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Em abril, o setor de serviços teve queda de 11,7%, a pior desde o início da série em 2011. Os dados são do IBGE. o recorde negativo é mais um indicador do desastre da pandemia no país. A indústria teve queda de 18,8% e o comércio recuo de 16,8%, também com os piores registros na série histórica. Quase 5 milhões de postos de trabalho foram fechados no mês de abril.

Nesta terça (16), o IBGE divulgou os primeiros dados da Pnad Covid. 18 milhões de brasileiros não procuraram emprego por causa da doença; 8,8 milhões trabalharam remotamente; e 14,6 milhões foram afastados do trabalho.

O Banco Mundial prevê um encolhimento de 8% em 2020 no PIB brasileiro.

Donald Trump afirmou ontem que seu governo vai definir tarifas de importação de aço e alumínio de 25% e 10%, respectivamente, na próxima semana. A medida, segundo ele, é para reconstruir os setores dos EUA que têm sofrido competição desleal de outros países há décadas.
Em nota, o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços disse que o governo brasileiro recebeu “com enorme preocupação” a notícia. Cerca de um terço das exportações do aço do Brasil tem os Estados Unidos como destino.

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Lauro Jardim

A confiança dos comerciantes brasileiros melhorou. É o que mostra o Índice de Confiança do Empresário do Comércio, calculado pela Confederação Nacional do Comércio, que será divulgado ainda hoje. Em julho, o Icec alcançou 87 pontos, o melhor resultado em 15 meses.

A alta foi puxada principalmente pela expectativa para o curto prazo, que cresceu 12,1% em relação ao mês anterior e 10,1%, na comparação anual. Isso significa que 70,8% dos entrevistados acredita numa melhora da economia nos próximos meses.

A amostra da pesquisa é composta por cerca de seis mil empresas de todas as capitais brasileiras.

(Foto: Cléber Júnior | Agência O Globo)

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A indústria de transformação do Paraná é a terceira mais forte do País, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Puxado pelos setores de alimentos, madeireiro, automotivo e de papel e celulose, o Estado foi responsável, em 2014, por 8,3% do Valor da Transformação Industrial (VTI) do Brasil.

Os dados são da Pesquisa Industrial Anual (PIA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).

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Crise? Que crise? Nos próximos dois anos, oito shoppings centers serão inaugurados ou serão construídos no Paraná. Ainda que o cenário econômico desfavorável tenha atrasado alguns empreendimentos, os empresários mantêm os projetos em diversas cidades. Dos oitos shoppings previstos, três são do Grupo Tacla: Jockey Plaza Shopping Center (Curitiba), Palladium Umuarama (Umuarama) e o City Center Outlet (Campo Largo). Os outros cinco são: Estação Mall (Paranaguá), Shopping Cidade dos Lagos (Guarapuava), Shopping Atuba e ParkShopping Boulevard (Curitiba) e Shopping Catuaí (Cascavel)

(foto: shopping Catuaí em Cascavel)

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De O Globo

A economia brasileira encolheu 1,7% no terceiro trimestre, na comparação com o segundo trimestre do ano, informou o IBGE nesta terça-feira. É a maior contração da série histórica para um terceiro trimestre da série histórica do IBGE, de 1996, e a terceira retração seguida, prolongando o ambiente recessivo, que também já é o maior desde o início da série histórica do IBGE.

d’O Globo:

Após reunião no Palácio do Planalto com a presidente Dilma Rousseff, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse que apesar da revisão da meta de superávit primário, anunciada na semana passada, o governo espera retomada do crescimento econômico no último trimestre deste ano e já vê sinais de recuperação em alguns setores. Com a revisão da meta, o governo irá reiniciar o diálogo com lideranças da base aliada no Congresso para ver aprovado o projeto de lei com o novo número, que passou de 1,1% do PIB para 0,15% do PIB.

— Apesar de o resultado primário ficar abaixo do que inicialmente prevíamos, ainda assim é uma trajetória de elevação do resultado primário. Que é consistente, de um lado, com a responsabilidade fiscal, porque isso vai estabilizar e depois reduzir o endividamento do governo, e também é uma estratégia de responsabilidade social. É compatível com a manutenção dos principais programas do governo e com a recuperação da economia, que nós esperamos que já comece a acontecer a partir do final deste ano, a partir do último trimestre de 2015 e ganhe força a partir do ano que vem — disse Nelson Barbosa.

da Folha de S. Paulo:

A crise econômica e a dificuldade de arrecadação levaram os governos estaduais a cortar drasticamente os investimentos neste ano.

Obras paradas, adiamento de novos projetos e atrasos em pagamentos de serviços são realidade em alguns dos Estados mais ricos do país.

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Levantamento realizado pela Folha (Clique na imagem para ampliar e ver o infográfico feito pela Folha de S. Paulo) mostra que o volume de investimentos nos 26 Estados e no Distrito Federal caiu de R$ 11,3 bilhões nos quatro primeiros meses de 2014 (valor corrigido pela inflação) para R$ 6,2 bilhões no mesmo período de 2015, uma queda de 46%.

Os dados foram extraídos dos balanços financeiros divulgados pelos governos.

Há casos em que o corte foi quase total, como Minas, com queda de 97%, e Distrito Federal, 91%. Entre as dez maiores economias do país, só a Bahia elevou seu volume de investimentos no ano.

Esses gastos abrangem despesas com obras públicas e aquisição de equipamentos ou instalações permanentes.

IBC-Br divulgado nesta quinta-feira mostra que país teve contração de 1,07% em março

d’O Globo:

Famílias com renda mais apertada e indústria retraída pela queda do consumo fizeram com que a economia encolhesse 0,81% no primeiro trimestre deste ano. Somente em março, a retração foi ainda mais forte: 1,07%, de acordo com os cálculos do Banco Central, divulgadas nesta quinta-feira. As contas já consideraram as mudanças metodológicas do cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) feitas pelo IBGE.

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do Ricardo Noblat:

Está ruim?

Você ainda não viu nada.

O rendimento do trabalhador nos últimos 10 anos caiu pela primeira vez em fevereiro último devido à inflação e à retração da economia.

A queda foi de 0,5% na comparação com fevereiro de 2014.

A taxa de desemprego subiu para 5,9%, o índice mais alto para meses de fevereiro desde 2011, segundo o IBGE.

Uma taxa de 5,9% representa uma piora tanto em relação ao resultado do mesmo mês no ano passado (alta de 0,8%) como em relação relação a janeiro (+0,6%).

O número de pessoas ocupadas atingiu 22,22 milhões, uma queda de 1% sobre janeiro. O número de pessoas à procura de vagas aumentou para 1,4 milhão (10,2%).