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Da Veja:

O jornal O Globo corrigiu nesta quinta-feira uma nota que criou dúvidas indevidas sobre o depoimento que Alberto Youssef prestou à Polícia Federal e ao Ministério Público em 21 de outubro, em seu processo de delação premiada.

O diário havia afirmado que no dia 22 de outubro, uma quarta-feira, um dos advogados do doleiro pediu para que ele fosse ouvido novamente, para retificar suas declarações. Nessa ocasião, instado pelo defensor, Youssef teria feito a afirmação de que a presidente Dilma Rousseff e seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, sabiam do bilionário esquema de corrupção na Petrobras. Nesta quinta-feira, depois de ouvir o advogado Antonio Figueiredo Basto, O Globo se retratou. “Não existiu depoimento (de Youssef) na quarta, não existiu retificação, e os advogados não se manifestam”, afirmou Basto ao jornal.

Por Claudia Safatle, Valor Econômico:

Em um desenho preliminar do novo governo, pelo menos 12 ministros poderão permanecer no segundo mandato, não necessariamente nos mesmos cargos. Para a Fazenda, entre os nomes já cogitados, o que mais se adapta ao perfil da presidente Dilma Rousseff é o de Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo da pasta. “Ele já a conhece e sabe em que pontos ela é turrona; e ela também já o conhece e sabe no que ele é turrão. Mas ambos têm uma relação de confiança e isso é fundamental”, apurou o Valor.

Aloizio Mercadante não deve ir para a Fazenda e uma das razões é que não conta com a simpatia de Lula. Alexandre Tombini, até o momento, fica no Banco Central, mas a diretoria deve ser mudada. Entre os ministros que continuam estão Luiz Alberto Figueiredo, do Itamaraty; Mercadante, da Casa Civil; Miriam Belchior, do Planejamento (em outra pasta); e Tereza Campello, do Desenvolvimento Social.

Foto: Denis Ferreira Netto/ Estadão figueiredo - - foto denis ferreira netto - estadao

Do Globo:

Os advogados do doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava-Jato, apresentaram nesta quarta-feira à Justiça Federal do Paraná um pedido de acareação entre o doleiro e Leonardo Meirelles, diretor-presidente da Labogem. A defesa quer ainda a impugnação do depoimento prestado por Meirelles na segunda-feira onde ele acusa Youssef de ter mantido negócios com o PSDB através do ex-presidente nacional da legenda Sérgio Guerra (PE), morto em março.

— Meu cliente jamais teve negócios com Sérgio Guerra ou com quem quer que seja do PSDB. Em seu depoimento à justiça, como é do conhecimento de todos, ele disse que tinha negócios com o PP e que o dinheiro de propinas da Petrobras iam também para o PT e PMDB — disse o criminalista Antônio Figueiredo Basto.

Foto: Denis Ferreira Netto / Estadão figueiredo - - foto denis ferreira netto - estadao

Antônio Figueiredo Basto, advogado de Alberto Youssef, considerou justa a absolvição do doleiro na primeira condenação da Operação Lava-Jato. Nesta segunda-feira, o juiz federal Sérgio Moro absolveu Youssef da acusação de envolvimento com tráfico de drogas. “Nunca houve nenhum indício de que houvesse envolvimento do meu cliente com o tráfico de drogas”, disse Figueiredo à reportagem da Gazeta do Povo.

requiao - nota 11.10

Requião, derrotado fragorosamente nas urnas, perfila-se agora como defensor de Dilma Rousseff e de seu PMDB atolado nas denúncias de corrupção na Petrobras. Esforço patético. Diante das provas robustas que Youssef apresenta contra o PT, o PMDB e o PP, principais partidos de apoio a presidente Dilma, Requião apela para uma manobra primária e primitiva. Tenta confundir o réu com seu advogado, Figueiredo Basto, e a este atribui vínculos com o PSDB. Aliás, vínculos inexistentes.

Ora, pois, os fatos são os fatos, as provas são as provas, é isso que interessa e que cala fundo na comprovação de um sistema de corrupção instalado no governo de Dilma Rousseff, Lula et caterva, que já rendeu o processo do mensalão e agora abre este outro, da corrupção na Petrobras para sustentar esquemas de apoio ao PT e para enriquecer membros do governo. Um processo que apenas começou e que pode abrir as entranhas mais fétidas do sistema político-corruptor instalado.

Alberto Youssef

Há gente suando frio nas mãos e experimentado frouxos intestinais na vida política paranaense, especialmente nos arraiais do PT. Ainda em fase de negociações, o doleiro Alberto Youssef decidiu fazer a delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato. Ele contraria seus advogados, Figueiredo Basto e Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado do doleiro no STJ. O doleiro tomou a decisão por pressão familiar. Kakay deve deixar o caso. Já o advogado Figueiredo Basto se diz contrariado com a decisão pessoal de Youssef, pois acredita que existiam caminhos legais a serem percorridos sem a necessidade de vir a negociar a delação.