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O ano de 2015 foi muito positivo e produtivo para o deputado estadual Felipe Francischini (SD). Em seu primeiro mandato como parlamentar, teve 23 projetos de leis apresentados, dos quais 13 foram aprovados e em áreas de interesse da população como segurança, meio ambiente, direito do consumidor e esportes. Além disso, entre os 54 deputados, foi um dos quatro que teve 100% de presença em todas as sessões plenária do ano. “Nada mais que uma obrigação como parlamentar”. O deputado também nunca teve um voto de sua relatoria desaprovado nas comissões temáticas da Assembleia, sendo aprovados mais de 50. “Esta é uma pequena demonstração do compromisso que assumi com meus eleitores”, afirmou.

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Por 29 votos a nove, os deputados estaduais aprovaram em segundo turno nesta segunda-feira, 23, o projeto de lei que revoga o título de cidadão honorário do Paraná concedido ao ex-ministro José Dirceu (PT). Segundo o deputado Felipe Francischini (SD), autor do projeto, Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do governo Lula, que cumpre pena por participação no escândalo do “Mensalão” e também está sob investigação por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás, não se enquadra mais nos preceitos exigidos para a concessão da honraria.

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Os deputados aprovaram o projeto de lei que revoga o título de cidadão honorário do Paraná concedido ao ex-ministro José Dirceu. A votação na sessão nesta terça-feira (17) passou em primeiro turno com 23 votos favoráveis e 5 contrários, e 6 abstenções. O projeto do deputado Felipe Francischini (SD) retorna ao plenário nesta quarta-feira (18), em segunda discussão.

Segundo Francischini, José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do governo lula, que cumpre pena por participação no escândalo do “Mensalão” e também está sob investigação por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás, não se enquadra mais nos preceitos exigidos para a concessão da honraria. O projeto revoga a lei estadual do governador Roberto Requião (PMDB) que concedeu o título. “Não é justo alguém com condenação por crimes contra a Administração Pública e corrupção ter uma honraria como esta,” afirma Francischini. “A honraria é dada para quem tem reputação ilibada. E reputação ilibada é o que ele não tem”, acrescentou.

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Nesta terça-feira (9), os membros da CPI dos Caixas Eletrônicos se reuniram para aprovar requerimento convocando o Exército e a Febraban. “A intenção é ouvir destas entidades o que elas estão fazendo para inibir este tipo de crime”, disse o deputado Felipe Francischini (SD), que é presidente da CPI.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública já repassou à comissão dados referentes aos ataques contra caixas em todo o Paraná e informou sobre a criação de uma força-tarefa para reduzir a incidência desses ataques. O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) também foi procurado pela comissão com um pedido de criação de uma Vara Especializada no Combate ao Crime Organizado.

“Agora vamos buscar um diálogo com o Exército, que é o responsável pela venda dos explosivos e depois com a Febraban, para saber que medidas preventivas estão sendo tomadas pelos bancos para inibir os atos criminosos”, comentou Francischini (SD).

Também integram a comissão os deputados Missionário Ricardo Arruda (PSC), Artagão Junior (PMDB), Rasca Rodrigues (PV), Francisco Bührer (PSDB), Professor Lemos (PT) e Guto Silva (PSC), que é relator da comissão.

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O deputado Felipe Francischini (SD) participou na manhã desta quinta-feira (28), de uma audiência pública sobre Triagem Neonatal (teste do pezinho, orelhinha e coraçãozinho) realizada no Plenarinho da Assembleia. O evento, organizado por proposição da deputada Maria Victória (PP), debateu a importância de se realizar testes em recém-nascidos para detecção precoce de doenças. “Sou solidário a causa. Sei que cada dia é um desafio, mas além de darmos boas condições de trabalho aos médicos, também temos que lutar por melhores condições de atendimento e de tratamento à população. Eu apoio a causa e vou trabalhar para ajudar”, disse o deputado.

felipe francischini - 26.05.15

O presidente da comissão, deputado Felipe Francischini, deve organizar uma visita ao presidente do TJ nas próximas semanas.

A CPI dos Caixas Eletrônicos da Assembleia Legislativa do Paraná, presidida pelo deputado Felipe Francischini (SD), recebeu na tarde desta segunda-feira (25), o diretor do Departamento de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), o delegado da Polícia Civil, Fábio Amaro.

Em cerca de uma hora, Amaro mostrou aos deputados as ações da força-tarefa da Sesp criada para combater os ataques aos caixas eletrônicos. “Desde o começo deste ano iniciamos um trabalho muito forte focado na inteligência. Entre janeiro e abril deste ano tivemos uma redução de 64% no total de explosões a caixas em todo o Paraná”, disse Amaro.

O deputado já iniciou a busca por assinaturas para que a proposta comece a tramitar na Assembleia

O deputado Felipe Francischini (SD) quer apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que altera a forma de escolha dos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). Para que a PEC comece a tramitar na casa, são necessárias 18 assinaturas – um terço do total de deputados.

O deputado já iniciou a busca por essas adesões. O atual modelo faz com que as indicações obedeçam a interesses políticos. A PEC pretende estabelecer um tribunal técnico que julgue com precisão e coerência.

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Nesta terça-feira (10), o deputado estadual Felipe Francischini (SD), apresentou requerimento no Plenário da Alep, para que seja encaminhado ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ/PR) expediente para que o órgão crie uma vara especializada em crimes praticados por organizações criminosas. “A intenção é agilizar o julgamento dos crimes praticados por organizações criminosas e contribuir com o combate à corrupção”, afirmou. Mas o objetivo é que a vara também investigue crimes praticados contra a ordem tributária e econômica, contra a administração pública e de lavagem de dinheiro. Francischini justificou sua iniciativa citando a lei 6.806, de 2007, que criou a 17ª Vara Criminal no estado de Alagoas. Além disso, há também precedente e contornos jurídicos discutidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para que os estados criem órgãos colegiados especializados no combate a organizações criminosas.