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A agenda de compromissos em 2014 do então ministro das Comunicações Paulo Bernardo (PT-PR) indica que era ele o interlocutor de mensagens interceptadas pela Polícia Federal no telefone do executivo da Andrade Gutierrez Otávio Azevedo. Em relatório na Operação Lava Jato, a PF apontou que o celular que registrou trocas de mensagens com Azevedo “possivelmente” pertenceria a Paulo Bernardo. A dúvida sobre a identidade surgiu porque o contato de Azevedo, um celular de Brasília, aparece registrado em nome de duas pessoas ao mesmo tempo: Paulo Bernardo e também João Rezende, possível referência ao presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), pessoa próxima do ex-ministro. As informações são de Rubens Valente na Folha de S. Paulo.

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Segundo a Procuradoria-Geral da República, “do valor total da propina informada, a divisão era a seguinte: 80% para Eduardo Cunha, 12% para Funaro, 4% para Cleto e 4% para Margotto

O ex-vice-presidente da Caixa Fabio Cleto afirmou em sua delação premiada que teve reuniões semanais com o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) durante quatro anos para tratar de um esquema de propina envolvendo o FI-FGTS e que o parlamentar embolsou 80% dos recursos desviados. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Do Globo:

O doleiro Alberto Youssef deverá devolver aos cofres públicos R$ 55 milhões até o fim dos processos abertos contra ele a partir da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. A devolução do dinheiro e dos bens obtidos de recursos ilícitos faz parte do acordo de delação premiada que o doleiro firmou em troca de redução substancial das penas de prisão a que poderia ser condenado por desvios de verbas da Petrobras e de outras áreas da administração pública. Na quarta-feira, Youssef recebeu alta do hospital em Curitiba onde estava internado desde sábado e voltou para a prisão.

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A casa caiu. A edição de domingo do jornal Estado de S. Paulo (foto),que circula a partir deste sábado, traz uma denúncia que significa pá de cal no combalido PT do Paraná. Segundo o Estadão, a ex-ministra da Casa Civil de Dilma Rousseff, a paranaense Gleisi Hoffmann, recebeu R$ 1 milhão do esquema de desvios da Petrobras. A acusação foi feita por Paulo Roberto Costa e confirmada pelo doleiro Alberto Youssef, em delações premiadas. Em 2010 Gleisi concorreu ao Senado e se elegeu com grande votação depois de fazer uma das campanhas mais caras que já se viu no Paraná.

Como de costume no PT, Gleisi afirma que não sabe, nunca viu, não conhece Costa e nem o doleiro Youssef. Essa foi uma das razões que levaram o staff de Dilma Rousseff a chutar Gleisi de sua passagem por Curitiba. Aliás, também foi excluido o seu marido, o ministro Paulo Bernardo e também seu pupilo, Gustavo Fruet. Assim caminha a humanidade.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

O Ministério Público Federal já estuda pedir novamente a transferência de Paulo Roberto Costa, o ex diretor que abriu o jogo sobre a corrupção na Petrobras. Há temor de represálias por ele ter relatado repasses de propina a dezenas de políticos aliados ao governo Dilma Rousseff. A ideia é mandar o delator para o presídio federal de Catanduvas (PT). Se contar tudo o que sabe e for libertado ao fim dos depoimentos, Costa deverá contar com proteção policial em casa.