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Nesta terça-feira, 12, o deputado Fernando Francischini (SD) classificou como fraude a pesquisa eleitoral para prefeito de Curitiba, realizada pelo Ibope, e divulgada na segunda-feira, 11. “Pesquisa eleitoral do Ibope em Curitiba é uma fraude contra os eleitores. Escolheram, com critérios obscuros, quem seriam os candidatos para direcionar opinião pública! Quais são os interesses envolvidos?”, questionou Francischini no facebook.

(foto: Agência Senado)

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“Queremos saber como esse dinheiro era desviado e informações sobre os milhões em contratos que essa empresa, a Consist, tinha em vários ministérios do governo petista”, disse Francischini.

Fernando Francischini (SD-PR) apresentou dois requerimentos na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara dos Deputados para ouvir a senadora Gleisi Hoffman (PT/PR); os ex-ministros Paulo Bernardo e Carlos Gabas; e o ex-presidente do Serpro, Marcos Mazoni, para que prestem esclarecimentos sobre os esquemas de propinas que desencadeou a Operação Custo Brasil, deflagrada nessa quinta-feira (23) pela Polícia Federal.

francischini - foto agencia camara

As eleições municipais de 2016 terão um número recorde de partidos. Segundo o TSEl, 35 legendas estão habilitadas para participar da disputa por prefeituras e vagas nas câmara municipais no ano que vem. São cinco siglas a mais do que as que estavam registradas para a última eleição municipal de 2012. De lá para cá foram criados e obtiveram o registro na Justiça Eleitoral o Pros e o Solidariedade (SD) em 2013. Este ano, mais três legendas garantiram direito de entrar no páreo: o Partido Novo, a Rede Sustentabilidade e o Partido da Mulher Brasileira. As informações são de Ivan Santos, Bem Paraná.

Desses, pelo menos três já manifestaram intenção de lançarem candidatos próprios à sucessão do prefeito Gustavo Fruet (PDT). O Solidariedade já tem inclusive um nome escalado para a disputa: o deputado federal Fernando Francischini, que preside a legenda no Paraná.

Levantamento do laboratório de pesquisas da Uninter, coordenado pelo professor Ricieri Garbelini, traz os números para intenção de votos para prefeito de Curitiba: Gustavo Fruet (PDT), com 17%, está tecnicamente empatado com Requião Filho (PMDB), com 14,4%, e Luciano Ducci (PSB), com 14,1%. Em seguida vem Rafael Greca (PMN), com 12,6%; Fernando Francischini (SD) com 10,9%; Ney Leprevost (PSD), com 8% e Tadeu Veneri (PT) com 3,6%. A pesquisa, entre os dias 19 e 24 de outubro, entrevistou 804 eleitores. A margem de erro é de 3%.

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Bem Paraná

Em alta nas pesquisas e pronto para aproveitar a péssima situação do prefeito Gustavo Fruet, o deputado federal Fernando Francischini na primeira entrevista exclusiva concedida desde que pediu demissão da Secretaria de Segurança, após o confronto de 29 de abril, no Centro Cívico, entre professores e policiais, garante não só que pretende disputar a prefeitura de Curitiba no ano que vem, como quer usar a campanha justamente para explicar sua versão do episódio. Francischini acusa o PT e a CUT de infiltrar um grupo de militantes na manifestação legítima dos professores para insuflar o conflito por motivação política, provocando o início do confronto, para depois fugirem do local. E relata que o confronto foi encerrado após o pedido dele para que o procurador-Geral de Justiça, Gilberto Giacóia, intervisse junto aos dirigentes sindicais e ele junto à tropa.

Ao Bem Paraná, Francischini critica ainda o atual prefeito, Gustavo Fruet (PDT) de falta de capacidade de decisão, e prevê que o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) é só uma questão de tempo.

A entrevista completa está no Leia Mais.

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O deputado Fernando Francischini (SDD) pediu a convocação do ex-presidente Lula (PT) na CPI do BNDES. O requerimento será votado pela comissão que investiga operações do BNDES aprovou a convocação de Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho da primeira mulher do ex-presidente. As informações são do Bem Paraná.

