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O Globo

O promotor Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo, marcou o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua mulher, Marisa Letícia, para o dia 17 de fevereiro em São Paulo. Será a primeira vez que Lula prestará depoimento como investigado. A informação foi confirmada por Conserino ao GLOBO.

O Ministério Público apura crime de ocultação de patrimônio no caso do tríplex do Guarujá que foi mantido pelo casal. No dia 17 de fevereiro também serão ouvidos o empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, e o engenheiro Igor Pontes, que acompanhou Lula durante visita ao apartamento.

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De O Antagonista

Num de seus depoimentos à Lava Jato, segundo a Veja, Nestor Cerveró contou que a campanha de Lula, em 2006, foi financiada com propina paga pelo contrato do navio-sonda Vitória 10000. Isso mesmo: Lula se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras. O operador Júlio Camargo já havia admitido o pagamento de 25 milhões de dólares em propina para favorecer o estaleiro Samsung e a empreiteira Schahin no contrato do Vitória 10000.

O que Nestor Cerveró disse agora à Lava Jato foi que o contrato fraudulento assinado pela Petrobras com a empreiteira Schahin serviu para saldar dívidas de 60 milhões de reais da campanha de Lula, em 2006, com o Banco Shahin. Lula deve ser preso.

Nestor Cerveró, além de entregar Lula, entregou também José Sérgio Gabrielli. A ordem para que Nestor Cerveró direcionasse o contrato do navio-sonda Vitória 10000 para a Schahin foi dada pessoalmente pelo presidente da Petrobras. De acordo com Nestor Cerveró, José Sérgio Gabrielli disse-lhe:

“Veio um pedido do homem lá de cima. A sonda tem de ficar com a Schahin”.

O homem lá de cima vai parar lá embaixo.

O doleiro Alberto Youssef é a próxima testemunha a ser ouvida em ação no TSE sobre irregularidades na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) no ano passado. O depoimento será no dia 9 de junho, na Justiça Federal de Curitiba. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa prestou depoimento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pela mesma ação. Delator do esquema de desvio de recursos da estatal para pagamento de propina a partidos políticos, Costa foi questionado se houve pagamento de propina também na campanha. As informações são do Estadão.

paulo roberto costa1 Ex-diretor de Abastecimento da Petrobras cumpre prisão domiciliar no RJ. Ele foi preso durante a operação, que investiga fraude em contratos.

do G1:

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, está sendo ouvido pelo juiz federal Sérgio Moro, desde as 9h desta terça-feira (28). Ele cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro e chegou à capital paranaense na noite de segunda-feira (27).

Segundo a Polícia Federal (PF) do Paraná, Costa, provavelmente, passou a noite em um hotel da cidade. O esquema de segurança para o depoimento foi todo organizado pela Polícia Federal do Rio. Depois da oitiva, Costa deve voltar para o Rio de Janeiro, onde continuará a cumprir a prisão domiciliar.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Se for aprovada acareação entre João Vaccari Neto e Pedro Barusco na CPI da Petrobras, o tesoureiro do PT pretende comparecer novamente munido de habeas corpus que impeça sua prisão e reafirmar que nunca recebeu propina.

Olhos nos olhos – O PT e os advogados de Vaccari acreditam que ele pode repetir a defesa, porque não há provas materiais das acusações. Admitem, no entanto, que o impacto da fala de Barusco cara a cara com o tesoureiro deve ser devastador.

Psicotécnico – Opositores que observavam Vaccari de perto dizem ter visto suas mãos tremerem quando ele foi confrontado com a possibilidade de uma acareação.

do Painel, Folha de S. Paulo:

A oposição criou seu roteiro dos sonhos para a ida de João Vaccari Neto à CPI da Petrobras: ele não usa seu direito de ficar calado e nega ter recebido propina.

O ato seguinte seria uma acareação entre o tesoureiro do PT e o delator Pedro Barusco, que o acusou de receber dinheiro. Doente, o ex-gerente da estatal confrontaria Vaccari e garantiria um embate “espetacular”.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Embora não defenda publicamente o impeachment de Dilma Rousseff, a oposição aposta no depoimento de Alberto Youssef à CPI da Petrobras como o caminho jurídico para embasar um eventual pedido, caso as manifestações pela saída da presidente ganhem força. O doleiro disse em delação na Lava Jato que Dilma e Lula sabiam dos desvios na estatal. Para os oposicionistas, a oitiva de Youssef pode ter no petrolão o mesmo impacto que a de Duda Mendonça teve no mensalão.

pedro barusco - globo news

Não é sem razão que o governo Dilma, Lula, PT, PMDB, PP e assemelhados queriam impedir o gerente Pedro Barusco de depor na CPI da Petrobras. Neste momento, ele põe toda a sujeira no ventilador. De algo o PT e sua turma pode se ufanar. Conseguiu bater todos os recordes planetários de corrupção.

Via G1:

– “Comecei a receber propina em 1997, 1998. Foi uma iniciativa pessoal minha, junto com o representante da empresa. De forma mais ampla, em contato com outras pessoas da Petrobras, [passei a receber propina] a partir de 2003, 2004”, afirmou o ex-gerente da estatal.

– Barusco também voltou a dizer que “estima” que o PT tenha recebido entre US$ 150 mi e US$ 200 mi. “Cabia a mim, uma quantia, e eu recebi. Cabia ao PT uma outra quantia, o dobro. E eu estimo que pode ter sido até US$ 150 milhões a US$ 200 milhões. Não sei como o João Vaccari recebeu, se recebeu. Se foi doação oficial, se foi conta lá fora. Existia uma reserva de propina para o PT”, disse.

– Barusco explicou que devolverá aos cofres públicos a quantia de US$ 97 milhões. “Desses valores que recebi, e já esclareci para o MPF, desde 97, eu recebi e esse dinheiro era aplicado. Então eu separei em depósitos que seria a propina em si, e também os rendimentos financeiros. […] Então são US$ 70 milhões [em propina], e US$ 27 milhões são em rendimentos financeiros”, afirmou o ex-gerente.