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mauro ricardo2 Em meio ao embate com servidores em greve por reajuste maior que o proposto, o governo recebeu um alerta do Tribunal de Contas do Estado por excesso de gastos com pessoal no segundo quadrimestre do ano passado. O valor da folha de pagamento representou 48,38% do orçamento do Paraná, o equivalente 98,7% do limite prudencial estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal – de 95%. As informações são da Folha de Londrina.

O limite legal de gastos com pessoa para Estados é de 49% do Orçamento total. Numa comparação, se a arrecadação prevista fosse de R$ 1 bilhão, o máximo a ser gasto com pessoal é de R$ 490 milhões. Quando a folha de pagamento chegar a 95% disso, atinge o limite prudencial.

Para o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, o problema com folha de pagamento ocorreu porque, entre 2011 e 2014, a folha subiu muito além da arrecadação. Saiu, de acordo com ele, de R$ 10,8 bilhões em 2010 para R$ 18,8 bilhões no ano passado. “São 74% a mais de despesas, muito mais do que cresceu a receita”, diz.

Foto: Orlando Kissner reuniao - kissner 2

O Governo do Estado encaminhou no final da manhã nesta quarta-feira (4) dois anteprojetos de lei para a Assembleia Legislativa propondo medidas para cortar gastos públicos. Antes do envio, os secretários de Estado, Eduardo Sciarra, da Casa Civil, e Mauro Ricardo Costa, da Fazenda, reuniram-se com 40 deputados estaduais para detalhar as ações de racionalização administrativa.

Os projetos, que não incluem nenhum tipo de aumento da carga tributária, reúnem medidas para redução de despesas, incremento de receitas e complementam as medidas editadas nos 18 decretos assinados pelo governador Beto Richa em 1 de janeiro para melhoria da gestão e controle de gastos.

Reportagem da Veja mostra um aumento de 51% nos gastos do Planalto com cartões corporativos em 2014. De acordo com a revista, no ano em que o governo federal enfrentou dificuldades orçamentárias, a Secretaria de Administração da Presidência, que lida com as despesas diretas de Dilma Rousseff, encerrou o balanço com um gasto de R$ 8,8 milhões em cartões. No ano anterior, o total havia sido de 5,8 milhões, em valores já corrigidos.

dilma - -- ldo

Na contramão dos discursos que marcaram sua campanha à reeleição, a presidente Dilma Rousseff rejeitou uma série de iniciativas aprovadas pelo Congresso que aumentava a transparência e o controle dos gastos públicos. Informações do Estadão.

Entre os 32 vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano, Dilma desobrigou o BNDES a divulgar na internet todas suas operações, incluindo aquelas com governos estrangeiros, assim como rejeitou a criação de um cadastro único de obras centralizado com os principais empreendimentos públicos em curso.

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O governo de Dilma Rousseff já teria gasto até agora mais de R$ 12,7 milhões contratando serviços de conhecidos institutos de pesquisa. Nos dois mandatos de Lula, a Presidência gastou apenas R$ 2,8 milhões em pesquisas. Até agora, o Ibope é o campeão do faturamento com R$ 11,5 milhões. Tem pesquisas feitas nos mais diversos segmentos e muitas localizam áreas onde o governo é menos atuante, para que sejam direcionadas ações nas regiões.