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Ricardo Noblat

Quando a Câmara dos Deputados autorizou a instauração do processo de impeachment, a presidente Dilma Rousseff foi aconselhada por Jaques Wagner, o ministro-chefe da Casa Civil, a telefonar para cada um dos 137 deputados que votaram contra. Ela deveria agradecer pelo que eles fizeram.

Wagner deu a Dilma a lista dos 137 com os respectivos números de celulares, dos telefones fixos e de outros telefones onde poderiam ser encontrados. Pôs quatro telefonistas do Palácio do Planalto à disposição de Dilma para fazerem as ligações.

Dilma desprezou o conselho de Wagner. Telefonou para poucos deles.

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A seis meses do início da campanha das eleições de outubro, pelo menos 17 deputados estaduais podem disputar o comando de municípios em suas bases de atuação. Em Curitiba, a eleição poderá contar com a participação do maior número de deputados caso Ratinho Jr confirme sua candidatura pelo PSC.

Além de Ratinho, cinco deputados já anunciaram a intenção de participar da corrida pela sucessão de Gustavo Fruet (PDT): Maria Victória (PP), Requião Filho (PMDB), Tadeu Veneri (PT), Mauro Moraes (PSDB) e Ney Leprevost (PSD).

Cascavel e Ponta Grossa poderão contar com três deputados candidatos. Em Cascavel, já anunciaram a intenção de disputar a sucessão de Edgar Bueno (PDT), os deputados Leonaldo Paranhos (PSC), Márcio Pacheco (PPL) e Professor Lemos (PT). Em Ponta Grossa deverão disputar a sucessão de Marcelo Rangel (PPS), os deputados Márcio Pauliki (PDT), Péricles de Mello (PT) e Plauto Miró (DEM).

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O Globo

BRASÍLIA – Se a votação sobre o impeachment no plenário da Câmara fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff manteria seu mandato, caso os deputados votassem segundo a avaliação das lideranças de seus partidos. O GLOBO ouviu nesta quinta-feira os líderes dos 17 maiores partidos da Casa. Segundo esse levantamento, Dilma teria hoje o respaldo de pelo menos 258 dos 513 deputados, 86 votos a mais do que os 172 necessários para se manter no poder.

Pois, pois, a janela da infidelidade, que vai permitir a mudança de partido, sem perda de mandato, é esperada ansiosamente por políticos nativos de todas as cores e ideologias. Conta uma fonte do blog que a bancada do PMDB na Assembleia Legislativa poderá passar por um processo de lipoaspiração. “Pelo menos quatro deputados, mais alinhados ao Governo Beto Richa (PSDB), poderão deixar o reduto dominado desde sempre pelo Requião”. O destino desta turma toda, ainda segundo a fonte, deverá ser o PSB, que hoje conta com apenas dois parlamentares – Gilberto Ribeiro e Tiago Amaral.

A pedido do presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Arthur Lira (PP-AL), a equipe técnica da Câmara dos Deputados fez um levantamento para traçar como seria a tramitação interna de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Em resposta, os consultores afirmaram que o trâmite de um processo contra Dilma não passaria pela CCJ, segundo o artigo 218 do Regimento Interno da Câmara, assim como ocorreu no processo contra Fernando Collor. A denúncia, após ser recebida pelo presidente da Câmara, será despachada para uma Comissão Especial. O colegiado deverá ser composto por representantes de todos os partidos de forma proporcional ao tamanho das bancadas. As informações são do Estadão.

Alguns deputados do PMDB do Paraná parecem aguardar apenas a oficialização da chamada “janela” pelo Congresso Nacional para deixar o partido. Estes parlamentares avaliam que a legenda tende a minguar, já que permanece sob controle do senador Roberto Requião, que pretende lançar o filho, deputado Requião Filho, candidato a prefeito de Curitiba no ano que vem. Eles acusam Requião de insistir na política de privilegiar os interesses familiares, em detrimento de um projeto de fortalecimento e abertura da legenda para novas lideranças. As informações são do Bem Paraná.

Usar recursos previstos em regimento para desmanchar acordos duramente costurados, apenas com o objetivo de salvaguardar a imagem de alguns deputados perante os servidores estaduais, prejudica os próprios trabalhadores.

Editorial, Gazeta do Povo:

O Paraná inteiro sabe o quanto custou o acordo para se votar o projeto de lei que concederia aumento de 3,45% aos servidores públicos do estado. O reajuste acertado deveria ser o capítulo final de uma novela iniciada no começo do ano e que envolve o esforço fiscal do estado para colocar em ordem suas contas, a greve dos professores e de várias outras categorias de servidores, a invasão do plenário da Assembleia Legislativa para impedir a votação de um projeto sobre a Paranaprevidência, e o tristíssimo episódio de 29 de abril, em que confronto entre polícia e professores deixou mais de 200 feridos. O estado inteiro – não apenas os servidores, mas também aqueles que deles dependem, como os alunos da rede estadual – sofreu, e esperava-se que, uma vez acertados os termos do reajuste salarial, seria possível retomar a normalidade.

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Esforço concentrado dos deputados Ademar Traiano, Luiz Cláudio Romanelli e Alexandre Curi. Muita conversa com os dirigentes da APP-Sindicato que sentiram a greve murchar rapidamente nos últimos dias. Saiu uma nova proposta fez com que finalmente os servidores e os deputados entrassem em um acordo para o reajuste salarial do funcionalismo público. O acordo envolve reajustes em três anos, com o pagamento de 3,45% em outubro, referente à inflação entre maio e dezembro de 2014; outro reajuste de 8,5% em janeiro de 2016, o que anteciparia a data base e, finalmente, outro aumento em janeiro de 2017, referente à toda inflação de 2016 medida pelo IPCA mais 1% de ganho real. Ainda em 2017 haverá o pagamento da data base. Ou seja, a fórmula apresentada pelo governador Beto Richa com pequena alteração. Resta agora, a aprovação final do governador.

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Mandado de prisão é contra o empresário Milton Pascowitch; operação é cumprida desde a madrugada em São Paulo, Rio e Minas

d’O Globo

O operador Milton Pascowitch, preso nesta quinta-feira durante a realização da 13ª fase da operação Lava-Jato, é citado pelo ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco como operador de pagamento de propina oriunda dos contratos da estatal. Milton também pagou, por meio de sua empresa, a Jamp Engenheiros Associados Ltda, R$ 1,45 milhão à JD Consultoria, de José Dirceu. Os pagamentos a Dirceu foram realizados em 2011 (R$ 300 mil) e em 2012 (R$ 1,1 milhão).

A Polícia Federal deflagra desde a madrugada desta quinta-feira a 13ª fase da Operação Lava-Jato em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. São seis mandados judiciais, sendo quatro de busca e apreensão, um de de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento, e um de prisão preventiva.

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A vice-governadora Cida Borghetti se reuniu, nesta quarta-feira (20), com o vice-presidente Michel Temer e deputados federais do Paraná. A revisão do processo de estadualização de rodovias federais (MP 82), que pode transferir mil quilômetros de vias da União para o Estado, foi uma das demandas do Estado apresentada por Cida Borghetti ao vice-presidente. A transferência teria de R$ 200 milhões ao ano para o Paraná.