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do Lauro Jardim:

A ação movida pelo Ministério Público no STF contra Jair Bolsonaro por causa de suas considerações a respeito de sua colega Maria do Rosário merecer ou não ser estuprada por ele, teve o primeiro andamento.

O ministro Luiz Fux determinou que Bolsonaro se explique em quinze dias. Até lá o deputado terá tempo para contorcer as palavras e ensaiar uma saída.

Durante a sessão de ontem, terça-feira, 9, na Câmara, Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse que só não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. Além disso, mandou a deputada “catar coquinho” e disparou uma série de críticas a Dilma Rousseff e ao PT. Disse que este é o governo mais corrupto da história, e lembrou do assassinato de prefeito Celso Daniel. O discurso agressivo foi uma resposta de Bolsonaro à fala de Rosário que, minutos antes, havia criticado as manifestações que pedem a intervenção militar e defendido a Comissão da Verdade e a investigação de crimes da ditadura.

Bolsonaro foi o deputado federal mais votado no Rio de Janeiro, com aproximadamente 464 mil votos. O deputado já declarou que será candidato a Presidente da República em 2018.

Esta é a segunda vez que Bolsonaro se dirige à deputada petista desta forma. Em 2003, ele fez a mesma afirmação em frente à equipe de reportagem da Rede TV. Veja o vídeo deste caso.

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De Antônio Werneck e Thiago Herdy, O Globo:

Foi preso na tarde desta terça-feira, às 13h25, o médico Roger Abdelmassih. A prisão ocorreu perto da escola onde o médico ia deixar os filhos junto com a mulher Larissa, no Paraguai, e foi confirmada pela Polícia Federal, em Brasília.

Abdelmassih estava vivendo em Assunção, capital do Paraguai, com a mulher e dois filhos gêmeos, de três anos — um menino e uma menina. Ele será transferido pelas autoridades paraguaia para Foz do Iguaçu ainda hoje.

Depois, provavelmente nesta quarta-feira, será levado para São Paulo.

Abdelmassih foi condenado a 278 anos por 52 estupros e quatro tentativas de abuso a 39 mulheres. Especialista em reprodução assistida, teve o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

Da Folha de S.Paulo:

A presidente Dilma Rousseff vai sancionar, sem vetos, a chamada “lei da profilaxia da gravidez”, que trata do atendimento, na rede pública de saúde, de vítimas de estupro.

Dilma aceitou a recomendação da área técnica do governo, que defendia a sanção, como mostrou a Folha na edição desta quinta-feira.

A decisão da presidente vai ser anunciada ainda hoje e publicada na edição de sexta-feira do Diário Oficial da União.

A presidente deve enviar ao Congresso um projeto esclarecendo, expressamente, que o termo “profilaxia da gravidez” não significa aborto.