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Em Curitiba, capital da Lava Jato, todos querem pegar uma carona na popularidade de Newton Ishii, o “Japonês da Federal”. De olho na fama do Policial e em busca de compor uma generosa bancada na Câmara Municipal, partidos têm procurado Ishii para que ele se candidate a vereador em Curitiba. O partido Solidariedade, do deputado federal Fernando Francischini, é um dos que apostam nessa possibilidade.

foto-daniel haidar

Daniel Haidar, Época

Só aumenta a fila de fãs do agente Newton Ishii, o inconfundível “japa da PF”, desde que ele ficou conhecido nacionalmente por conduzir presos em etapas da Operação Lava Jato. Enquanto se dividia entre os afazeres da carceragem da PF em Curitiba e o transporte de presos, o Japa sempre acabava assediado pelos corredores da superintendência.

A fama, no entanto, afastou o policial da função da qual ficou conhecido. A popularidade do “Japa” poderia alertar eventuais alvos das operações e, por isso, ele parou de participar das prisões.

foto - agencia rbs

O governador José Ivo Sartori (PMDB-RS) anunciou que ingressou com uma ação no STF para pedir a revisão do contrato da dívida com a União de cerca de R$ 50 bilhões. O Estado já teve as contas bloqueadas duas vezes neste ano por calote. A ação é baseada em estudo que aponta que a dívida poderia ser reduzida em R$ 21 bilhões se o índice de correção monetária fosse revisto. Com informações da Folha de S. Paulo.

A decisão de Sartori pode gerar um efeito cascatas e outros governadores podem apelar para o STF e rever as dívidas estaduais. Um dos casos é do Paraná que contraiu uma dívida de R$ 5 bilhões em 1998, já pagou R$ 11 bilhões e ainda deve R$ 9,3 bilhões. Para saldar o débito, o Estado estima em R$ 31 bilhões o montante comprometido até 2028. Hoje, as parcelas mensais para quitar o empréstimo são de R$ 84 milhões.

Prefeituras de todas as regiões do Paraná vão protestar contra a crise enfrentada pelos municípios na segunda-feira da próxima semana (dia 21). Liderada pela AMP (Associação dos Municípios do Paraná), com o apoio das 19 associações regionais de municípios do Estado, a manifestação será marcada por atos públicos nos municípios para pedir o apoio da população e das autoridades diante do problema.

Receitas superestimadas, aumento de gastos com custeio e dificuldade para obter novos empréstimos são apontados pelos Estados como os principais entraves para manter o ritmo de investimentos. As gestões reclamam de passivos herdados e dizem que os orçamentos previam um cenário econômico melhor, projetando um volume de receitas não concretizado. As informações são da Folha de S. Paulo.

Além disso, as finanças ficam mais expostas à estagnação do país porque o ICMS, principal imposto arrecadado pelos Estados, é mais sensível ao desempenho da economia.

Outro obstáculo é o fato de o governo Dilma Rousseff dificultar novos empréstimos. “Há um, dois, três anos, a Caixa estava correndo atrás de Estados para fazer financiamento. Hoje a torneira está fechada”, diz o secretário de Planejamento do Distrito Federal, Renato Brown.

No caso de Minas Gerais, a gestão Fernando Pimentel (PT) refez o Orçamento, que só foi aprovado no fim de março. Antes disso, os investimentos não eram permitidos. O secretário da Fazenda, José Afonso Bicalho, diz que, com a previsão de deficit de R$ 7,2 bilhões, nenhum investimento novo sairá. “Todas as outras obras vão parar enquanto não tiver recursos.”

O Paraná atribui o freio ao contingenciamento de 24% do Orçamento. O Estado ainda tenta quitar dívidas com fornecedores. No Distrito Federal, o governo Rodrigo Rollemberg (PSB) diz que a gestão de Agnelo Queiroz (PT) deixou um deficit de quase R$ 3,5 bilhões, sendo quase R$ 1 bilhão de salários atrasados, dificultando os investimentos.

juiz - furlan

“É algo impossível de se pensar, num país democrático, que uma emenda constitucional aprovada após 12 anos de tramitação seja suspensa por liminar, uma medida precária, e fique nessa indefinição, ao invés de a ADI ser julgada rapidamente pelo plenário. É um desrespeito à separação entre os poderes e à vontade do povo brasileiro, expressa por votação nas duas casas de leis” – do juiz Anderson Furlan sobre a liminar que suspende no STF a criação dos novos tribunais regionais federais.

mpf - empreiteiras

A Justiça Federal de Curitiba decretou o arresto de R$ 241 milhões da Camargo Corrêa e de R$ 302 milhões da Galvão Engenharia, duas das empreiteiras investigadas na Operação Lava Jato. As decisões, da 5ª Vara Cível, se deram em ações de improbidade administrativa que as empresas respondem em consequência do esquema de corrupção investigado na Petrobras.

Somando ao valor de R$ 153,7 milhões que já foi arrestado em relação à Engevix, já chega a R$ 700 milhões o bloqueio envolvendo as empreiteiras. A indisponibilidade dos valores na esfera cível foi solicitada pelos procuradores do Ministério Público Federal. Todo este montante deve ser usado para restituir parte do dinheiro desviado em propina da Petrobras. A estimativa do MPF é de que R$ 6,1 bilhões sejam restituídos aos cofres públicos.

Foto: Geraldo Magela/ Estadão youssefgeraldomagelaae60030012006

de Ricardo Brandt e Fausto Macedo, Estadão:

A perspicácia dos agentes de plantão na Custódia da Polícia Federal em Curitiba (PR) levaram à descoberta de um episódio insólito da famosa Operação Lava Jato. Alberto Youssef, alvo central do escândalo de corrupção na Petrobrás, e outro preso, o advogado Carlos Alberto Pereira da Costa, apontado como um dos laranjas do doleiro, teriam feito uso de maconha na carceragem da Superintendência da PF.

moro s

de Mônica Bergamo, Folha de S. Paulo:

Ao marcar as primeiras audiências de julgamento dos envolvidos na Operação Lava Jato para fevereiro, o juiz federal Sergio Moro, que vai julgar os casos de corrupção na Petrobras, sinaliza que vai acelerar o processo e aplicar sentenças pesadas. Inclusive aos executivos apontados como corruptores e que concordaram em fazer a delação premiada.