Por outro lado, rejeitou a possibilidade de ouvir os empresários da JBS Joesley e Wesley Batista. A comissão aprovou convocação do empresário Eike Batista para prestar informações referentes a negociações do grupo EBX com o banco de fomento. Além disso, ouvirá também o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Ivan Ramalho, presidente do Comitê de Financiamento e Garantia às Exportações, responsável pelos negócios firmados.

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Nesta segunda-feira (29) o confronto entre policiais e professores no Centro Cívico de Curitiba, que deixou mais de 200 feridos, completa dois meses. O momento é ideal para uma análise sem paixões dos atos e fatos que levaram aquela fatídica tarde e o que veio depois. Na avaliação de uma professora, com trânsito livre na Assembleia Legislativa, faltou cabeça fria e sobrou tró-ló-ló e engôdo.

“Primeiro os dirigentes da APP-Sindicato, orientados por deputados da Oposição e militantes petistas e da CUT, se insuflaram contra o projeto da Paraná Previdência, que havia sido amplamente discutido com a categoria e técnicos, como o economista Renato Follador, que disseram ser a mudança possível proposta pelo governo”, lembrou. “Depois emendaram uma greve pela data base, inflando o ego dos professores que ainda estavam com as feridas abertas após o confronto, forçados por eles mesmos”, lembrou a professora.

O que veio depois, segundo análise dela, é que o projeto da Paraná Previdência foi aprovado e nada mudou, como foi amplamente defendido e o reajuste do funcionalismo, que num primeiro momento o governo se dispôs a conceder 5% este ano, acabou reduzido para 3,45% a ser pago no distante mês de novembro. “Nos dois casos o que aconteceu é que a categoria e o funcionalismo em geral, se deixou levar pela má fé de sindicalistas muito mais preocupados em desgastar a imagem do governador”, concluiu.

do blog Caixa Zero:

O juiz Marcel Luiz Hoffmann, do 2.º Juizado Especial de Curitiba, determinou o arquivamento do termo circunstanciado que investigava manifestantes que participaram dos protestos de 29 de abril no Centro Cívico. Na prática, isso significa que os detidos pela polícia naquele dia foram inocentados por falta de provas contra eles.

Durante a manifestação, a polícia militar fez várias prisões de manifestantes alegando que eles atuaram de maneira violenta e incitaram a violência. O governador Beto Richa (PSDB) falou repetidas vezes em agitadores e black blocs. Foi apresentada uma série de “materiais” que serviriam para confronto com a PM (paus, pedras, coquetéis molotov).

Logo na semana seguinte ao confronto, a OAB e a Defensoria Pública disseram que os detidos não tinham nenhum material perigoso – os paus e pedras não pertenciam a nenhum deles, aparentemente, e ninguém sabe de onde surgiram. Todos, além disso, eram estudantes, professores ou servidores.

Agora, o juiz determina o arquivamento do caso por falta de materialidade.

“Nada consta do caderno investigatório acerca dos elementos informativos do que consistiria a execução do ato dito legal. Tampouco explicitadas estão, de forma individualizada como necessário, quais seriam as condutas dos noticiados quando se opuseram à ordem de prisão.

Nada há de registro material quanto a suposta violência ou grave ameaça empregadas, elementos do tipo, a configurar o delito de resistência. O que se descreveu sumariamente foi que os noticiados resistiram “a ação legítima dos agentes, sendo necessária a utilização de força moderada para contê-los” (evento 12.1, fl. 14), mas nada há acerca da espécie de violência praticada em resistência por parte dos noticiados.”

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Fernando Francischini entregou o cargo na manhã de hoje (8). Leia a carta que ele entregou ao governador Beto Richa para oficializar seu pedido de demissão do cargo de Secretário de Segurança Pública do Paraná. É o que segue:

“Exmo. Governador Beto Richa,

Gostaria inicialmente, mesmo neste momento de dificuldade, rememorar os avanços na área de segurança pública que merecem destaque:

1) Polícia Civil

a)Encaminhamos para Vossa Excelência, com nosso parecer positivo, o Estatuto da Polícia Civil do Paraná; nele constam os avanços importantes para os profissionais da área, como a regulamentação das carreiras e seus direitos; A necessidade de Bacharelado em Direito para o concurso de escrivão de polícia, o reconhecimento dos peritos papiloscópicos, a padronização do subsídio de delegados de polícia para remoções de todas as categorias profissionais;