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Gazeta do Povo

O juiz federal Sergio Moro condenou nesta segunda-feira (1.º) o ex-diretor da Petrobras Jorge Zelada a 12 anos e 2 meses de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro referente aos desvios na estatal. Zelada também foi condenado a pagar uma multa no valor de R$ 1,2 milhão. O processo trata de irregularidades na contratação da empresa Vantage Drilling pela diretoria Internacional da Petrobras. O ex-diretor foi preso em julho do ano passado na deflagração da Conexão Mônaco, 15.ª fase da Operação Lava Jato .

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (2) a 15ª Fase da Operação Lava Jato, batizada como Conexão Mônaco. Os policiais cumprem quatro mandados de busca e apreensão – três no Rio de Janeiro e um em Niterói – e um mandado de prisão preventiva no Rio de Janeiro contra o ex-diretor da Petrobras, Jorge Luiz Zelada. As informações são da Agência Estado.

O foco das investigações é o recebimento de vantagens ilícitas no âmbito da Diretoria Internacional da companhia petrolífera brasileira. Zelada sucedeu Nestor Cerveró, que ocupou o cargo entre 2008 e 2012 e também está preso.

Os investigados responderão pelos crimes de corrupção, fraude em licitações, desvio de verbas públicas, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Jorge Zelada será levado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba onde permanecerá à disposição do juízo da 13ª Vara da Justiça Federal.

Foto: Divulgação – Atlético Paranaense paulo carneiro - foto

Mário Celso Petraglia, que não é ruim da cabeça nem doente do pé, importou da Bahia um marechal de campo para ocupar a vaga de diretor de futebol que estava sem ninguém desde a saída do Antonio Lopes.

É Paulo Carneiro, amigo pessoal de Petraglia, filho de Oxóssi, heterodoxo, foi presidente do Vitória e diretor de futebol do Bahia,fã de Bethânia, engenheiro mecânico, ex-vereador e ex-deputado.

do Painel, Folha de S. Paulo:

O ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco admitiu em depoimento na Operação Lava Jato que ele e o ex-diretor Renato Duque receberam propina “em mais de sessenta contratos” da estatal de 2005 a 2010. Barusco, que afirmou ter recebido indevidamente US$ 97 milhões, declarou que Duque tinha participação ainda maior na divisão do dinheiro desviado. O ex-gerente disse ainda que também houve pagamentos a Jorge Luiz Zelada, diretor da área internacional da Petrobras até 2012.

Foto: Jonathan Campos/Arquivo Gazeta do Povo
bibinho - gazeta

A prisão preventiva do ex-diretor Abib Miguel foi decretada pelo Tribunal de Justiça, com base em dois processos a que ele respondeu na 9.ª Vara Criminal de Curitiba.

Da Gazeta do Povo:

O ex-diretor geral da Assembleia Legislativa do Paraná, Abib Miguel, 74 anos, foi preso novamente nesta sexta-feira (12) na casa dele, em Curitiba. Conhecido como Bibinho, ele é acusado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) de ser o mentor de um esquema de desvio de recursos públicos do Legislativo estadual. A prisão preventiva de Bibinho foi decretada pelo desembargador José Maurício Pinto de Almeida, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), com base em dois processos a que ele respondeu na 9.ª Vara Criminal de Curitiba. Condenado em ambos a penas que passam de 37 anos de prisão, o ex-diretor recorreu das decisões. Os recursos tramitam na 2.ª Câmara Criminal do TJ, sob relatoria do próprio Pinto de Almeida.

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O conselheiro Ivan Bonilha foi eleito para presidir o Tribunal de Contas do Paraná no biênio 2015-2016. Ele foi eleito nesta quinta-feira (11), e substituirá o atual presidente, Artagão de Mattos Leão.

Também foram escolhidos o vice-presidente, conselheiro Ivens Linhares, e o corregedor-geral no período, conselheiro Durval Amaral. A posse dos novos dirigentes será no dia 15 de janeiro.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

Advogados e agentes que atuam na Operação Lava Jato avaliam que, ao liberar o acesso à delação premiada de Augusto Mendonça justamente ontem, o juiz Sérgio Moro está preparando o terreno para pedir nova prisão preventiva de Renato Duque, ex-diretor da Petrobras. O ministro Teori Zavascki, relator do caso no STF, mandou revogar a prisão de Duque na véspera. O depoimento de Mendonça é o que implica mais diretamente o ex-diretor e o PT no escândalo até agora.