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Chamou atenção dos advogados que trabalham no caso e dos deputados da base aliada na Assembleia Legislativa o fato do Gaeco só divulgar agora, passado mais de 12 meses, a delação do auditor fiscal Luiz Antônio de Souza do envolvimento do senador Roberto Requião (PMDB-PR) em esquemas de corrupção na Receita Estadual.

O depoimento de Souza foi prestado entre maio e junho de 2015 e só revelado agora quando o Gaeco encaminhou o caso a Procuradoria Geral da Justiça – órgão que comanda o Ministério Público Estadual. Para a imprensa, o Gaeco justificou que só “subiu” o depoimento agora por conta da grande quantidade de informações apuradas nas investigações. E disse que o depoimento foi mantido em separado por envolver um senador da República, que tem foro privilegiado – por isso não poderia ser investigado em Londrina.

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O delegado Rubens Recalcatti foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Ele e outros sete policiais são suspeitos de homicídio de um homem em Rio Branco do Sul. O delegado chegou a ser preso na Operação Aquiles, realizada pelo Ministério Público acusado de estar envolvido na morte de Ricardo Geffer. Geffer era suspeito de ter assassinado o ex-prefeito de Rio Branco do Sul João da Brascal, que é primo de Recalcatti. As informações são do Bem Paraná.

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Gazeta do Povo

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) está cumprindo 47 mandados de prisão em pelo menos em duas cidades do Paraná: Londrina e Curitiba. A operação deflagrada na manhã desta quinta-feira (3) é mais uma fase da Operação Publicano. Até as 10 horas, 40 pessoas tinham sido presas – 33 em Londrina e sete em Curitiba. Aqueles que foram detidos na capital serão levados para Londrina. Quarenta e quatro alvos da operação são auditores fiscais, 35 deles já envolvidos em investigações anteriores.

Os casos de corrupção na Receita Estadual de Londrina iniciaram em 2005, durante o governo de Roberto Requião (PMDB). As informações foram apuradas pelo Ministério Público, através de depoimentos de empresários. A quadrilha formada por auditores fiscais atuou durante anos. Recebia propinas para não multar as empresas ou reduzir os impostos. No entanto, somente agora o Gaeco tem estrutura policial para investigar e prender os auditores acusados, como acontece em mais uma operação nesta quinta (03).

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Carlos Ohara, Gazeta do Povo

Uma operação coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpre 56 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de condução coercitiva em 35 municípios que integram a base do núcleo regional de Maringá, comandado pelo promotor Laércio Januário de Almeida.

Deflagrada na manhã desta segunda-feira (30), a ”Operação Cilindros” está sendo desenvolvida por 120 policiais civis e militares, 10 delegados e 20 promotores. O objetivo é a localização de cilindros de oxigênio medicinal – utilizado em instituições de saúde e unidades de terapia intensiva – adulterados, com conteúdo fraudado, apreensões de documentos e cópias de licitações para compra do produto. O alvo do Gaeco são empresas distribuidoras do produto, hospitais e órgãos municipais. Somente na região de Maringá, 10 empresas estão sendo alvo da operação.

A promotora Leila Schimiti arrumou um imbróglio sem tamanho ao tomar todas e sair batendo em carros e arriscando atropelar quem estivesse a sua frente. Agora, os políticos nativos mui atentos ao caso, estudam a situação do procurador da Justiça, Claudio Esteves, ex-coordenador do Gaeco em Londrina, que tentou impedir a prisão da promotora Leila Schimiti pela Polícia Militar. Segundo testemunhas que documentaram a situação gravando com seus celulares, Esteves tentou impedir também os flagrantes da prisão por populares e tentou acompanhar a promotora na viatura da PM, o que não foi permitido. O procurador acompanhou a liberação da promotora após o registro do boletim de ocorrência na Polícia Civil. Veja o vídeo.

A promotora de Justiça, que atua no Gaeco em Londrina, Leila Schimiti, queria fugir do flagrante após bater em três carros ao dirigir embriagada. Populares a impediram até a chegada da Polícia Militar. Leila foi presa e autuada (veja aqui). Agora veja o vídeo do vexame em público da rigorosa promotora do Gaeco em suas investigações. Assim caminha a humanidade.

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A promotora de Justiça, que atua no Gaeco, Leila Schimiti (foto), foi autuada e presa pela Polícia Militar depois que bateu em três carros ao dirigir embriagada em Londrina.Encaminhada pela PM à 10ª SDP, foi lavrado o flagrante em Boletim de Ocorrência (BO). Logo que foi presa, mesmo com dificuldade para falar por estar embriagada, Leila Schmiti pediu socorro aos colegas do Gaeco, que tentaram acudi-la. Impediram filmagem. O procurador Claudio Esteves, ex-Gaeco Londrina, agora em Curitiba, acompanhou-a. Logo depois de depor, embora estivesse alcoolizada, como consta no BO, Leila Schimiti foi liberada. Assim caminha a humanidade.Abaixo, fac-simile do BO de ocorrência na Delegacia de Londrina e do perfil de Leila no Facebook. Leila atua na investigação da Receita Estadual.
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da Banda B, com informações do MP-PR:

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) prendeu um auditor fiscal da Receita Estadual em Irati, na região central do Paraná, nesta quinta-feira (7). O auditor é suspeito de participar de um esquema que sonegou mais de R$ 115 milhões em impostos. A prisão faz parte da segunda fase da Operação Papel, que cumpriu 15 mandados de prisão preventiva envolvendo empresários, contadores e também o auditor fiscal da Receita Estadual.

Confira o vídeo do pronunciamento do deputado Elio Rusch (DEM) que mostra fotos do ex-governador Roberto Requião (PMDB) com o ex-ministro José Dirceu (PT) e do fotógrafo Marcelo Caramori com promotores do Gaeco. “As fotos não provam nada. Como nada também mostra as fotos que hoje são usadas a exaustão para comprometer, construir histórias fantasiosas e destruir imagens”.