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Em um cenário ainda de muita incerteza, o Palácio do Planalto conseguiu neste domingo, 10, fechar um acordo para que os deputados realizem às 19h desta quarta-feira, 13, a eleição para a presidência da Câmara. Os partidos do chamado “centrão” queriam eleger o sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) nesta terça-feira (12), mas esbarraram na resistência do presidente interino da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), que havia marcado a sessão para dois dias depois. As informações são de Daniela Lima, Débora Álvares, Gustavo Uribe e Ranier Bragon na Folha de S. Paulo.

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Na Câmara dos Deputados, o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR), decidiu antecipar em um dia a sessão de votação dos recursos do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – última cartada para tentar reverter o processo de cassação. A ideia era marcar a votação para terça-feira, 12, mas Serraglio acatou a proposta de agendar o encontro para segunda-feira,11. Dessa forma, se a votação for concluída neste mesmo dia e as manobras de Cunha forem rejeitadas, a ação por quebra de decoro pode ser votada em plenário já na próxima semana. As informações são de Marcela Mattos na Veja.

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O deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF) começou a apresentar na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) seu relatório que defende a anulação da votação da cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no processo de cassação do Conselho de Ética, apontando violações no devido processo legal. As informações são da Folha de S. Paulo.

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O presidente interino, Michel Temer, aconselhou o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a renunciar ao cargo de comando na Casa na última conversa que eles tiveram, no domingo. Cunha sempre disse que não renunciaria, mas nessa conversa mostrou muito mais insegurança. O deputado confidenciou que teme que sua mulher, Cláudia Cruz, e sua filha, Danielle, investigadas na Lava-Jato pelo juiz Sérgio Moro, sejam presas, se ele perder o cargo. Por isso, tenta uma última cartada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para anular a decisão do Conselho de Ética que aprovou a cassação de seu mandato. As informações são d’O Globo.

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Segundo a Procuradoria-Geral da República, “do valor total da propina informada, a divisão era a seguinte: 80% para Eduardo Cunha, 12% para Funaro, 4% para Cleto e 4% para Margotto

O ex-vice-presidente da Caixa Fabio Cleto afirmou em sua delação premiada que teve reuniões semanais com o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) durante quatro anos para tratar de um esquema de propina envolvendo o FI-FGTS e que o parlamentar embolsou 80% dos recursos desviados. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Esta é a terceira denúncia contra Eduardo Cunha na Lava Jato

A Procuradoria-Geral da República (PGR) ofereceu nova denúncia contra o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Lava Jato, por suposto envolvimento em esquema de corrupção na Caixa. A acusação também tem como alvo o ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o corretor Lúcio Funaro, seu assessor, Alexandre Margotto, e o ex-vice-presidente da Caixa Econômica Fábio Cleto. As informações são do Estado de S. Paulo.

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Lauro Jardim, O Globo

Eduardo Cunha tomou pelo menos duas medidas para fazer o impeachment ser votado sob temperatura máxima.

Primeiro, marcou a votação para 17 de abril, um domingo, o que poderá fazer lotar as ruas Brasil afora, além de Brasília, claro.

Além disso, Cunha fará a chamada nominal dos deputados do Sul para o Norte, de modo que quando chegar nas áreas mais favoráveis ao governo o voto contra já será em torno de 75%.

O ministro do STF Teori Zavascki determinou que as investigações sobre contas no exterior ligadas a jornalista Claudia Cruz e a Danielle Dytz da Cunha, mulher e filha do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), sejam enviadas ao juiz Sergio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná. As informações são da Folha de S. Paulo.

Teori atendeu a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República). Esse desmembramento era um dos temores de Cunha nos bastidores, porque, sem o foro privilegiado no Supremo, é mais fácil na primeira instância a decretação de prisões cautelares.

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil cunha - marcelo camargo agencia brasil

A delação de Delcídio Amaral não deixou de ser uma boa nova para Eduardo Cunha, que está prestes a virar réu da Operação Lava Jato. Nesta quinta-feira, o presidente da Câmara dos Deputados deu a seguinte declaração sobre a delação de Delcídio: “Delação nos olhos dos outros é pimenta, nos olhos do PT é refresco. Acho graça da posição do PT. Eu gostaria muito de assistir ao discurso do PT depois dessa nova delação. Hoje, eles usam como argumento de defesa aquilo que ontem usaram como ataque contra mim. O PT só é coerente para se defender, já, para atacar os outros, aquilo que eles usam para se defender não vale. Então é muito engraçado assistir a isso. Eu fico numa posição privilegiada (no plenário)”, disse Cunha.