, que já fragilizou os grandes nomes do PT nativo, agora pode espirrar em Fernando Haddad, prefeito de São Paulo

As negociações da OAS para se tornar colaboradora da Lava Jato podem causar danos ao prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). A OAS se oferece para falar sobre pagamentos ilegais feitos a João Santana – o onipresente marqueteiro do PT também fez a campanha de Haddad em 2012. Santana está preso. Com informações de Leandro Loyola na Época.

Editorial, Folha de S. Paulo

Para sorte de todos os brasileiros que desejam um país melhor, a Operação Lava Jato alterou o paradigma de combate à corrupção.

Com o apoio da teoria dos jogos, embutida no sistema de delações premiadas, procuradores têm conseguindo revelar os meandros dos esquemas de propina. De forma inédita, condenam-se dirigentes de grandes empreiteiras, enquanto políticos de alta patente se tornam alvo de investigações.

Como seria de esperar, forças poderosas mostram-se dispostas a pôr freio nas operações. Atuam tanto nas sombras -onde, ao que parece, têm fracassado- quanto à luz do dia, por meio de projetos destinados a modificar as leis em vigor.

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O ex-ministro Paulo Bernardo é preso, e a sede do PT em São Paulo se torna alvo de busca e apreensão. Tudo porque um ex-vereador do PT resolveu contar o que sabe

Daniel Haidar, Época

Ainda sob a penumbra da manhã de inverno, oito homens do Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, equipe com uniformes camuflados especializada em controle de distúrbios, cercaram a sede do Partido dos Trabalhadores, em São Paulo.

Os agentes remexeram gavetas, apreenderam computadores e saíram com caixas de documentos. A ação só foi possível porque, meses antes, um petista envolvido na Lava Jato resolveu falar. Em delação premiada homologada em março pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, o ex-vereador de Americana, em São Paulo, Alexandre Romano, o Chambinho, contou o que sabe e se tornou o primeiro integrante do PT, partido notório pela lealdade de seus membros, a colaborar com as investigações. A busca e apreensão na sede do PT na quinta-feira (23) era parte da Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato que corre em São Paulo.

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O ex-ministro Paulo Bernardo foi preso pela Polícia Federal nesta quinta-feira (23), no apartamento funcional de sua mulher, a senadora Gleisi Hoffman, do PT, na Operação Custo Brasil, o primeiro desdobramento da Operação Lava Jato em São Paulo. Bernardo é suspeito de participar de uma fraude que desviou cerca de R$ 100 milhões do Ministério do Planejamento entre março de 2005 e janeiro de 2011. Ele caiu graças às revelações de um petista hierarquicamente humilde, Alexandre Romano, o “Chambinho”, ex-vereador pelo PT em Americana, no interior de São Paulo. Chambinho foi o primeiro delator petista. Posteriormente, o ex-senador Delcídio do Amaral também contribuiu com as investigações, ao dizer que Bernardo beneficiava a empresa envolvida na fraude no Planejamento desde os tempos em que foi secretário no governo de Zeca do PT, em Mato Grosso do Sul. As informações são de Daniel Haidar na Época.

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Já é notícia velha e recorrente que a campanha de prefeito de Gustavo Fruet (PDT) em 2012 para a prefeitura de Curitiba recebeu recursos de empreiteiras envolvidas com o escândalo de corrupção da Petrobras. O foco da Polícia Federal, por ora, nunca foi a campanha do pedetista. Mas a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo pela Polícia Federal, na operação “Custo Brasil” – um desmembramento da Lava Jato, causou extrema apreensão na prefeitura de Curitiba. As informações são do blog de Karlos Kohlbach no MassaNews.

Lauro Jardim, O Globo

Presa desde o dia 22, Mônica Moura, mulher de João Santana, iniciou negociações com os procuradores em Curitiba para uma delação premiada.

Se fechar, será uma delação explosiva. Mônica poderá falar exatamente de caixa dois em campanhas — o que será matador para a chapa Dilma/Temer; além de pegar também Fernando Haddad, para quem a dupla Mônica e João fez campanha em 2012.

O advogado de Mônica, Fabio Tofic, nega que essas tratativas estejam acontecendo.

O Globo

Os empresários Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro, que comandavam duas das maiores empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção na Petrobras — a Odebrecht e a OAS —, estão fechando um acordo entre eles para, em seguida, começar a negociar colaboração premiada com a força-tarefa do Ministério Público Federal à frente das investigações da Operação Lava-Jato. A informação foi passada ao GLOBO por uma pessoa ligada a um dos executivos.

Numa operação casada, Marcelo e Léo Pinheiro querem se colocar à disposição dos procuradores para delatar o que sabem sobre a corrupção na Petrobras e em outras áreas da administração pública. Em troca, pretendem receber os benefícios previstos em lei, assim como outros réus da Lava-Jato. O acordo, segundo a fonte, não envolve combinação de versões entre os executivos. O plano é os dois fazerem opções simultâneas por uma mesma tentativa de resolver o problema.