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De Ricardo Noblat:

No domingo 21 de abril de 1985, o presidente Tancredo Neves agonizava em um hospital de São Paulo enquanto eu me preparava para escrever a coluna do Jornal do Brasil chamada “Coisas da Política”.

Tancredo poderia morrer a qualquer hora. A coluna deveria ficar pronta até às 20 horas.

No primeiro parágrafo da coluna intitulada “Viva Tancredo”, ele estava vivo, embora inconsciente. Foi morrendo. Morreu no último parágrafo.