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O deputado federal Sérgio Souza (PMDB-PR) esclarece que o que está circulando nas redes sociais não representa a sua opinião em relação ao processo de impeachment. Ele enfatiza: “Como relator da CPI dos Fundos de Pensão, na qual entregarei o resultado nos próximos dias, preciso manter minha isenção de qualquer tema que venha prejudicar ou influenciar a aprovação do relatório final. Como advogado, tenho conhecimento jurídico suficiente para analisar os elementos probatórios do processo de impeachment e cumprir com a minha missão de julgador. Meu posicionamento será externado em momento adequado e sempre será a favor do Brasil”, afirmou Sérgio Souza.

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“Acho que, daqui a 200 anos, quando um jornalista e historiador quiser escrever um livro sobre 2016, provavelmente vai chegar à conclusão de que a gente vive hoje um período tão transformador quanto foi a vinda da corte portuguesa em 1808 ou a Independência do Brasil, em 1822. Porque o país está passando por uma experiência inédita na sua história, que é o exercício continuado da democracia durante mais de três décadas. Se você olhar o Brasil pela perspectiva do noticiário do dia a dia, dá a impressão de que o país acabou. Mas, se olhar de uma forma mais distanciada, vai ver que a gente está vivendo uma experiência maravilhosa. É a primeira vez que todos os brasileiros são chamados a participar da construção do futuro. E democracia é difícil”.

do jornalista e historiador Laurentino Gomes — autor da série de livros 1808, 1822 e 1889 – em entrevista ao Extra (confira aqui na íntegra).

O Antagonista

Ricardo Noblat conversou com líderes de quatro partidos e concluiu que o impeachment depende “do voto de cerca de 40 deputados, a maioria deles do PP, do PR e do PSD”.

Ele disse também que o voto será daqui a duas semanas:

“Eduardo Cunha, presidente da Câmara, acertou com líderes de partidos o calendário das votações do impeachment. Ele será votado pela Comissão Especial no próximo dia 11, uma segunda-feira. E pelo plenário a partir da sexta-feira dia 15. No plenário, a votação deverá se estender por três dias. Cada deputado terá um minuto para justificar seu voto”.

Domingo, 17 de abril.

GB, AF, JL O Globo

d’O Globo

Um dia após o PMDB ter decidido desembarcar do governo por aclamação, a resistência dos ministros do partido em deixar seus cargos provocou embaraços que podem atrapalhar a reforma ministerial que o Palácio do Planalto desejava concluir até o fim da semana para recompor a base aliada e evitar a aprovação do processo de impeachment.

A quarta-feira girou em torno da polêmica sobre a permanência dos seis ministros peemedebistas, depois de o partido ter aprovado moção que desautoriza filiados a exercerem cargos no governo. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu — considerada uma das mais governistas no PMDB — polemizou ao dizer que não sairá do ministério, nem do partido. A ministra chegou a propagar a versão de que havia um acordo entre os seis ministros para que tirassem uma licença do partido e, assim, pudessem permanecer no governo. A ideia foi refutada pela cúpula do PMDB, que alega não haver previsão de licença para este caso.

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O Globo

A reunião que confirma o rompimento do PMDB, o maior partido de sustentação da base aliada, com o governo, começou em clima de euforia entre aqueles que defendem o desembarque. Até o momento, os políticos mais alinhados ao governo ou aqueles que ainda tinham dúvidas sobre o momento adequado para dar este passo, não compareceram. O rompimento foi aprovado em três minutos.

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Lauro Jardim, O Globo

Eduardo Cunha tomou pelo menos duas medidas para fazer o impeachment ser votado sob temperatura máxima.

Primeiro, marcou a votação para 17 de abril, um domingo, o que poderá fazer lotar as ruas Brasil afora, além de Brasília, claro.

Além disso, Cunha fará a chamada nominal dos deputados do Sul para o Norte, de modo que quando chegar nas áreas mais favoráveis ao governo o voto contra já será em torno de 75%.

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Pedro Ribeiro, Paraná Portal

O senador paranaense, Roberto Requião (PMDB), acaba de dar sinais de que, efetivamente, vai pendurar as chuteiras. Muito próximo dos 80 anos de idade, acaba de inflamar grande parte da população brasileira, em especial a paranaense, com a atitude insólita de assinar, como único peemedebista, documento – “Reclamação Disciplinar” – elaborado pelos senadores petistas encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz Sérgio Moro, coordenador da Operação Lava Jato.

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Vera Magalhães, Radar on-line

A força-tarefa em Curitiba deve antecipar uma série de ações ligadas à Operação Lava-Jato como forma de responder às tentativas de intimidação dos investigadores, que se intensificaram nas últimas semanas.

Fatos como a nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil, as tentativas de desqualificar o juiz Sergio Moro e a entrevista do ministro Eugenio Aragão sedimentaram nos procuradores, delegados e agentes da Polícia Federal a convicção de que haverá uma tentativa de conter as apurações.

Em virtude disso, devem ser aceleradas a revelação de documentos apreendidos em fases anteriores da operação, a denúncia de investigados e até novos pedidos de busca e apreensão, condução coercitiva e prisões.