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O Tribunal de Contas do Paraná manteve a reprovação da prestação de contas da Administração dos Portos de Paranaguá do ano de 2005 por nove irregularidades, sete delas consideradas graves. O superintendente na época, Eduardo Requião – irmão do senador Roberto Requião (PMDB) – foi condenado a devolver dinheiro aos cofres da autarquia, devido à paralisação de obras de construção do Cais Oeste. As informações são do Paraná Portal.

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O advogado do doleiro Alberto Youssef, Antônio Figueiredo Basto, disse nesta segunda-feira (12) que seu cliente não tem “negócios” com o senador eleito Antonio Anastasia (PSDB-MG) e nem com o líder do PMDB, deputado Eduardo Cunha (RJ), que é candidato à presidência da Câmara. De acordo com ele, estão acontecendo vazamentos “frutos de interesses políticos para tumultuar investigações”, por isso, ele irá protocolar na Justiça uma petição dizendo que Youssef não determinou remessas de dinheiro para os dois. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Em recado ao Planalto, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), disse que trabalhará para o PMDB viabilizar a criação de uma nova CPI sobre a Petrobras. A reação ocorre após a divulgação de que investigados no esquema o apontaram como destinatário de recursos. Ele nega e diz que rivais tentam atingir sua candidatura à presidência da Câmara. As informações são da Folha de S. Paulo.

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Do Lauro Jardim:

Uma das maiores incógnitas na escolha do novo ministério de Dilma Rousseff é o quanto o fator Eduardo Cunha vai pesar na definição dos nomes.

O que está em jogo é o seguinte: o deputado Eduardo Cunha é o favorito na disputa para a presidência da Câmara. Se Dilma precisar partir para o embate pesado contra ele, como parece ser o caso, inevitavelmente terá que fazer o jogo do toma-lá-dá-cá com os partidos para derrotá-lo.

Em resumo, Dilma poderá distribuir ministérios às bancadas em troca de votos contra Cunha. Isso dará outra cara ao time de Dilma.

Foto: Sérgio Lima
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O deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) declarou na manhã desta segunda-feira (10.nov.2014) que não pretende ser um candidato a presidente da Câmara submisso ao Palácio do Planalto. As informações são de Fernando Rodrigues, do UOL.

“Não sou candidato de oposição nem quero ser candidato de oposição. Mas também não quero ser um candidato submisso ao governo. Quero apenas construir uma relação de respeito com o governo e com a oposição”, disse Eduardo Cunha ao UOL pouco antes de se encontrar hoje cedo com o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), que vai ajudá-lo na campanha para presidir a Câmara em 2015.

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Cotado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, virou alvo de líderes do PMDB no Congresso, que trabalham para barrar sua indicação para a vaga aberta com a aposentadoria de Joaquim Barbosa. Os senadores José Sarney (AP), Eunício Oliveira (CE), Lobão Filho (MA) e seu pai, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, ficaram incomodados com ações da Polícia Federal que atingiram líderes do partido durante a campanha eleitoral deste ano. As informações são da Folha de S. Paulo.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

A presidente Dilma Rousseff incumbiu o ministro Ricardo Berzoini (Relações Institucionais) de dar dois recados ao PMDB. O primeiro: o governo está disposto a apoiar qualquer deputado da base aliada para a presidência da Câmara, desde que o nome não seja o do líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). O segundo é o apoio total e irrestrito à reeleição de Renan Calheiros (PMDB-AL) no Senado, num gesto para obter ajuda da cúpula do partido para desarmar a bomba da Câmara.

Do Painel, Folha de S. Paulo:

PMDB, PR, PTB, PSC e Solidariedade começaram a negociar, sob o comando de Eduardo Cunha, a reedição do “blocão” para atuar formalmente na Câmara até o início de 2017.

Exército 2
Com 160 deputados (quase um terço do total) o bloco conseguiria impor derrotas ao governo, indicar presidentes de comissões e obter mais cargos no comando da Casa. A oposição não gostou da ideia.