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Depois da subida dos juros, do resultado fiscal ruim e da permanência da inflação acima da meta, Dilma acena com recuo na política expansionista

O eleitor que assistiu à campanha eleitoral com atenção deve estranhar os últimos anúncios feitos pelo governo. Duas semanas depois de ser reeleita, a presidente Dilma Rousseff já autorizou a subida dos juros, o reajuste do preço da gasolina e falou até mesmo sobre “ajuste fiscal” depois que o Tesouro Nacional divulgou que a economia do governo para pagar os juros da dívida está deficitária em 15 bilhões de reais até setembro deste ano. Curiosamente, trata-se de medidas que constavam do leque de ataques da presidente aos candidatos da oposição, Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB). O ainda ministro da Fazenda Guido Mantega chegou até mesmo a sinalizar que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) receberá menos recursos a partir de 2015. O discurso em questão contraria sistematicamente tudo o que a presidente defendeu ao longo da corrida eleitoral. Agora, Dilma admite que haverá cortes de orçamento em 2015, o que implicará na redução de repasses para investimentos, por exemplo. Veja quais foram os mitos da campanha petista que caíram por terra nos primeiros dias após a reeleição.

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Rocha Loures, candidato a deputado federal pelo PMDB, fez votação pífia e não se elegeu. Apesar de todo o esforço e recursos extraordinários que lhe permitiram até mesmo algumas alianças heterodoxas, como a que fez com Ratinho Jr e Ratinho pai, dupla de generais da campanha de Beto Richa.

Enquanto isso, Osmar Serraglio se reelegia deputado federal com cerca de 120 mil votos, mesmo com os boicotes da turma de Rocha Loures ao serviço de Requião. Serraglio foi deposto por Requião e Rocha Loures num golpes de mão, fracassaram em todas as frentes, não estaria na hora de devolver a direção do partido aos vencedores? É a pergunta que não quer calar nos arraiais do PMDB.