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Embora mínimo, o mercado brasileiro já sinaliza otimismo e confiança para o futuro

O dólar voltou a cair nesta quinta-feira, em seu terceiro declínio consecutivo, e encerrou junho com sua maior queda mensal desde abril de 2003. No mês, a baixa foi de 11,05%. No ano, a moeda acumula queda de 18,61%.
A ausência do Banco Central do mercado de câmbio e um certo “otimismo cauteloso” dos investidores em relação ao Brasil explicaram a nova baixa da moeda americana nesta sessão. Com a queda de 0,73%, o dólar encerrou o dia negociado por 3,21 reais, seu menor nível de fechamento desde 21 de julho de 2015. As informações são da Veja.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou nesta sexta-feira que deixará o cargo após o referendo popular decidir que o Reino Unido deve sair da União Europeia (UE). O premier afirmou que o país precisa de um novo líder para comandar as negociações de saída do bloco. A escolha do novo líder britânico só deve acontecer em outubro, quando o Partido Conservador vai se reunir para apontar um novo comandante. Estimando uma “década de incertezas” para a economia, o governo britânico acredita que o processo para negociar a saída da UE, os futuros acordos com o bloco e os acordos comerciais com países fora da UE deverá ser concluído no fim de 2019.

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O Globo

Após o dólar perder força em escala global na quarta-feira, a moeda voltou operar em baixa nesta quinta no mercado brasileiro. Às 9h04 o dólar comercial era cotado a R$ 3,856 para a compra e a R$ 3,858 para a venda, queda de 1,58% ante o real. No dia anterior, a moeda americana fechou cotada a R$ 3,920 na compra e a R$ 3,920 na venda, recuo de 1,70% ante o real, alcançando o menor patamar de fechamento desde 29 de dezembro passado. Com isso, o dólar não só zerou os ganhos acumulados no ano até o momento como passou a cair 0,97%.

d’O Globo:

Bovespa fecha em alta de 3,35%, a maior do ano; dólar recua e encerra o dia a R$ 3,60. Correção em Bolsas americanas ajudam Ibovespa; moeda americana renova máxima em 12 anos, mas recua ao final do pregão. Em um pregão de forte volatilidade, o dólar comercial reverteu a tendência na última hora de negociação e fechou em leve queda, após três pregões consecutivos de alta. A moeda americana terminou o pregão cotada a R$ 3,598 na compra e a R$ 3,600 na venda, pequena desvalorização de 0,16% ante o real.

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do UOL:

O dólar comercial fechou em alta de 2,56%, a R$ 3,297 na venda nesta quinta-feira (19), maior valor desde 1º de abril de 2003, quando valia R$ 3,304. Com isso, a moeda interrompeu uma sequência de três quedas seguidas.

A valorização do dólar acompanhou a tendência do mundo todo, mas, por aqui, pesaram também as tensões políticas.

O avanço se intensificou depois que a presidente Dilma Rousseff (PT) informou que não vai fazer uma reforma ministerial em seu governo.

O operador de câmbio de um importante banco nacional disse à agência de notícias Reuters que a declaração frustrou a expectativa dos investidores, que era a de que mudanças no Executivo poderiam atenuar a rebeldia no Congresso.

Os atritos entre o governo e seus aliados no Congresso podem dificultar ainda mais a aprovação de medidas para ajustar as contas públicas.

“O custo político de fazer o ajuste (fiscal) está cada vez mais alto e o mercado não gosta disso”, disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira, à Reuters.

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d’O Globo:

RIO — O dólar comercial fechou nesta terça-feira cotado a R$ 2,928, o maior valor desde 2 de setembro de 2004, depois de o Banco Central manter sua intervenção reduzida no câmbio. A divisa registrou alta de 1,13%, fazendo do real a moeda que mais perdeu valor frente ao dólar no mundo nesta terça-feira. Já a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) avançou 0,56%, aos 51.124 pontos, na contramão dos mercados globais. Puxou o índice de referência Ibovespa a Petrobras, que subiu após anunciar venda bilionária de ativos.

Os números da deterioração da economia brasileira mostram um país totalmente diferente do que a presidente Dilma (PT) assumiu em 2011 e também do que ela apresentou aos brasileiros nas eleições de 2014. A saber: durante o governo da petista, a dívida pública federal (soma da dívida pública interna e externa) passou de 1,7 trilhão de reais em dezembro de 2010 para 2,3 trilhões de reais em janeiro de 2015, um crescimento de 35%.

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O mesmo crescimento que não se repetiu no valor das ações da Petrobras. Descoberto o escândalo do petrolão, as ações que em 31 de dezembro de 2010 eram avaliadas em 27,29 reais, em 11 de fevereiro giravam em torno de 8,94 reais. Uma depreciação de “apenas” 67%. A desvalorização dos papéis da Petrobras contribuiu para a queda no Ibovespa, que no dia 3 de janeiro de 2011 estava com 69.962 pontos e hoje amarga menos de 50.000 pontos. O gráfico é da Veja.com.