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eleição 2014

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Aécio Neves, Marina Silva, eleição 2014, presidente, pesquisa

Do Ilimar Franco, O Globo:

As pesquisas eleitorais do PSDB mostram a candidata Marina Silva (Rede) à frente de Aécio Neves. O Instituto Ideia ouviu cinco mil pessoas, de 27 de março a 5 de abril, para orientar o programa de TV que vai ao ar.

Aécio aparece atrás da presidente Dilma e de Marina, mas está entusiasmado com seu desempenho na classe A, formadora de opinião. Nela, Dilma tem 33,8%; Aécio, 32,8%; Marina, 22,6%; e Eduardo Campos (PSB), 7,1%.

Na classe C, maioria do eleitorado (57%), Aécio tem 11% (C1) e 8,4% (C2); Eduardo, 2,7% e 3,4%; Marina, 17% e 14,7%; e Dilma, 59,6% e 63,2%. Hoje, nem a presença de Campos (PSB) levaria a disputa para o segundo turno.

De Flávio Ilha, O Globo:

Em clima de campanha eleitoral, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniram nesta terça-feira à noite cerca de mil pessoas num teatro de Porto Alegre para lançar extraoficialmente a campanha de Dilma à reeleição em 2014.

Mesmo que a presidente não tenha citado em nenhum momento que será candidata, Lula e outros políticos presentes ao ato salientaram a necessidade de um segundo mandato para consolidar as “conquistas sociais” do projeto petista.

Num discurso recheado de críticas à imprensa e à oposição, Lula disse que a mídia primeiro apostou numa briga entre ele e a presidente, depois “inventou” candidaturas contrárias a Dilma e, como nada deu certo, tenta agora manipular a opinião pública com críticas às conquistas do governo.

Cid Gomes, PSB, Eduardo Campos, 2º turno, eleição 2014, presidente, candidato

Do Felipe Patury:

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, deve forçar um segundo turno na eleição presidencial no ano que vem, se mantiver sua candidatura pelo PSB. A avaliação é de seu correligionário Cid Gomes, governador do Ceará. “Sem Eduardo Campos, a chance de ter segundo turno é de 10%. Com ele, sobe para 70%”, diz. O líder cearense reconhece a legitimidade da intenção de Campos, diz que o partido deve ter como objetivo conquistar o Planalto, mas defende que a candidatura do governador de Pernambuco seja postergada para 2018. Com esse adiamento, os socialistas poderiam aumentar suas bancadas na Câmara e no Senado e se preparar melhor para uma campanha presidencial.