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O Sr. Mauro Ricardo Costa, é bom esclarecer logo, não é o emblema acabado da vilania. Há grandeza no seu fanatismo monetarista, na sua fé em cortes, apertos, arrochos. É o Pedro, o Eremita, da contenção inflacionária. O Calvino do ataque ao déficit público. Se reza pela cartilha liberal, é a atualização de Thomas de Kempis debruçado sobre uma manual de boas ações. É, pelo menos, o que Mauro Ricardo passa, como se diz, aos cidadãos perplexos deste Paraná enfiado na crise nacional até o pescoço. E nas suas próprias circunstâncias, de quem deu muito e agora precisa moderar as benesses e os privilégios.

do Painel, Folha de S. Paulo:

Joaquim Levy (Fazenda) passou o Carnaval em Washington, onde teve reuniões com integrantes do governo norte-americano, congressistas e executivos de multinacionais.

Levy se encontrou com o ex-embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, hoje conselheiro do secretário de Estado, John Kerry. Ouviu elogios ao pragmatismo do colega Armando Monteiro (Desenvolvimento), que esteve na cidade alguns dias antes.

Foto: Carlos Cecconello/Folhapress
mauro ricardo costa --

de Estelita Hassa Carazzai, Folha de S. Paulo:

Apelidado pela oposição de “Maurinho Malvadeza”, o secretário da Fazenda do Paraná, Mauro Ricardo Costa, diz que é necessário um ajuste fiscal imediato e severo.

Veja a entrevista que Mauro Ricardo Costa concedeu à Folha, falando sobre a situação financeira do estado e as medidas adotadas pelo Governo.

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Em setembro de 2009, o secretário da Fazenda de Roberto Requião (PMDB), Heron Arzua, propôs o fim do ParanaPrevidência (veja aqui o post do Blog na época). Arzua, hoje assessor de Requião no Senado, disse, naquele ano, que a a Secretaria do Planejamento estudava uma reestruturação do plano de custeio do ParanaPrevidência e que ampliava de 30 para 48 anos o prazo que o governo dispor de aportar sua parte no fundo.

Mauro Ricardo Costa.Foto: Valter Pontes

O esforço para conter gastos, cortar despesas e eliminar excessos na máquina para alcançar economia de até 25% no orçamento, o equivalente a R$ 11 bilhões, exige a concentração de poderes nas mãos do novo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa. Nada acontecerá sem a sua anuência. E ele poderá mexer no orçamento, operar mudanças na previdência e terá acesso permanente à movimentação financeira de todos os órgãos.

O decreto 445, publicado ontem pelo governador Beto Richa (PSDB) no Diário Oficial, mostra todo o poder que o secretário estadual da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, assumiu no governo.

A medida concede poder para consultar a qualquer momento a movimentação bancária de secretarias, fundos, autarquias, empresas de economia mista e universidades. E para tomar medidas imediatas para evitar desvios e “anomalias”.

dilma e levy -

O ‘ajuste’ econômico adotado por Dilma Rousseff consiste em sugar quem vive de trabalho e salário.

de Jânio de Freitas:

Vai continuar, mas a prova já está feita. A política de “ajuste” econômico adotada pelo segundo mandato de Dilma Rousseff consiste em sugar quem vive de trabalho e salário. Todas as medidas lançadas para aumentar a arrecadação do governo ou a redução dos seus gastos configuram uma política antissocial.

LEVY - JOA

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou ontem uma série de aumentos de impostos, que deve incrementar o caixa do governo em R$ 20 bilhões neste ano. O pacote incluiu a volta da Cide, zerada desde 2012, e aumento do PIS/Cofins sobre a gasolina. A alta da tributação de combustíveis representará uma arrecadação extra de R$ 12,2 bilhões, avaliou o secretário da Receita, Jorge Rachid.

Em nota enviada à imprensa, o novo Secretário da Fazenda do governo Richa, Mauro Ricardo Costa, falou sobre as reuniões que teve no Palácio Iguaçu, onde conversou com lideranças políticas e empresariais do Estado. Costa aproveitou para comentar a situação financeira paranaense, que, segundo ele, sofre de vícios herdados de exercícios anteriores ao atual e que, por se encontrar no limite prudencial das ações financeiras, precisa passar por medidas apropriadas. É o que segue:

“No dia de ontem participei de sucessivas reuniões no Palácio Iguaçu, quando tive honrosa oportunidade de fazer interlocução com lideranças políticas, empresariais e imprensa do estado do Paraná.

A pauta das reuniões foi intensa e proveitosa para todas as partes e quase integralmente dedicada às ações que discutimos com o Senhor Governador Beto Richa.

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Este é Mauro Ricardo Costa, o secretário da Fazenda formado em São Paulo na linha impositiva de José Serra e tido como restaurador de caixas públicos através da derrama fiscal. Importado para melhorar o caixa do governo do Paraná, se fez anteceder pelo tarifaço que será votado na Assembleia nestes dias. E conhecido como fanático da arrecadação, acusado de não medir consequências políticas e sociais. Prometeu adicionar R$ 1,5 bi ao caixa e foi contratado. Substitui Luiz Eduardo Sebastiani, que nada tem a ver com o peixe.

secretariado - richa - francischini, paulino, michele

Pois, pois, temos duas novidades e três repetições. Mauro Ricardo será o secretário da Fazenda. Importado da Bahia, embora seja produto de São Paulo, terá a difícil missão de organizar a economia depois da passagem de Luiz Carlos Hauly pelo cargo.

Fernando Francischini será o secretário de Segurança Pública, cargo que almeja desde o primeiro governo de Richa. Substitui Leon Grupenmacher.

Os outros três são mais dos mesmos. Michele Caputo fica na Saúde; Norberto Ortigara, na Agricultura; e Paulino Vaiapiana na Cultura.