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Gorou a tentativa de advogados de empreiteiros e políticos que pretendiam anular a delação premiada do doleiro Alberto Youssef e, por consequencia, toda a Operação Lava Jato. O juiz Sérgio Moro viu sua decisão de validar os depoimentos de Youssef confirmada por unanimidade no Supremo Tribunal Federal. Fica evidente que Sérgio Moro não está sozinho e tem apoio no STF para levar em frente as novas investigações. Políticos vão berrar feito cabrito desmamado. A senadora Gleisi Hoffmann se diz injustiçada e impedida de se defender. Requião critica o Paladino da Justiça, apontando o dedo para Moro. Balela. Não há como recuar depois de tudo que a Lava Jato expôs.

O líder do PSC na Câmara dos Deputados, André Moura (SE), protocolou requerimentos na CPI da Petrobras para acareação da presidente Dilma Rousseff (PT) e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação) com o doleiro Alberto Youssef, no caso de Dilma, e dos ministros com o do dono da UTC, Ricardo Pessoa. As informações são da Folha de Londrina.

Os requerimentos são respostas a ameaças de parlamentares governistas que pediram a acareação entre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o lobista Julio Camargo, que acusou Cunha de pedir propina de US$ 5 milhões. Para que as acareações ocorram, elas precisam ser aprovadas pela CPI na volta do recesso em agosto.

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O doleiro Alberto Youssef voltou a afirmar, em depoimento à Justiça, nesta quarta-feira (24), que realizou pagamentos de propina ao ex-deputado André Vargas (ex-PT-PR). A suspeita já é alvo de um inquérito da Polícia Federal. As informações são da Folhapress.

Segundo as investigações, que se baseiam em notas emitidas por empresas da contadora de Youssef, Meire Poza, foram entregues R$ 2,39 milhões ao político, que está preso preventivamente em Curitiba. O dinheiro, segundo afirmou Youssef nesta quarta, foi repassado a pedido do irmão do ex-parlamentar, Leon Vargas, em dezembro de 2013. “Ele me pediu que eu fizesse um recebimento de uma empresa para ele… Que eu pudesse emitir umas notas fiscais e ‘fazer reais’ para ele. E assim foi feito”, afirmou o doleiro, em depoimento à Justiça, se referindo a uma operação de lavagem de dinheiro.

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Paulo Roberto Costa ficou frente a frente com o doleiro Alberto Youssef por 10 horas, na Polícia Federal, em Curitiba, para tratar de pontos conflitantes de delações.

Por Ricardo Brandt, Fausto Macedo e Julia Affonso – Estadão:

O ex-­diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sustentou em acareação com Alberto Youssef nesta segunda-­feira, 22, em Curitiba, que o ex-­ministro de Comunicação Paulo Bernardo solicitou R$ 1 milhão para o esquema de cartel e corrupção na Petrobrás. Peças centrais nas investigações da Operação Lava Jato, os dois ficaram frente a frente por cerca de 10 horas para confrontar versões conflitantes de suas delações premiadas, em relação ao envolvimento de políticos.

O doleiro Alberto Youssef é a próxima testemunha a ser ouvida em ação no TSE sobre irregularidades na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) no ano passado. O depoimento será no dia 9 de junho, na Justiça Federal de Curitiba. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa prestou depoimento no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro pela mesma ação. Delator do esquema de desvio de recursos da estatal para pagamento de propina a partidos políticos, Costa foi questionado se houve pagamento de propina também na campanha. As informações são do Estadão.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Alberto Youssef é mantido sozinho numa cela na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, mas é vizinho dos ex-deputados André Vargas, Luiz Argôlo e Pedro Corrêa, presos preventivamente sob a acusação de se beneficiar do esquema de corrupção na Petrobras, do qual o doleiro era um dos principais operadores.

Semanas atrás, já de madrugada, os três ex-parlamentares e companheiros de cela não paravam de conversar, contando histórias antigas.

– Vamos parar com a hora extra, excelências? Está na hora de fechar o parlamento! –pediu o doleiro.

A solicitação foi atendida, debaixo de risos.

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da Banda B:

O doleiro Alberto Youssef, que presta depoimento nesse momento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, reafirmou na manhã de hoje (11) que deu dinheiro de esquema de corrupção para a campanha de Gleisi Hoffmann (PT), em 2010. O doleiro, assim como o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, já tinha confirmado a doação de R$ 1 milhão durante as investigações da Operação Lava-Jato, no ano passado.

Youssef sustenta que o dinheiro partiu de comissão de contratos superfaturados firmados por empresas com a estatal e que o repasse foi feito a pedido do ex- ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, marido de Gleisi. A entrega dos valores teria acontecido em quatro encontros com o dono de um shopping de Curitiba, que teria feito a mediação. Desde o primeiro depoimento, o casal nega ter recebido o dinheiro.

Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, foi condenado a 7 anos e seis meses de prisão. Ele cumprirá a pena em prisão domiciliar.

de Kelli Kadanus, Gazeta do Povo:

A ação penal resultante da Operação Lava Jato que tratava de irregularidades nas obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, terminou com oito réus condenados. O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelo caso, condenou o doleiro Alberto Youssef, apontado como chefe do esquema, a 18 anos e oito meses de prisão. Já o ex-diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, foi condenado a sete anos e seis meses.

Por causa do acordo de delação premiada, Youssef vai cumprir apenas três anos da pena em regime fechado e, em seguida, segue para o regime semiaberto. Paulo Roberto Costa cumprirá prisão domiciliar até o dia 1º de outubro de 2015 e, em seguida, cumprirá o regime semiaberto por mais um ano. O restante da pena será cumprida pelo ex-diretor em regime aberto.

d’O Globo:

O doleiro Alberto Youssef passou mal na carceragem da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira e foi encaminhado ao Hospital Santa Cruz, em Curitiba. De acordo com o advogado Tracy Reinaldet, Youssef desmaiou enquanto fazia exercícios de fisioterapia pela manhã. O doleiro também reclamou de dores no peito.

Ainda segundo o advogado, como fazia tempo que Youssef não se submetia a exames cardiológicos, ele foi encaminhado ao hospital e retornou à carceragem no mesmo dia.

De acordo com o hospital, Youssef deu entrada por volta das 9h30m e fez um check-up. Ele foi liberado antes das 12h. A Polícia Federal também confirmou a saída de Youssef ao hospital para fazer exames rotineiros.