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Do Diego Zanchetta, Estadão:

Uma resolução do Conselho Municipal de Habitação (CMH) definiu que gays em situação de violência, travestis moradores em albergues e índios também podem ser beneficiados com prioridade nas unidades do Programa Minha Casa Minha Vida construídas em São Paulo. A norma complementar ao projeto do governo federal, publicada hoje no Diário Oficial da Cidade, também permite incluir na fila prioritária do programa moradores em áreas limites de municípios vizinhos da capital paulista e idosos sozinhos com mais de 60 anos.

homoafetivos - postagem pref Do Caixa Zero, Gazeta do Povo:

O prefeito Gustavo Fruet (PDT) conseguiu agradar aos vereadores da bancada evangélica em audiência realizada nesta segunda-feira. Os vereadores foram conversar depois de terem ficado incomodados com uma postagem da prefeitura no Facebook celebrando o casamento homoafetivo. Tratava-se de uma homenagem ao casamento coletivo que será realizado em dezembro pelo Tribunal de Justiça em parceria com a prefeitura.

Os vereadores ouviram o prefeito dizer que a postagem não partiu dele e que a Secretaria de Comunicação Social tem autonomia para fazer a divulgação dos eventos oficiais. Ou seja: garantiu que não é uma política pessoal dele.

Foto: Divulgação/ CMC carla_lima
Do G1:

Vereadores que compõem a bancada evangélica da Câmara Municipal de Curitiba, criticaram na sessão desta quarta-feira (1º) o apoio dado pela prefeitura a um casamento coletivo que aceitará casais homossexuais. O evento, marcado para dezembro deste ano, ocorrerá na Arena da Baixada, estádio do Clube Atlético Parananese, e é direcionado a casais com renda de até três salários mínimos por pessoa. Além do site oficial, a prefeitura publicou uma mensagem no Facebook divulgando o casamento, o que desagradou alguns vereadores. A parlamentar Carla Pimentel (PSC) chegou a apresentar uma moção de repúdio por considerar a publicação “tendenciosa” e uma “agressão ao conceito de casamento”.

Da Banda B:

A publicação feita no facebook da Prefeitura de Curitiba sobre o casamento coletivo, na qual apareciam casais héteros e homoafetivos seguidos de um coração, gerou polêmica na sessão da Câmara Municipal de Curitiba (CMC) desta quarta-feira (1°). A bancada evangélica protestou contra a maneira que tema foi abordado, por conta de uma suposta apologia à união gay. Outro argumento dos vereadores foi o de que um órgão público não pode ir contra a Constituição Federal, que prega que o casamento é apenas entre homem e mulher.

A postagem gerou repercussão, com opiniões favoráveis e contrárias, e não está mais no ar. A Banda B tentou encontrá-la na linha do tempo do facebook da Prefeitura de Curitiba, mas não teve sucesso. Mesmo apagada, a postagem rendeu no Grande Expediente da CMC. A primeira a falar sobre o tema foi a vereadora Carla Pímentel (PSC), que se mostrou contrária à publicação. “Divulgaram um casamento comunitário, inclusive com casamento homoafetivo. Somente a Constituição Federal é que pode definir o que é casamento”, disse.