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Explicação para a discrepância entre oferta e preço no estado está na integração do sistema elétrico brasileiro.

de Fernando Jasper, Gazeta do Povo:

O Paraná é o maior gerador de energia do país. Mesmo assim, as tarifas cobradas pela Copel Distribuição tiveram o segundo maior aumento – considerando-se apenas as grandes concessionárias – no reajuste extraordinário que entrou em vigor na segunda-feira (02).

O preço da energia para o consumidor paranaense subiu, em média, 36,8%. Entre as principais companhias, apenas a AES Sul, que atende parte do Rio Grande do Sul, teve reajuste maior (39,5%).

Dois encargos setoriais poderão elevar a conta de luz da indústria em até 53% a partir do mês que vem e provocar protestos na Justiça. Além do custo da energia, cada empresa terá de arcar com mais R$ 79 por megawatt-hora para subsidiar programas sociais, pagar despesas do setor e custear a operação das termoelétricas. Essas usinas estão funcionando ininterruptamente para poupar a pouca água que restou nos reservatórios por causa da seca no Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. As informações são do Estadão.

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O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) determinou que diversas distribuidoras de energia, com operações nas regiões Sudeste e Sul, reduzissem a oferta de energia durante uma parte da tarde desta segunda-feira, 19. Copel (Paraná), Eletropaulo (São Paulo), CPFL Energia (interior de São Paulo), Light e Ampla (Rio), Cemig (Minas Gerais), Energias do Brasil (Espírito Santo), CEEE, RGE, Elektro e Celesc e AES Sul confirmaram a orientação do ONS. As informações são do Estadão.

Novos aumentos na tarifa da energia elétrica são consequência da irresponsabilidade do governo na condução de um setor essencial.

Editorial, Gazeta do Povo:

Preparemo-nos: o preço da energia elétrica vai continuar subindo estratosfericamente durante 2015. O governo da presidente Dilma Rousseff, agora tardiamente empenhado em equilibrar as contas públicas, decidiu não mais subsidiar as tarifas e cancelou o repasse de R$ 9 bilhões que faria este ano para cobrir os rombos provocados pela desorganização do setor elétrico que o próprio governo promoveu há dois anos com o falso, populista e eleitoreiro pretexto de reduzir a conta da luz para os consumidores. Os resultados dessa política não poderiam ser diferentes: vamos todos nós, consumidores, pagar o prejuízo.

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A usina hidrelétrica de Três Gargantas da China, a maior infraestrutura desse tipo no mundo, superou a binacional Itaipu na produção de energia elétrica em 2014.

Dados divulgados pela Corporação das Três Gargantas, responsável pela gestão do local, e reproduzidos pela agência oficial ‘Xinhua’, mostram que foram produzidos 98,8 milhões de megawatts por hora (MHw) na usina no ano passado, um novo recorde para o setor.

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Rio Grande do Norte concentra investimentos da companhia. As primeiras centrais entram em operação em janeiro.

de Cintia Junges, Gazeta do Povo:

Condicionada a um crescimento vegetativo no Paraná – em função de um mercado já definido e da limitação de novas fontes de energia no estado – a Companhia Paranaense de Energia (Copel) foi buscar a mais de 3 mil quilômetros de casa a oportunidade para diversificar sua carteira de geração. Em janeiro de 2015, entram em operação dois parques eólicos da companhia, o Santa Maria e o Santa Helena, ambos do Complexo Brisa Potiguar, no Rio Grande do Norte.

Desde que o governo federal publicou a medida provisória 579, a fim de reduzir os preços da energia, foram perdidos R$ 105 bilhões, segundo cálculos feitos pelos especialistas Adriano Pires, do CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura), e Mário Veiga, da consultoria PSR. O valor é equivalente a um ano de receitas das distribuidoras de energia. As informações são da Folha de S. Paulo.