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Lideranças partidárias em comum acordo com os presidentes da Câmara Rodrigo Maia, do Senado Davi Alcolumbre e do Tribunal Superior Eleitoral Luís Roberto Barroso definiram o adiamento das eleições municipais, mas garantem que elas ocorrerão ainda este ano. A data sugerida é 15 de novembro.  O objetivo é não atrasar a posse dos prefeitos e vereadores em 2021.

Maia, no entanto, pondera: “Tem que ver se vai ter voto para adiar. A partir do voto para adiar, se discute uma data, tudo em sintonia com o ministro Barroso, que, a partir de segunda, começa a presidir o Tribunal Superior Eleitoral”.

A prorrogação de mandatos está fora de cogitação, embora seja a intenção do Palácio do Planalto.

“É muito sensível do ponto de vista institucional você abrir essa janela. No futuro, daqui a dois, três, quatro mandatos alguém pode se sentir muito forte, ter muito apoio no Parlamento, criar uma crise e prorrogar seu próprio mandato”, concluiu Maia.

 

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Para quem precisa de 30 mil votos para eleger um vereador em Curitiba, segundo cálculos do coeficiente eleitoral, o PT caminha célere para a morte anunciada. Até agora, apenas 12 petistas se inscreveram como pré-candidatos a vereador. O duro que segundo militantes históricos, a candidatura do deputado Tadeu Veneri não empolga, muitos desistiram, e a grande maioria dos que mantém a candidatura, não consegue fazer 500 votos. É para fechar a cortina, apagar a luz e acabar com o espetáculo.

(foto: arquivo/google)

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O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), convocou para o dia 14 de julho, próxima quinta-feira, a eleição para a presidência da Câmara dos Deputados. Os candidatos poderão se inscrever até as 12h do mesmo dia e a eleição acontecerá às 16h.
Líderes partidários ainda farão uma reunião às 17h para discutir os detalhes da eleição do presidente da Câmara. Mais cedo, eles defendiam que o processo deveria ser acelerado e que a eleição acontecesse entre segunda, 11, e terça-feira, 12, no máximo. Maranhão se antecipou e convocou a eleição para o final da semana, véspera do recesso parlamentar. As informações são do Estadão.

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O presidente da Assembleia, Ademar Traiano (PSDB), comemorou ontem (8) ao lado do governador Beto Richa a vitória de Marcel Micheletto na presidência da AMP (Associação dos Municípios do Paraná). O prefeito de Assis Chateaubriand é do PMDB, mas faz parte do grupo político de Traiano. Foi um dos que mais se empenhou na reeleição do deputado e na vitória de Beto Richa no 1º turno. Prefeitos de todo o Paraná se reuniram na Sociedade Urca, na noite de ontem, para ouvir o novo presidente. “É mais uma demonstração da força dos prefeitos que apoiam o governador. Micheletto conhece as necessidades dos municípios, tem ótimo trânsito no governo estadual e federal e vai representar o municipalismo trazendo resultados concretos para os prefeitos”, disse Ademar Traiano. Com 116 votos, Marcel Micheletto derrotou Luiz Sorvos (PDT), prefeito de Nova Olímpia, que fez 61 votos. Ao cumprimentar Micheletto, o governador anunciou investimentos para os municípios e garantiu que está tomando medidas necessárias para controlar as finanças do Estado.

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Queda de braço entre governo e prefeitura opõe Fruet e Ratinho Jr – prováveis adversários na disputa municipal

Via Bem Paraná

A um ano e dez meses antes da eleição, o transporte coletivo já motiva nova queda de braço entre os grupos políticos do governador Beto Richa (PSDB) e do prefeito Gustavo Fruet (PDT) – em uma antecipação daquele que deve ser um dos principais temas da disputa pela sucessão na Capital. E coloca em confronto direto o secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano e deputado estadual eleito, Ratinho Júnior (PSC) e Fruet, o atual prefeito, em decadência – que desde já são apontados como prováveis adversários nas urnas de 2016.

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de Rogério Galindo, Caixa Zero:

A disputa entre os dois grupos que pretendem assumir a presidência da Câmara de Curitiba foi parar na delegacia na tarde desta segunda (15). Isso porque o grupo ligado ao prefeito Gustavo Fruet (PDT) afirma que um dos integrantes do bloco adversário, Valdemir Soares (PRB), rasgou o documento com as assinaturas dos vereadores que apoiavam a candidatura de Aílton Araújo (PSC).

Foto: Sandro Nascimento/ ALEP
Fotos Sandro Nascimento (Alep

Do G1:

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou nesta terça-feira (4), em todos os turnos e redação final, a proposta do governo de prorrogar por um ano os mandatos de diretores de escolas da rede pública estadual. O texto foi aprovado em Comissão Geral requisitada pela liderança do governo, e aprovada em Plenário.

Com o mecanismo de Comissão Geral, os projetos em pauta passam a ter a tramitação acelerada, com a realização de mais de uma sessão na mesma tarde. Esta foi a segunda tentativa da base do governo Beto Richa (PSDB) de aprovar o texto a toque de caixa na Alep. Na última quarta-feira (29), uma manobra da oposição conseguiu esvaziar a Comissão Geral, a derrubando por falta quórum.

Na primeira sessão desta terça, a proposta passou com 33 votos favoráveis e 13 votos contrários. A sessão foi marcada pela manifestação de professores nas galerias da Assembleia – eles soltaram gritos de “golpista”, criticando a aprovação da proposta. Um manifestante chegou a entrar no Plenário para entregar um documento ao líder do governo, Ademar Traiano (PSDB), que pediu a retirada dele. “Este homem é um mau-caráter”, afirmou. O presidente da Casa, Valdir Rossoni (PSDB), determinou que a segurança retirasse o homem da Assembleia.

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Por pouco, muito pouco, Dilma Rousseff reelegeu-se presidente da República. O país ficou nitidamente dividido. No Brasil de economia avançada, capitalista, industrializada, venceu Aécio Neves, do PSDB. Aécio venceu no sudeste, no sul, no centro-oeste.

Dilma garantiu-se no cargo nos bolsões do nordeste e norte onde a politica assistencialista pesa a seu favor. O cesto de bondades que inclui Bolsa Família, Pronatec, Minha Casa, Minha Vida, certamente elegeu Dilma Rousseff nos fundões e nos grotões.

Mas o Brasil sai diferente dessa eleição. Mesmo com a derrota, Aécio conquistou 64,29% dos votos em São Paulo, contra 35,71% de Dilma. O PSDB governa o Estado há 20 anos. Seria o diferencial, caso ele não tivesse perdido em Minas Gerais. Aécio foi governador de Minas duas vezes, mas foi superado por Dilma nesta eleição presidencial. Lá, a petista teve 52,40% dos votos, contra 47,60% de Aécio.