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Em artigo publicado nesta terça-feira, 17, no jornal Folha de S. Paulo, o ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT) se defende e reage por ter seu nome envolvido em pedido de propina de recursos desviados na Petrobras. “Centenas de reportagens foram publicadas com os mesmos elementos: em 2010, Paulo Bernardo Silva, então ministro do Planejamento, teria pedido ao então diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, uma doação de campanha para Gleisi Hoffmann, candidata ao Senado”, disse Bernardo, marido da senadora Gleisi Hoffmann (PT), ex-ministra da Casa Civil e que responde inquérito aberto no STF por participar do esquema.

Paulo Bernardo não explicou sua condição de testemunha de Ricardo Pessoa, dono da UTC, preso em Curitiba, que responde por desvio de dinheiro da Petrobras e contumaz financiador das campanhas eleitorais. E também deixou de registrar que ele, Bernardo, está arrolado no inquérito da sua mulher para ser oitivado no STF.

No Leia Mais, a íntegra do seu artigo.

“Ainda que não esteja isolado do contexto nacional, caracterizado pelo baixo crescimento entre 2011 e 2014, o Paraná teve desempenho econômico bem melhor no período. O Produto Interno Bruto paranaense cresceu a uma taxa anual de 4%, contra menos de 2% do Brasil. Afirmo que o Estado se mantém em situação sólida porque, com todos esses percalços, pagamos R$ 5,6 bilhões da dívida consolidada e recebemos apenas R$ 1,1 bilhão em novos financiamentos. A dívida consolidada caiu de mais de 90% da sua receita corrente líquida, em 2010, para 58% em 2014”. – trecho do artigo “Restabelecendo a verdade”, do governador Beto Richa (PSDB), publicado nesta segunda-feira, 16, no jornal “Folha de S. Paulo”.

Leia a seguir a sua íntegra.

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de Edson Campagnolo, na Folha de S. Paulo:

A quem interessa inviabilizar o Brasil? A pergunta poderia até soar como teoria da conspiração. Infelizmente, porém, o ambiente pouco favorável ao empreendedorismo no país leva a crer que existe uma estratégia para tirar a competitividade do setor produtivo nacional. Fato que puxa outra questão: quem estaria por trás dessas más intenções, que colocam em risco o desenvolvimento da nação?

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À frente de uma grave crise financeira e alvo de greves e protestos, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), assumiu, em entrevista à Folha de S. Paulo, que gastou mais do que deveria, mas diz que foi por “coragem” de fazer as obras de que o Estado precisava. “O que interessa para a população são as obras. As dívidas, nós vamos administrando”, declarou.

O Paraná foi o Estado com o segundo maior deficit em 2014, atrás apenas do Rio. Após a reeleição, Richa atrasou o pagamento de férias, cortou funcionários da educação e aumentou impostos, além de propor cortar benefícios dos servidores. O governo deve R$ 1,5 bilhão a fornecedores. Acusado de má gestão, Richa nega descontrole e culpa o fraco desempenho econômico do país.

Veja a entrevista a seguir.

Bastou a Folha de S. Paulo e a Veja repercutir os gastos de R$ 8 milhões com seus 88 cavalos e o malfadado projeto contrário à defesa do consumidor nas compras com cartão de crédito, que o senador Roberto Requião (PMDB) passou a agredir a imprensa. “A mídia canalha distorce o projeto dos cartões de credito e cria noticia idiota e sobre cavalos que nunca tive. FDPs”, postou Requião em seu Twitter.

“Bati no trambique dos cartões de credito e propus lei de direito de resposta. Folha e Veja me difamam! São uns merdas, ganharemos a parada”, adianta. Sobrou até para o Ministério Público. “MP não investiga escandalos (sic) da Copel,
estradas sem empenho e ações da Sanepar mas quer saber que capim cavalos pastavam no Kanguiri. Argh!”, escreve Requião em outro post no microblog.

requiao twitter 10.08