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Editorial, Estadão:

O que faz a União Nacional dos Estudantes (UNE)? Em seu site na internet, a UNE diz ter “um papel histórico em defesa da educação e dos estudantes!” – com exclamação. Os alunos das universidades federais, que enfrentam imensa crise, esperam mesmo que a UNE os defenda. No entanto, essa organização está cada vez menos interessada nos estudantes, pois seu papel, nos últimos anos, tem sido o de servir apenas como correia de transmissão do lulopetismo. Uma entidade que nasceu para contestar o poder se tornou seu fiel vassalo, para usufruir da coisa pública como se privada fosse – e o moderno prédio que a UNE está erguendo em área valorizada do Rio de Janeiro, conforme mostrou recente reportagem do Estado, talvez seja o símbolo definitivo do patrimonialismo que tanto marca a era petista no governo.

Nesta terça-feira, 17, em Brasília, na reunião da Comissão de Assuntos Econômicos no Senado, Gleisi Hoffmann (PT) para justificar os ajustes da presidente Dilma Rousseff (PT) que corta direitos dos trabalhadores, como o seguro-desemprego, usa como exemplo os estudantes do terceiro ano do ensino médio no Paraná. Para Gleisi, os estudantes, trabalhadores, burlam a lei para receber o seguro.

maringá - uem

Um grupo de estudantes ocupou ontem a reitoria da UEM com apoio de professores e do sindicato dos trabalhadores (Sinteemar) ligados ao PT e partidos de esquerda. O grupo é contra projeto que tira a autonomia da folha salarial da universidade, as obras paradas e ao regime disciplinar discente que, segundo eles, dá margem à criminalização dos estudantes. “Estamos discutindo qual será a moeda de troca [para desocupar]. Vai ser uma pauta ampla de mobilização contínua e também vamos construir um calendário de luta”, informaram. As exigências serão entregues hoje para a reitoria da universidade. Em nota, a UEM disse que continua aberta ao diálogo com os estudantes “e ressalta que a ocupação do prédio impede ações essenciais para atender às reivindicações”. As informações são d’O Diário de Maringá.

O futuro de 417 mil estudantes do último ano do ensino médio começa a ficar seriamente comprometido no Paraná. O início do ano letivo, que deveria ter ocorrido no dia 9 de fevereiro, vai atrasar em pelo menos um mês devido á greve dos professores estaduais, o que pode impossibilitar a inscrição para os vestibulares do fim do ano e, consequentemente, o ingresso no ensino superior em 2016.

No sábado, o Tribunal de Justiça já havia determinado a volta dos professores às aulas do estudantes do 3º ano no ensino médio e ontem, o desembargador Luiz Mateus de Lima determinou o retorno imediato às aulas de professores e funcionários. Em caso de descumprimento, a multa diária será de R$ 20 mil. A APP-Sindicato disse que vai recorrer da decisão do TJ.

sisu - parana

Os estudantes já podem consultar no site do Sisu as vagas que serão ofertadas pelas instituições públicas de ensino superior da primeira edição de 2015 do programa. As inscrições poderão ser feitas na próxima semana, de 19 a 22, no mesmo endereço. No Paraná, só a UTFPR e a UFPR oferecem mais de 6.200 vagas. Além delas, quatro universidades estaduais também oferecem vagas pelo sistema — Unespar, Uenp, Unioeste e Unicentro. Com informações do Bem Paraná.

Do Bem Paraná:

Quatrocentos e seis mil estudantes se inscreveram para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o Paraná, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Assim como nos anos anteriores, as provas, que têm um total de 180 questões de múltipla escolha e uma redação, ocorrerão em dois dias seguidos. Neste sábado (8), os participantes farão as provas de ciências humanas e ciências da natureza, das 13h às 17h30 (horário de Brasília). No domingo (9), serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, matemática e redação. Nessa data, o tempo do exame será mais longo, entre as 13h e as 18h30 (horário de Brasília). Os portões abrem às 12h e fecham às 13h no horário local. Neste sábado, a prova termina às 17h.

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Do TNOnline:

Um acidente ocorrido no final da noite de quarta-feira (15), próximo ao distrito de João Vieira, no município de Cruzmatina (região do Vale do Ivaí), provocou a morte de duas pesssoas e deixou outras 16 feridas.

Segundo a Polícia Rodoviária, a colisão envolveu um coletivo da prefeitura de Rosário do Ivaí com estudantes da Fafijan, em Jandaia do Sul, e um caminhão carregado com toras.

As duas vítimas fatais eram universitárias.

Mais informações na sequência.